segunda-feira, 30 de junho de 2008

Apóstolo Pedro liderou cristãos romanos, mas nunca foi papa, dizem historiadores

Católicos do mundo todo vêem São Pedro como o protótipo dos papas, o homem que fundou a sucessão ininterrupta de líderes da Igreja que chega até Bento XVI, mas o papel real do "príncipe dos apóstolos" provavelmente foi bem mais modesto, afirmam historiadores. Embora seja bem possível que Pedro tenha vivido, pregado e morrido em Roma, ele não fundou um governo centralizado da igreja romana, o qual demorou séculos para emergir.

Mais importante ainda, embora a igreja de Roma tenha conquistado desde cedo uma posição de destaque entre as comunidades cristãs espalhadas pela bacia do Mediterrâneo, as outras igrejas não creditavam o prestígio romano ao "papado" de Pedro, mas ao fato de que tanto ele quanto seu companheiro de apostolado, São Paulo, haviam pregado a palavra de Jesus e morrido em Roma. É o que diz um texto escrito por volta do ano 180 pelo líder cristão Irineu de Lyon.

Segundo Irineu, a comunidade de Roma havia sido "fundada e organizada pelos dois gloriosos apóstolos, Pedro e Paulo". "Para Irineu, a competência da igreja de Roma provinha de sua fundação pelos dois apóstolos, Pedro e Paulo, não só por Pedro", resume o historiador irlandês Eamon Duffy, da Universidade de Cambridge, em seu livro "Santos e Pecadores: História dos Papas".

Chegando mais tarde

Na verdade, a situação era ainda mais complicada do que Irineu imaginava. Tudo indica que a comunidade cristã de Roma foi fundada por um anônimo seguidor de Jesus, provavelmente um judeu da Palestina que se juntou aos dezenas de milhares de membros da comunidade judaica da capital do Império Romano. São Paulo, ao escrever para os cristãos de Roma na década de 50 do século 1, em nenhum momento menciona a presença de Pedro na cidade.

No entanto, sabemos pelos Atos dos Apóstolos, livro do Novo Testamento escrito no fim do século 1, que Paulo acabou indo para a cidade para ser julgado pelo imperador romano num processo que estava sofrendo. E outros textos, também do fim do século 1 e começo do século 2, dão conta de que tanto Paulo quanto Pedro foram mortos durante a perseguição contra os cristãos ordenada pelo imperador Nero entre os anos 64 e 67. A tradição sobre o martírio é relativamente próxima dos eventos, embora não esteja registrada na Bíblia, e há pouca razão para duvidar que os santos morreram mesmo na "Cidade Eterna".

Pescador impetuoso

Para o padre e historiador americano John P. Meier, professor da Universidade Notre Dame e autor da monumental série "Um Judeu Marginal" (ainda não concluída) sobre a figura histórica de Jesus, o Novo Testamento traz uma série de informações importantes e confiáveis sobre Pedro. Originalmente, ele era um pescador da Galiléia (norte de Israel), casado, e aderiu ao grupo de discípulos de Jesus junto com seu irmão André. O nome de seu pai era João ou Jonas, e seu nome original era Simão.

O mais provável é que Jesus tenha dado a ele o apelido aramaico de Kepa (ou Kephas, como escreve São Paulo), "pedra" ou "rocha", depois traduzido como Petros, ou Pedro, em grego. Todos os evangelistas o apresentam como o principal membro do grupo dos Doze Apóstolos, ou como o porta-voz deles, e também retratam-no como um homem ao mesmo tempo generoso, extremamente apegado a Jesus, cabeça-dura (talvez uma relação irônica com seu apelido), indeciso e dado a súbitas mudanças de opinião.

Em suas cartas, São Paulo relata um relacionamento tempestuoso com Pedro. Ao se converter à fé em Jesus (Paulo, judeu com cidadania romana, antes perseguia os cristãos), Paulo teria passado alguns anos sozinho até ir a Jerusalém e falar com Pedro e outros apóstolos. Depois, conseguiu convencer o grupo original de seguidores de Jesus que os pagãos também poderiam ser convertidos, mas entrou em conflito com Pedro, chamando-o de hipócrita. É que Pedro foi visitar a comunidade cristã de Antioquia, na Síria, e inicialmente fazia suas refeições com os crentes de origem pagã, coisa proibida pela lei judaica. No entanto, quando outros judeus cristãos apareceram na cidade, ele parou de fazê-lo, o que provocou a reprimenda de Paulo.

As chaves do Reino dos Céus

Há indícios de que, antes de ir para Roma, o santo passou por Antioquia e por Corinto, na Grécia.

John P. Meier afirma que a "profissão de fé" extraordinária de Pedro provavelmente é um fato histórico, por estar registrada nas diversas fontes usadas pelos evangelistas para compor suas narrativas. Também não duvida do papel de liderança de Pedro na Igreja primitiva. No entando, diz acreditar que a promessa de Jesus não é histórica, justamente porque ela usa a expressão "igreja" -- que praticamente não aparece nos textos do Novo Testamento que tratam da vida de Jesus. Para ele, Mateus "retrojeta" uma situação da Igreja primitiva para a época em que Cristo ainda estava vivo.

Mais importante ainda para a questão do "papado" de Pedro, escreve Eamon Duffy, é o fato de que Roma aparentemente não tinham um bispo único até por volta do ano 150, ou seja, quase um século após a morte do apóstolo. É bom lembrar que, originalmente, o papa era o bispo de Roma, que recebia especial atenção de seus pares por governar a comunidade cristã onde tinham sido martirizados Pedro e Paulo. No entanto, vários documentos do começo do século 2, escritos para a comunidade de Roma e por membros dela, em nenhum momento fazem menção a um bispo, mas apenas aos "anciãos da igreja" ou "dirigentes da igreja".

Para Duffy, a explicação mais provável é que a unificação do comando da igreja romana nas mãos de um só bispo veio mais tarde, por causa de uma série de pressões externas e internas, entre elas o surgimento de heresias poderosas, que contrariavam os ensinamentos cristãos originais. Como forma de defesa, as igrejas, entre elas a de Roma, teriam instituído a "monarquia" dos bispos.

Fonte: G1

Mais uma: Pastor afirma sofrer ameaças de deputado federal

O pastor Rogério Rocha Xavier, de 50 anos, superintendente da 20ª região da Grande Belo Horizonte da Igreja do Evangelho Quadrangular, responsável pela administração de 14 templos, é um homem que diz temer por sua vida e da sua família.Ele afirma que atraiu a ira do deputado federal Carlos William (PTC/MG), em 2003, quando assumiu a defesa intransigente do também deputado federal Mário de Oliveira, presidente nacional da igreja, depois do rompimento entre os dois parlamentares por questões políticas. Desde então, o pastor conta que sua igreja foi vítima de assaltos estranhos, denúncias falsas à polícia e uma ameaça explícita de morte. Para se sentir mais seguro, a queixa do crime de ameaça foi registrada na Delegacia Distrital Noroeste, em 8 de janeiro deste ano, mas a insegurança ainda ronda sua vida. Há 10 dias, uma de suas igrejas em Contagem foi novamente invadida. Os ladrões não levaram nada, mais um vez.

Na ocorrência (veja arte), o pastor Rogério relata que depois de uma reunião na igreja, em Contagem, um colega o informou de que, naquele dia, seu carro foi cercado na Praça da Cemig por uma blazer preta, na qual estava o deputado Carlos William. Segundo o relato, o parlamentar desceu do carro falando palavrões e foi em direção a ele gritando: “Avisa ao pastor Rogério que eu vou pegar ele. Vou acabar com a raça dele”. Depois deste incidente, afirma, ele percebeu que sua casa era freqüentemente vigiada por pessoas estranhas, a polícia foi informada da existência de um crime envolvendo seu filho, que era falsa, e a igreja sofreu pelo menos dois roubos, sendo que no primeiro o alvo dos assaltantes era apenas os documentos pessoais de Rogério e de sua mulher.

Gravações de telefonemas, feitas pela Polícia Federal com autorização judicial, também captaram diálogos onde Carlos William diz ao seu assessor parlamentar Charles Santos Sousa, em junho do ano passado, que quer “arrebentar” com o pastor de Contagem. Hoje, o pastor Rogério se sente um homem traído, já que num passado não muito distante acolheu em sua casa Charles e também foi um importante cabo eleitoral de Carlos William em sua primeira campanha política para vereador. Copos e talheres de sua casa foram parar no comitê de William e foi ele quem indicou Charles para trabalhar. “Não conheço Carlos William. Trabalhei para ele a pedido do pastor Mário de Oliveira e, nunca, fiz nenhuma pregação citando o nome dele, o denegrindo”, diz Rogério

AVIÃO

Nos diálogos captados pela PF é justamente Charles quem coloca mais pimenta na já comprometida relação do pastor com Carlos William. Ele conta ao chefe que o pastor Rogério dizia ao fiéis que Carlos William teria recebido de traficantes um avião para tirá-los da cadeia. Não cumpriu a promessa e ficou com a aeronave. O deputado não se contém e diz que quer “meter um ferro no pastor”, para depois perguntar se existem pessoas que ouviram as acusações para depor na Justiça. Com certo constrangimento, Charles informa a William que foi a sua futura sogra, Maria Geralda de Jesus, ex-pastora da igreja de Rogério e funcionária do gabinete do deputado, na Câmara dos Deputados, quem lhe falou. “Pior que foi só ela que ouviu”, diz. As ligações de Charles com a igreja do pastor Rogério são antigas. Ele é noivo da ex-secretária do templo Cláudia Renato de Jesus, filha de Maria Geralda, o que facilita seu acesso a informações privilegiadas dos aliados de Mário de Oliveira.

Resposta

O deputado Carlos William negou que tivesse qualquer intenção de atentar contra a vida do pastor Rogério Xavier. Disse ainda que desconhece a existência de uma ocorrência policial contra ele e vai mais longe para tecer elogios a ele. “É um bom pastor e me ofereceu seu apoio quando fui candidato a vereador.” O parlamentar, entretanto, admite que, de fato, não gostou das acusações de que teve em suacarteira de clientes traficantes, os quais teria roubado. “Ninguém ia gostar de uma coisa dessa”, afirma Carlos William. Ele explicou que ao falar com o assessor que gostaria de “meter um ferro” no pastor estava se referindo a processá-lo, o que fica evidenciado no diálogo, quando demonstra sua preocupação sobre a existência de uma testemunha que possa confirmar as acusações feitos pelo evangélico.

Fonte: UAI / OVerbo.com.br

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Jovens crentes sem religião crescem no país

Uma nova forma de religiosidade cresce entre jovens brasileiros. São os crentes sem religião, que valorizam a fé, mas sem se vincularem a uma igreja.

estudantes na grama Pesquisa do teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), ainda inédita e que será apresentada no livro “Religiosidade Jovem”, indica que, de 520 universitários entrevistados, de 17 a 25 anos, 32% são “jovens sem religião”.

O tema é assunto de comportamento da revista IstoÉ desta semana, com chamada de capa para a matéria “A fé da juventude”, do repórter Rodrigo Cardoso. Dos jovens sem religião da pesquisa de Ribeiro, 12,2% se declararam agnósticos ou ateus e 19,8% crentes sem religião.

A novidade reside precisamente nos crentes sem religião. “O espírito buscador do jovem não procura uma instituição religiosa que o enquadre, mas uma doutrina onde ele se encontre”, declarou a antropóloga Regina Novaes para a IstoÉ.

A concepção de que a fé só poderia ser vivida dentro de uma religião ou de uma igreja passa a ser questionada pela juventude. Ribeiro verificou, na pesquisa, que para o jovem brasileiro ter fé é mais importante do que seguir uma doutrina.

Segundo matéria da IstoÉ, “os símbolos religiosos, antes difundidos na igreja e no âmbito familiar, circulam mais por outras áreas de domínio público”, como blogs, camisetas, feiras, na moda.

Para Regina Novaes, “na juventude é o momento de se experimentar. E, hoje, também se experimenta religião”. Sem dúvida, um desafio para as igrejas históricas, pentecostais, neopentecostais, na busca de jovens para suas fileiras.

Fonte: ALC
Publicação A Folha Cristã

PL 122/06: manifestantes se opõem ao projeto, mas não às pessoas


Um grupo de 80 líderes evangélicos, entregou ontem (25) à Mesa do Senado um manifesto popular contra a aprovação do PLC 122/06. Deputados federais, senadores e pastores de diversas igrejas evangélicas, integrantes da Frente Nacional Evangélica, consideram que, a pretexto de combater a homofobia, o PLC 122/06 fere a liberdade de manifestação religiosa e o direito à livre manifestação do pensamento.

(Fonte: Portas Abertas / Agência Senado) - Isso porque criminalizaria "toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, ferindo o direito constitucional que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social".

“Não se trata aqui da pessoa ter liberdade de ser o que gostaria de ser. Se ela quer ser homossexual, que seja; se quer se juntar com alguém, que se junte. Mas eu não preciso aceitar isso”, disse o pastor Fadi Faraj, do Ministério da Fé.

No entendimento dele, o projeto suprime o direito à opinião do indivíduo e confere mais direitos a uns cidadãos do que a outros. “Eu tenho minha opinião e não gostaria de ver meu filho recebendo educação que considero inadequada dentro de uma escola. Não gostaria de ver nossa liberdade constitucional violentada por eu ter que engolir algo em que eu não acredito”, afirmou.

"Achamos que o problema da discriminação não atinge só os homossexuais, mas também os negros, as mulheres, até mesmo nós evangélicos. O projeto de lei dá poderes ditatoriais a uma minoria. Se um funcionário for dispensado de uma empresa, por exemplo, pode alegar homofobia e o dono da empresa vai ser preso por crime hediondo, inafiançável. Queremos trazer um projeto para proteger todas as minorias", disse o deputado Rodovalho (DEM-DF), da Igreja Sara Nossa Terra.

Proteção ou privilégio?

Os líderes evangélicos foram recebidos pelo senador Magno Malta (PR-ES), que também é contra a aprovação da proposta. Segundo ele, qualquer um que criticar ou rejeitar alguém para emprego ou transação comercial em virtude da “opção sexual” poderá ser preso.

Em discurso na tribuna do Senado, Magno Malta disse que ele e seus colegas se opõem ao projeto, mas "não às pessoas". Ele disse que alegar a necessidade da lei “porque estão matando homossexuais na rua" é uma distorção. "Matar não pode em nenhuma circunstância! Aqueles que têm disposição de matar, continuarão matando, independentemente de lei ou não, porque a mente criminosa será sempre a mente criminosa", alegou.

Para o senador, "o projeto cria um império homossexual no Brasil, uma casta diferenciada que não foi dada aos negros nem está nos estatutos do índio, do idoso ou do deficiente físico"

Relatora do projeto no Senado, a senadora Fátima Cleide (PT-RO) criticou a mobilização dos evangélicos. "Infelizmente alguns religiosos utilizam discurso político para tentar ludibriar as pessoas crentes e tementes a Deus. Há que se observar aí mais uma postura de intolerância, pois em qualquer religião há diversidade dos seres humanos", afirmou.

Do lado de fora do Congreso Nacional, mil evangélicos, segundo estimativa da Polícia Militar, deram as mãos, oraram e tentaram sem sucesso entrar nas dependências do Congresso Nacional, mas foram impedidos.

Magno Malta recebe evangélicos contrários à criminalização da homofobia

O 4º secretário do Senado, Magno Malta (PR-ES) recebeu, nesta quarta-feira (25), na sala da Presidência, representantes da Frente Nacional Evangélica que vieram ao Congresso protestar contra a aprovação do projeto de lei da Câmara (PLC 122/06) que torna crime a discriminação contra homossexuais.

Integrada por vários deputados federais, senadores e pastores de diversas igrejas evangélicas, a frente considera que, a pretexto de combater a homofobia, o PLC 122/06 fere a liberdade de manifestação religiosa e o direito à livre manifestação do pensamento. Isso porque criminalizaria "toda e qualquer manifestação contrária ao homossexualismo e às suas práticas, ferindo o direito constitucional que cada cidadão tem de, livremente, manifestar-se, expressar-se e opinar sobre qualquer tipo de conduta moral ou tema social".

Na opinião do pastor Fadi Faraj, do Ministério da Fé, o projeto suprime o direito à opinião do indivíduo e confere mais direitos a uns cidadãos do que a outros.

- Não se trata aqui da pessoa ter liberdade de ser o que gostaria de ser. Se ela quer ser homossexual, que seja; se quer se juntar com alguém, que se junte. Mas eu não preciso aceitar isso. Eu tenho minha opinião e não gostaria de ver meu filho recebendo educação que considero inadequada dentro de uma escola. Não gostaria de ver nossa liberdade constitucional violentada por eu ter que engolir algo em que eu não acredito- disse Fadi Faraj.

O PLC 122/06, já aprovado na Câmara dos Deputados, encontra-se em análise na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado.

Após o encontro com Magno Malta, os evangélicos se dirigiram ao Plenário e encaminharam à Mesa da Casa um manifesto contra a aprovação do PLC 122/06.

Treinador é demitido por permitir evangelismo a muçulmanos

ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA - Um treinador de luta de Michigan, nos Estados Unidos, perdeu o emprego porque o seu assistente foi acusado de tentar "converter estudantes muçulmanos ao cristianismo". O caso reflete uma hostilidade crescente contra o cristianismo ao longo do país e uma clara violação à liberdade religiosa.

De acordo com um relatório da Associação Psiquiátrica Americana, Michigan abriga a segunda maior comunidade muçulmana fora do Oriente Médio. O mesmo relatório, também destaca que o islã é atualmente a religião que mais rapidamente cresce nos Estados Unidos.

Jerry Marszalek trabalhou durante 35 anos como treinador de luta livre na Escola Secundária de Fordson, em Dearborn, segundo informações do jornal "Detroit News".

Recentemente, o diretor da escola, Imad Fadlallah, decidiu não renovar o contrato do treinador porque pais da comunidade islâmica reclamaram que Trey Hancock, o ex-assistente de Jerry Marszalek, e pastor da Assembléia de Deus, tentava converter os alunos muçulmanos ao cristianismo.

Jerry Marszalek diz que o diretor nunca sequer assistiu a um treinamento de luta livre, mas baseou o julgamento dele nas reclamações do pai de um estudante árabe.

Jan Markell, fundadora do ministério Árvore de Oliva, em Minnesota, diz que a terminação é ultrajante. "Ele... o professor...tinha um trabalho de 35 anos em Dearborn, Michigan, e não era ele o professor que estava fazendo qualquer tipo de evangelismo, era o assistente", argumenta ela.

Além disso, ela questiona o que aconteceria se um diretor cristão demitisse um treinador muçulmano, em circunstâncias semelhantes, alegando tais motivos. E pede para que a União de Liberdades Civis Americana possa intervir imediatamente no caso.

Assistente nega as acusações

Trey Hancock nega as alegações de que tenha tentado converter estudantes, insistindo que nunca testemunhou ou orou enquanto treinava na Fordson. Embora ele tenha batizado um estudante muçulmano de Dearborn, em 2005, ele lembra que essa atividade não foi executada durante o horário escolar.

Depois do batismo, o treinador Jerry Marszalek foi advertido pelo diretor da escola a manter o assistente longe da prática de luta livre e de eventos.

Hostilidade aos cristãos cresce no país

O caso reflete uma hostilidade crescente contra o cristianismo ao longo do país, e não apenas entre os membros da população muçulmana.

A perseguição cristã assumiu uma variedade de formas nos Estados Unidos – desde a crescente intolerância ao proselitismo até à erradicação, nos últimos anos, de quase todas as referências cristãs contidas em livros históricos e de ensino das escolas públicas.

Embora a magnitude da perseguição nos EUA seja incomparável com que ocorre na China, Mianmar e Sudão, por exemplo, onde a perseguição é severa e muitos cristãos acabam martirizados, a percepção anticristã nas escolas americanas, na mídia e na sociedade em geral causa preocupação aos cristãos dessa nação que ficou notoriamente conhecida pela liberdade de expressão e culto.

Em 2005, o Centro Islâmico da América construiu m Dearborn uma mesquita de US$ 14 milhões com a cúpula em ouro.

Fonte: Missão Portas Abertas
www.portasabertas.org.br

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Lei da Mordaça Gay: Grande mobilização contra a aprovação do projeto!

(Tsuli Narimatsu, jornalista da Portas Abertas) - Neste dia 25 de junho, quarta-feira, às 14h, haverá uma manifestação contra a aprovação do PLC 122/06 que censura a pregação da Bíblia Sagrada, em nome do "respeito" aos homossexuais, em frente à entrada do Congresso Nacional, em Brasília.

O livre arbítrio, ou seja, a liberdade de escolha sobre o que fazer na vida, é um direito dado por Deus a todos os homens. Não cabe aos cristãos a tarefa de julgar comportamentos homossexuais ou impedi-los.

Mas cabe aos cristãos a liberdade de pregar trechos da Bíblia Sagrada, ainda que existam posições discordantes! Sem a ameaça de prisão ou o confisco dos livros!

Entenda o conteúdo do projeto e o impacto sobre a sua vida, aqui.

Diante de uma possível votação nos próximos dias, voltamos a convocar todas as pessoas que estão fora do Distrito Federal a enviarem mensagens de repúdio aos senadores (veja lista completa, aqui) ou telefonarem para o Alô Senado no 0800 61 22 11, a ligação é gratuita.

Atenção à tramitação do projeto

Atualmente o projeto está para ser votado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). De lá, seguirá para a aprovação da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e depois para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Pode parecer um longo trajeto, mas não é. Assim que deixar a CCJ, o PLC 122/06 irá diretamente para mãos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que já disse que irá sancionar (ou seja, assinar) a lei de homofobia.

Corre à boca pequena que a transferência do projeto da CDH no início do ano para a CAS seria para ganhar tempo e fazer um acordo com senadores. Ore para que não haja nenhuma forma de cooptação dos políticos envolvidos no processo.

Votação surpresa

Faz parte da estratégia usada pelos senadores (e também por deputados e vereadores) a falta de transparência na agenda dos trabalhos legislativos – o que impede que o povo conheça com antecedência o que está para ser votado, e portanto, não consiga se mobilizar a tempo.

Desse modo, diversas leis que interferem diretamente na vida dos cidadãos são aprovadas. E foi exatamente assim que o PLC 122/06 foi aprovado em todas as comissões (colocado em pauta na última hora) e pelo plenário da Câmara dos Deputados, em uma sessão esvaziada, quando a bancada evangélica estava ausente.

Muitos deputados à época não criam na aprovação de uma lei tão absurda que fere a liberdade de pregação da Bíblia Sagrada (leia mais), entre outros pontos. Mas o projeto chegou ao Senado e está próximo de se tornar lei.

Lembre-se: nossa liberdade religiosa, de interpretação e pregação – não apenas de trechos bíblicos como também do Alcorão e da Torá – podem sofrer um "cala boca".

Se o PLC 122/06 for aprovado como está, você poderá assistir pastores, padres, rabinos e xeiques presos. A realidade da Igreja Perseguida expressa em nossa revista e livros pode se tornar a realidade da Igreja Brasileira. Sem contar que seremos obrigados a "contrabandear" Bíblias cujo original não foi censurado!

Clique aqui para saber o endereço e o telefone dos 36 senadores e ver uma sugestão de modelo de carta.

Entenda toda a polêmica e o risco que os brasileiros estão correndo por meio do PLC 122/06 e do PL 6418/2005 aqui!

O telefone do Senado é 0800 61 22 11. A ligação é gratuita. Pressione os senadores do seu Estado e manifeste-se contra o projeto!

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

terça-feira, 24 de junho de 2008

Jogador do Santos cita a Bíblia acreditando na recuperação do time

Fabão revela que sente vontade de chorar com a má fase do Peixe. Experiente zagueiro afirma que tem evitado até buscar sua filha na escola só para não ter de encontrar torcedores na rua.


(Fonte: Globo Esporte) - A situação do Santos no Brasileirão é tão ruim que o zagueiro Fabão chega a sentir vontade de chorar. O experiente jogador admite que está ruim até para ir buscar sua filha na escola. A cobrança por resultados é tamanha que ele evita sair na rua para não ter de ser confrontado por torcedores.

- Nunca passei por isso. Chego em casa, boto a cabeça no travesseiro e quero chorar. O Santos é muito grande, gente! Não pode estar nessa situação - desabafa o zagueiro.

O zagueiro revela que o clima entre os jogadores também é péssimo. Todos estão cabisbaixos com o fato de o time ter vencido apenas uma das sete partidas que disputou. Com cinco pontos, o Alvinegro é o penúltimo colocado.

- Todos aqui estão muito tristes - comenta.

Frade metaleiro participa de festival de música na Itália

Um frade italiano que criou uma banda de heavy metal será uma das atrações de um festival de música ao lado de bandas consagradas como Iron Maiden e Judas Priest.

Aos 62 anos, Cesare Binozzi, um frade franciscano da ordem religiosa dos capuchinhos, tem uma banda chamada Irmão Metal, que já gravou 15 discos de forma independente, com músicas que falam de temas religiosos.

Este ano o grupo participa do principal festival de música heavy metal da Itália, o "Gods of Metal", no próximo fim de semana, na cidade de Bolonha.

A banda pisará no palco no domingo cantando músicas do seu último disco, "Mistérios". A noite será fechada por um show do Judas Priest.

Segundo os organizadores, o festival deverá atrair um público de cerca de 100 mil pessoas.


Valores

“Não uso a música para ganhar dinheiro, mas para difundir os valores ligados à Igreja. Se a linguagem é dura, é somente porque assim é a realidade”, afirmou o frade ao jornal Corriere della Sera.

A intenção do frade é transmitir aos jovens os ensinamentos do Evangelho de um jeito diferente do que é pregado na igreja.

“O heavy metal é energia pura, intensa e tem sua beleza, além de conteúdo, porque faço música com letras que ajudam a entender coisas importantes a nível de fé e de vida”, disse o religioso à BBC Brasil.

“Os jovens não são bobos ou estúpidos. Entendem que o que digo tem sentido e valor.”

Binozzi conta que ele mesmo escreve as letras das canções - que falam de droga, família, amor e fé - enquanto os outros três componentes da banda, o guitarrista, o baixista e o baterista, fazem a música.

“As letras são boas porque falam de coisas da vida, como o álcool, sexo, a vida em geral, temas normais. Se você ouve o disco sem entender as palavras, parece uma música heavy metal como as outras”, disse o baterista, Andrea Zingro, à BBC Brasil.

Segundo o músico, é mais divertido tocar com o frade do que com outros cantores.

“Não acho estranho. É uma pessoa como as outras, e tem experiência em muitas coisas. Nos divertimos muito mais com ele do que com outros cantores”, disse Zingro.

Símbolo de amor

Frade Cesare diz que gosta de todo tipo de música, mas tem preferência pela metaleira, ainda que o gênero esteja muito distante do que tradicionalmente se ouve nas igrejas.

Ele diz que o heavy metal, ao contrário do que muitos dizem, não tem ligações com ritos satânicos e cultos ao diabo.

“O heavy metal é o oposto do satanismo. Há dois ou três grupos que se dizem satânicos, mas são poucos em milhares que nada têm a ver com o demônio.

“Conheço o guitarrista do Metallica. Ele faz meia hora de oração antes de ir ao palco. No fundo é música boa e vontade de socializar”, afirmou o frade.

Nem mesmo o gesto típico dos metaleiros, com os dedos mindinho, indicador e polegar apontados tem simbologia negativa, segundo ele.

“É um símbolo do amor, quer dizer eu te amo”, interpretou.

Cesare Bonizzi trabalhou como operário e comerciante antes de entrar para o convento Musocco, nos arredores de Milão.

Ele foi ordenado sacerdote em 1983 e iniciou sua atividade pastoral trabalhando com grupos de motoristas de bonde e metrô da cidade. Foi neste ambiente que começou a compor suas primeiras canções, como "A dança do bonde".

O público que freqüenta os shows de heavy metal não vê o frade com desconfiança, garantem os músicos.

“Os jovens gostam dele”, disse o baterista.

“Às vezes tem alguém que se incomoda, não porque seja contra mim pessoalmente, mas porque não deve gostar de padres. O que posso fazer? Em geral o relacionamento é muito bom”, afirmou o religioso.

O Vaticano, que defende liturgias tradicionais, ainda não se pronunciou sobre o caso do frade metaleiro.

Fonte: BBC Brasil

Mais um caso: Ceará: Padre estaria trocando dinheiro por sexo

Um escândalo envolvendo o padre José Ramos de Araújo, pároco da igreja de Nossa Senhora Aparecida, no bairro João Cabral, em Juazeiro do Norte, abala a igreja católica no interior do Ceará. O padre denunciou à polícia que estava sendo vítima de extorsão.

A polícia já prendeu duas pessoas que negam a versão do padre. José Erasmo Ferreira, 27 anos, foi preso no momento que tentava receber 3 mil reais, na igreja onde padre Ramos trabalhava. Na versão de Erasmo, ele e seus amigos praticavam sexo com o padre em troca de dinheiro.

O outro acusado preso, Emerson Jorge, 23 anos, é casado e também afirma ter mantido relação sexual com o padre várias vezes por dinheiro. Ele negou está extorquindo o padre.

Bispo expulsa de igreja repórter que denunciou padre com filho

O bispo da cidade italiana de Pádua, Antonio Mattiazzo, expulsou neste domingo de uma igreja de sua diocese o jornalista Gianni Biasetto, que revelou o caso de um padre que teve um filho com uma moradora da localidade.

O fato, segundo a imprensa local, ocorreu em Monterosso de Abano, no norte da Itália, na paróquia de São Bartolomeu, que estava sendo visitada pelo bispo e da qual Sante Squotti foi pároco até largar a batina por ter se apaixonado por uma mulher e tido um filho com ela.

O caso de Squotti foi revelado por Biasetto no jornal "Mattino di Padova".

Biasetto estava hoje na igreja, junto com vários fiéis, quando o bispo, em voz alta, perguntou se entre os presentes estava o jornalista.

Biassetto disse que quando o bispo o identificou, aproximou-se dele, agarrou-o pelo braço e jogou-o na rua, dizendo: "Você não pode estar aqui. Aqui mando eu. Agora, saia. Este não é um lugar público".

O repórter afirmou que se sentiu humilhado e que o bispo agiu assim por ele ter sido o primeiro a revelar o caso do padre incasto e apaixonado.

"Minha única culpa, se a tenho, é ter feito meu trabalho e escrito a verdade", acrescentou o jornalista.

Até o momento, o bispo não fez nenhum comentário sobre o caso.

Fonte: Folha Online

EUA: pastor-caminhoneiro leva capela em carreta

Há quase duas décadas, duas vezes por semana, ele arrasta uma capela no reboque de seu caminhão de 18 rodas até esta movimentada parada de caminhoneiros na Pensilvânia, na entrada da rodovia interestadual 70.

Para a maior parte das pessoas, esse lugar entre Pittsburgh e Harrisburg é literalmente o meio do nada. Representa um tanque de gasolina, um banheiro, uma parada para o café. Mas para Rust, o terreno cheirando a diesel diante do posto All-American Petro é a paróquia ideal para pregar às massas viajantes sobre o sentido da vida.

"Todo mundo aqui tem seguro para seus carros", diz. "Eu quero vender um seguro para suas almas."

Um homem grandalhão, de sorriso fácil e passo lento, Rust (foto), 39 anos, começou a pregar de seu caminhão em 1991. Ele estava seguindo as pegadas de seu pai, Sam, 74 anos, que também tinha um caminhão convertido em capela e desde 1978 viajava pela costa leste dos Estados Unidos pregando aos motoristas (aliás, continua a fazê-lo em pelo menos duas viagens por ano).

Eles são parte da crescente presença religiosa nos postos de parada de caminhões e áreas de repouso de todo o país. No ano passado, 230 paradas de caminhoneiros e áreas de repouso nos Estados Unidos reportavam dispor de capelas, fixas ou sobre rodas, ante cerca de 120 em 2000, de acordo com um guia nacional do setor de transporte rodoviário.

A estrada aberta é um dos poucos lugares em que as pessoas refletem, hoje em dia, e mais gente tem aparecido em seu caminhão-capela trazendo o coração pesado de preocupação, disse Rust.


As necessidades

Perturbadas pela crise das hipotecas, assustadas com o preço do combustível e incertas quanto à guerra, a economia e a eleição deste ano, as pessoas parecem ansiosas e demonstram estar em busca de um senso de segurança, ele afirma.

"É a solidão e a preocupação que sentem", disse, acrescentando que os caminhoneiros, e especialmente os motoristas independentes que precisam bancar suas próprias despesas, são aqueles que enfrentam as maiores dificuldades.

Quando seus celulares quebram o silêncio solitário das longas viagens, em geral são reclamações de suas mulheres, deixadas sozinhas em casa com eletrodomésticos quebrados, filhos bagunceiros ou outros problemas que os motoristas pouco podem fazer para resolver, de tão longe, diz Rust.


Orações

"Eles costumavam me pedir que orasse pela segurança de suas famílias em sua ausência", disse Rust, membro da Assembléia de Deus. "Agora, querem que eu ore também por seus casamentos, suas casas e seus empregos."

Os quatro-rodas, gíria dos caminhoneiros para quem percorre as estradas em veículos que não caminhões, também procuram Rust com suas preocupações.


Ajudando a todos

Recentemente, um antigo viciado que acabara de sair da prisão depois de servir uma sentença de dois anos por posse de metanfetamina sentiu que não estava conseguindo resistir à tentação, e procurou o pastor em busca de ajuda. Rust segurou sua mão e se ajoelhou com ele ao lado da bomba de gasolina, para pedir a Deus que lhes desse persistência.

Antes disso, houve uma jovem prostituta que alguém havia deixado na parada de caminhões. Rust encontrou um lugar onde ela podia dormir em segurança. Na semana passada, uma mulher da Califórnia que vive em seu Ford Taurus enferrujado viajando pelas estradas do país precisava ser convencida de que Deus não a estava punindo por uma vida sem raízes, conta Rust.

"Eu ouço muito mais do que falo, hoje em dia, porque as pessoas que encontro nas estradas têm muito a descarregar", disse.


As origens

Quando era jovem, ele passou muitas noites de verão e muitos finais de semana na capela montada na traseira do caminhão de seu pai, em viagens familiares pelo país. Ele descobriu sua vocação religiosa certo verão, em umas parada de caminhões na rodovia interestadual 20, perto de Big Spring, Texas, depois que seu pai encostou o caminhão no acostamento para inspecionar o que parecia ser um pneu furado.

Um homem se aproximou deles chorando e contou sobre seus problemas conjugais e sua batalha contra a vontade de se suicidar. A família orou com ele, e quando se levantou o homem parecia calmo de uma maneira que Rust afirma jamais ter visto. Quando o pai de Rust enfim foi consertar o pneu, descobriu que não estava furado. "Deus realmente sabe como marcar um encontro", disse Rust.


Os desafios

Mas nem todo mundo parece convencido. "Se o reverendo conseguisse ajudar com aquilo, eu poderia começar a acreditar em Deus", disse Cory Lewis, um caminhoneiro independente de Morgantown, Virgínia Ocidental, apontando para a bomba de gasolina.

Lewis diz que hoje ele gasta US$ 2,5 mil por semana para manter seu caminhão na estrada, ante US$ 500 dois anos atrás. Rust diz ter percebido mudanças sutis entre os caminhoneiros e os motoristas, recentemente.

Menos caminhoneiros fazem brincadeiras de mau gosto quando ele ora por eles usando o rádio do caminhão, conta Rust, cuja organização, chamada "Headlight in Trucking", sobrevive com US$ 90 mil em doações anuais obtidas junto a igrejas de todo o país.

"Os problemas estavam por vir há algum tempo", disse Rust, em referência à situação difícil que o país vive.

Ele observou silenciosamente o sinal que colocou ao lado da entrada da capela depois dos ataques de 11 de setembro. O cartaz que antes dizia "bem-vindo a bordo" hoje traz uma paráfrase da Bíblia: "América, saiba disso: Quando o fim estiver por chegar, momentos perigosos surgirão. Você está preparada?"

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Governo grampeia telefone e intercepta encontro de pastor

O pastor chinês Ming Xuan Zhang foi detido junto com o intérprete dele quando estava a caminho de um encontro com o oficial sênior dos Estados Unidos em Pequim, Bastiaan Belder, na manhã do dia 18 de junho.

De acordo com a Associação de Ajuda Associação (CAA, sigla em inglês) os dois combinaram de se encontrar para uma conversa rápida, por telefone, por volta das 19h25, mas às 24h08 o pastor Ming Xuan Zhang  já estava detido em um escritório da Agência de Segurança Pública.

O presidente da CAA, Bob Fu, disse que o pastor foi detido em um ônibus enquanto ele e o intérprete combinavam por telefone celular com o doutor Bastiaan Belder, do Comitê das Relações Exteriores entre Estados Unidos e China, que iriam se encontrar no hotel Yanshan, no distrito de Haidian.

O telefone celular do pastor foi subitamente forçado a ser desligado por um oficial do Partido Comunista. Ele e o intérprete estão detidos no escritório do Partido Comunista de Shuangyushu, no distrito de Haidian, em Pequim.

Um homem de Deus ativo em fé e obras

O pastor Ming Xuan Zhang é o presidente de Aliança de Igreja Domésticas chinesa. A CAA clama para que o governo chinês liberte pastor imediatamente e de forma incondicional.

No ano passado, Ming Xuan Zhang, enviou três cartas abertas para a comunidade internacional informando ao mundo sobre os sofrimentos e perseguições que ele suportou nas mãos de oficiais do governo.

Detalhando os muitos sofrimentos e injustiças, o pastor Zhang teve que suportar muitas perseguições ao longo dos anos por ter se tornado um franco evangelista e líder da Aliança de Igrejas Domésticas.

Desde a conversão dele para o cristianismo, em 1986, o pastor Zhang esteve preso, foi espancado e encarcerado por 12 vezes. Recentemente, funcionários do Estado o forçaram a fechar o orfanato que ele mantinha com a ajuda dos dois filhos (relembre do caso).

Ming Xuan Zhang e os órfãos continuaram procurando lugares para morar, mas foram recusados diversas vezes por proprietários que foram ameaçados e receberam ordens de funcionários do governo para não alugarem nenhum imóvel ao pastor.

Fonte: Missão Portas Abertas
www.portasabertas.org.br

domingo, 22 de junho de 2008

Pensamento da Globo de como tratar os evangélicos

Há uma recente instrução geral (não escrita) na Globo sobre como tratar os evangélicos, vinda diretamente da família Marinho: adversária é só a Universal do Reino de Deus, de Edir Macedo - e não todas as igrejas evangélicas.


(Fonte: Veja Online) - Em sua programação, a emissora deve deixar claro que não discrimina os outros evangélicos. Essa demarcação terá que ficar nítida.

A avaliação é que a Universal aproveita bem o embate com a Globo para unir todos os evangélicos contra a emissora - e que a Globo nunca conseguiu explicitar de modo patente que a sua guerra é com igreja de Macedo, a qual chama de seita. Na verdade, a Globo nunca se preocupara com isso, que, afinal, parece meio óbvio, e botavam todos no mesmo saco. Resultado: há entre boa parte dos evangélicos o sentimento de que são discriminados pela emissora.

Agora, tenta recuperar o tempo e a audiência perdidas.

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sexta-feira, 20 de junho de 2008

Bebê indiano volta à vida a caminho do cemitério

Um bebê recém-nascido dado como morto na cidade de Mumbai, na Índia, voltou a apresentar sinais de vida um dia depois, quando seus pais o levavam para o cemitério. A diretoria do hospital Sion, onde a menina nasceu, determinou a abertura de um inquérito independente para investigar um possível caso de negligência dos funcionários que atenderam a mãe da criança.

"Temos que determinar a responsabilidade. Os médicos que estavam de plantão estão sendo interrogados", disse Suleiman Merchant, diretor interino do Sion.

Merchant disse que a mãe da criança, de 30 anos, estava grávida de sete meses.

Durante o final de semana antes do nascimento ela teve pressão alta e, durante o parto, teve convulsões. Para tratar estes problemas, ela teve que tomar remédios fortes.

Barulho

O bebê foi declarado morto na noite de segunda-feira.

Um atestado de óbito foi emitido na manhã de terça-feira e, duas horas depois, o corpo foi entregue aos pais.

Mais tarde, quando o efeito dos remédios tomados pela mãe passou, o bebê "demonstrou que tentava respirar", disse Merchant.

Quando os pais levavam o bebê para o cemitério, a criança começou a fazer barulho e foi levada às pressas de volta ao hospital.

Há informações de que ela está em estado grave e respira com ajuda de aparelhos.

Especialistas afirmam que provavelmente os remédios dados à mãe reprimiram os batimentos cardíacos da criança, que voltaram a ficar fortes depois que o efeito dos medicamentos passou.

Fonte: Ultimo Segundo

Família tcheca acusada de comer pedaços de crianças é julgada

LONDRES - A mãe e outros familiares de dois meninos tchecos estão sendo julgados desde terça-feira sob a acusação de mantê-los presos em um porão. Segundo o diário online Metro, as crianças sofreram abuso sexual, foram queimadas com cigarros e tiveram pedaços da própria carne cortados e comidos pelos torturadores.


(Fonte: JB Online) - Ondrej Mauerova, 8 anos, disse que ele e o irmão Jakub, 10 anos, ficavam presos em gaiolas ou algemados. O caso foi descoberto no ano passado quando um homem colocou uma câmera para vigiar seu filho recém-nascido e captou o sinal dos meninos sendo espancados no porão.

A polícia foi chamada e os meninos e uma aparente terceira criança de 13 anos, foram libertados. Porém, descobriu-se que o que parecia ser um garoto tratava-se de Barbora Skrlova, apontada como uma das torturadoras.

Na época, Barbora conseguiu fugir, mas foi encontrada em janeiro deste ano freqüentando uma escola da Noruega, onde ainda se passava por um adolescente, e levada de volta à República Tcheca.

Klara Mauerova, mãe dos meninos, chorou durante o julgamento e, apesar de admitir ter torturado os filhos, disse que era manipulada pela irmã, Katerina Skrlova.

As três mulheres julgadas fazem parte de uma seita chamada Movimento Graal, que tem centenas de seguidores na Grã-Bretanha e alguns outros espalhados por diferentes países. Outros familiares de Klara também são acusados de envolvimento nas torturas.

O tribunal ouviu que as agressões foram coordenadas por um homem identificado apenas como "Doutor", que teria enviado mensagens de texto para o celular das irmãs dizendo-lhes como deveriam torturar as crianças. O julgamento dos acusados ainda não terminou.

Abuso sexual lidera atendimentos no SUS

A agressão sexual foi a principal causa de atendimento em serviços de referência de violência cometida contra adolescentes, segundo pesquisa do Ministério da Saúde feita em 84 unidades de atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em 37 municípios do País.

Dos 2.370 registros de violências contra adolescentes, 1.335 foram por agressões sexuais, o que representou 56,3% dos atendimentos. Os registros abrangeram a faixa etária que vai dos 10 aos 19 anos de idade.

Depois da violência sexual, estão as agressões morais (49,9%) e físicas (48,3%), em terceiro lugar, seguidos das negligências ou abandono (12,6%) e financeiras (1,4%). De acordo com técnicos do Ministério da Saúde, parte das vítimas sofre mais de uma agressão ao mesmo tempo.

A agressão sexual também foi a principal causa de atendimentos a crianças com idade entre 0 e 9 anos notificados pelos serviços de referência de violências. De acordo com as informações, dos 1.939 registros de violências contra crianças, 845 foram por agressões sexuais, o que representa 43,6% dos atendimentos.

E enquanto isso o governa apóia a causa gay, que é um dos maiores propagadores do sexo livre em nosso país.
Enquanto nossas crianças sofrem nas mãos de pais e pessoas sem amor, o governo quer aprovar a PL122/2006, que vai tornar criminoso, todo aquele que se opor a preferência sexual de algum individuo. Você não poderá mais dizer as seus filhos que Deus fez homem e mulher, porque estará desta forma discriminando os homossexuais, e acredite ou não, isso será crime.
E então eu me questiono... estas pessoas sem amor, que abusam dessas crianças e adolecentes, tem um preferência sexual... que é por menores... mas a lei quer tornar crime todo preconceito contra a "orientação sexual", e esta é a orientação sexual deles... como podem ver a PL122/2006 é anticonstitucional.

Fonte: Terra Notícias

Israel acha "difícil" acordo final sobre Jerusalém ainda este ano

Israel considera difícil alcançar ainda este ano um acordo com os palestinos para resolver os pontos mais delicados da questão de Jerusalém, indicou hoje Mark Regev, porta-voz do primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert.

Regev afirmou que o acordo que se deve ser fechado em 2008 com os palestinos "dificilmente incluirá um entendimento definitivo sobre Jerusalém, embora possa estabelecer um marco para negociações futuras".

O porta-voz israelense reconheceu que Jerusalém é, atualmente, o ponto mais delicado das negociações entre israelenses e palestinos nas conversas de paz lançadas na conferência de paz de Annapolis (EUA), em novembro de 2007.

Os palestinos desejam estabelecer a capital de seu futuro Estado na parte oriental de Jerusalém, ocupada por Israel na Guerra das Seis Dias, em 1967, e onde a população judaica já supera a árabe, por causa da construção de assentamentos.

Israel considera Jerusalém a capital "única e indivisível" de seu Estado e do povo judeu, e sustenta, por isso, que os assentamentos judaicos no leste da cidade são "bairros" como quaisquer outros da parte ocidental.

Fonte: Gospel+

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Extenso porém excelente: O Sacerdócio no Lar

A Bíblia ensina que Jesus Cristo nos comprou com seu sangue para fazer de nós reis e sacerdotes (Ap.5:9,10), o que nos faz compreender a visão do sacerdócio universal do crente. Diferente da idéia pintada pela igreja em séculos anteriores, não temos duas categorias distintas na igreja: o clero e os leigos. Todos são sacerdotes e deveriam funcionar como tal. As Escrituras Sagradas ainda distinguem posições de governo dentro da Igreja Local, mas não limita o sacerdócio a uns poucos cristãos. Todo crente deve funcionar em seu lugar no Corpo de Cristo, e todos têm a responsabilidade de ministrar ao Senhor, bem como aos homens, em nome d´Ele.

Esta visão tem sido resgatada em nossos dias, e somos gratos a Deus por isso. Contudo, mesmo para aqueles cujo coração já se encontra aberto a esta verdade, ainda vemos muitos com uma dificuldade: a de não enxergarem o sacerdócio do lar como algo fundamental.

O SACERDÓCIO COMEÇA NO LAR

Antes de ser sacerdote na igreja, o homem tem que ser sacerdote na sua própria casa:

“É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher... e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois, se alguém não sabe governar a própria casa, como governará a Igreja de Deus?)“ (I Timóteo 3:2a, 4 e 5)

Não é porque vai governar a igreja que o bispo tem que ter um bom lar, mas justamente o contrário. O homem tem que ser o pastor do seu lar; isto é requisito não só para quem ingressa no ministério de tempo integral, mas é um exemplo de vida cristã. E se a pessoa não cumpre um requisito básico da vida cristã, então não tem autoridade para ser um ministro à frente da Igreja. Portanto, o mandamento de ser sacerdote no lar é para todo cristão. E isto envolve uma excelente conduta familiar, que depois será cobrada do líder como exemplo para o restante do rebanho:

“Por esta causa te deixei em Creta, para que pusesses em ordem as coisas restantes, bem como, em cada cidade, constituísse presbíteros, conforme te prescrevi: alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados”. (Tito 1:5,6)

O homem, além de ser fiel à sua esposa, deve conduzir seus filhos no caminho do Senhor e numa vida de santidade, o que exigirá dele não só conselhos casuais, mas todo um acompanhamento, investimento e ministração na vida espiritual de seus familiares. O posicionamento de um homem de Deus sempre deve envolver sua casa. Este foi o exemplo dado por Josué:

“Mas se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais, se aos deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do Rio, ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. (Josué 24:15)

O texto acima reflete a responsabilidade de Josué de não apenas buscar ao Senhor, mas servi-lo com toda a sua família. Quando se trata de família, não existe a história de “cada um por si”. Embora a responsabilidade de cada um diante de Deus seja individual, precisamos aprender a lutar por nossos familiares, especialmente aqueles que possuem a incumbência de exercer o sacerdócio do lar.

O plano de Deus não é apenas para o homem sozinho, mas para toda a sua família. Quando o Senhor decidiu julgar e destruir a humanidade nos dias de Noé, não proveu salvação para ele sozinho, mas para toda a sua família (Gn.6:18). Vemos também que Deus prometeu a Abraão que nele seriam abençoadas todas as famílias da Terra (Gn.12:3).

Ao tirar Ló de Sodoma, o anjo do Senhor fez com que ele saísse com toda a família (Gn.19:12). No Novo Testamento encontramos um anjo visitando Cornélio e dizendo que deveria chamar a Pedro, “o qual te dirá palavras mediante as quais será salvo, tu e toda a tua casa”. (At.11:14).

E além de todas estas porções bíblicas, encontramos a clássica declaração do apóstolo Paulo ao carcereiro de Filipos:

“Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e toda a tua casa”. (Atos 16:31)

Deus tem um plano para toda a família. Não quer dizer que porque um se converteu, todos irão converter-se por causa deste texto. Não creio que ele seja uma promessa a todo crente, mas sim que revele uma intenção de Deus quanto às famílias de uma forma geral.

Vale lembrar que Paulo declarou isto ao carcereiro num momento em que este homem ia se matar. Paulo não podia vê-lo, pois além de estar dentro de sua cela, a Bíblia diz que eles estavam no escuro. O apóstolo Paulo teve uma revelação do Espírito Santo para uma pessoa específica, num momento específico. Não posso dizer: - “Ei, Deus! Você prometeu que se eu cresse iria salvar todo mundo lá em casa!”. Mas posso muito bem orar pelos meus familiares crendo que há um plano divino para a família. Cada familiar meu tem o direito de escolha, se dirão sim ou não a Jesus Cristo, é responsabilidade pessoal de cada um deles.

Mas farei de tudo para convence-los, ensina-los, cobri-los de oração intercessória e tudo o mais que for possível. No caso deste carcereiro filipense, o Senhor mostrou de antemão toda a família salva. Mas para cada um de nós, mesmo se não diga de antemão o que irá acontecer, Deus já revelou seu plano em sua Palavra para toda a família. E o sacerdote do lar tem uma grande responsabilidade de afetar o destino dos seus entes queridos.

O CABEÇA É O RESPONSÁVEL

Na condição de cabeça do lar, o homem é o responsável de quem Deus cobrará o exercício do sacerdócio. É óbvio que a mulher deve participar exercendo o sacerdócio juntamente com seu marido, mas a responsabilidade maior não está sobre seus ombros. Muitos maridos se acomodam por ver sua esposa fazendo bem o seu papel, mas não deveriam agir assim. Por melhor que seja a ajuda da mulher, o homem tem que fazer a sua parte!

No caso da mulher cujo marido não é convertido, entendemos que ela deve assumir a posição de sacerdotisa sobre os filhos, porém não sobre seu marido. Parece-nos ter sido exatamente o que aconteceu na casa de Timóteo, discípulo do apóstolo Paulo. A Bíblia menciona apenas a mãe dele como sendo convertida:

“Chegou também a Derbe e a Listra. Havia ali um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego; dele davam bom testemunho os irmãos em Listra e Icônio”. (Atos 16:1,2)

E além da Bíblia nada falar sobre o pai de Timóteo sendo convertido, ainda mostra que a cadeia de ensino e discipulado foi sendo transmitida por meio da avó e depois da mãe dele:

“Lembrado das tuas lágrimas, estou ansioso por ver-te, para que eu transborde de alegria pela recordação de tua fé sem fingimento, a mesma que, primeiramente, habitou em tua avó Lóide e em tua mãe Eunice, e estou certo de que também, em ti”. (II Timóteo 1:4,5)

Portanto, na falta do homem como sacerdote, ou na incapacidade dele de exerce-lo – por não ser convertido, por exemplo – a mãe assume este papel, porém sempre em relação aos filhos, nunca em relação ao marido:
“E não permito que a mulher ensine, nem exerça autoridade sobre o marido”. (I Timóteo 2:12)

Os pais cristãos devem entender a sua responsabilidade de suprir não só as necessidades materiais e emocionais de seus filhos, mas também as espirituais. A Palavra de Deus declara que “Herança do Senhor são os filhos; o fruto do ventre, seu galardão” (Sl.127:3).

Os filhos não nos pertencem, são propriedade de Deus. Ele apenas nos confiou seus cuidados, e um dia teremos que responder perante Ele por isso. Daremos conta da forma como criamos nossos filhos, e isto deve trazer temor ao nosso coração, especialmente no que diz respeito à formação espiritual deles. Não podemos brincar com isto!

Deus está chamando os pais a assumirem um compromisso maior com Ele de ministrar a vida espiritual de seus filhos. É preciso ministrar-lhes o coração. Desde os dias da Velha Aliança o Senhor já esperava isto:

“Não te esqueças do dia em que estiveste perante o Senhor, teu Deus, em Horebe, quando o Senhor me disse: Reúne este povo, e os farei ouvir as minhas palavras, a fim de que aprenda a temer-me todos os dias que na terra viver e as ensinará aos seus filhos”. (Deuteronômio 4:10)

No versículo anterior a este, Deus já havia dito: “...e as farás saber aos teus filhos e aos filhos de teus filhos” (Dt.4:9). Precisamos ministrar a Palavra de Deus aos nossos filhos! Nosso ensino – ou a falta dele – tem o poder de afetar o resto da vida de nossos filhos; foi Deus mesmo quem declarou isto:

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, a ainda quando for velho, não se desviará dele”. (Provérbios 22:6)

Não se trata apenas de dar uma boa educação, mas sim a verdadeira educação. Ensinar-lhes a andar nas veredas da justiça, nos caminhos bíblicos. Isto também é um mandamento claro e expresso da Nova Aliança:

“E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e admoestação do Senhor”. (Efésios 6:4)

COBERTURA DE ORAÇÃO

Também vemos na Bíblia que o sacerdote do lar deve cobrir os seus com oração. A Palavra de Deus nos mostra que Isaque orava a Deus para que abrisse a madre de Rebeca, sua mulher. E Deus ouviu suas orações (Gn.25:21). As Escrituras ainda nos falam acerca de Jó, que periodicamente chamava seus filhos para um culto e sacrificava ao Senhor em favor deles, com medo de terem pecado contra Deus (Jó 1:5).

O homem e mulher de Deus precisam ter um coração e uma vida de oração voltados para cobrir e proteger a sua família. Vemos este exemplo na vida de Esdras:

“Então, apregoei ali um jejum junto ao Rio Aava, para nos humilharmos perante o nosso Deus, para lhe pedirmos jornada feliz para nós, para nossos filhos, e para tudo o que era nosso”. (Esdras 8:21)
Em I Samuel 30 lemos acerca de Davi e seus homens saindo para a batalha e deixando suas mulheres e crianças desprotegidas em Ziclague. Enquanto eles estavam fora, os amalequitas incendiaram a cidade e levaram suas mulheres e filhos em cativeiro. Três dias depois, eles chegaram e se desesperaram pelo ocorrido. Finalmente, se fortaleceram no Senhor e foram atrás dos seus, conseguindo resgata-los. Aprendemos duas lições aqui. Primeiro que precisamos proteger os nossos familiares, cobrindo-os em oração e não permanecendo distantes deles. Segundo, que algumas vezes nos tornamos descuidados, e o inimigo pode se aproveitar de nosso descuido. Mas também aprendemos junto que Deus é fiel, e mesmo quando falhamos, sua misericórdia ainda pode nos ajudar a consertar aquilo em que erramos. O Sacerdócio envolve proteção. Deus nos mostrou isto em sua Palavra desde o início, com o que ordenou a Adão, no Jardim do Éden:

“Tomou, pois, o Senhor Deus ao homem e o colocou no jardim do Éden para o cultivar e guardar”. (Gênesis 2:15)

Note que além de cultivar o jardim, o homem deveria também guardá-lo, protegê-lo. Mas guardar de quem, se nem mesmo Eva ainda havia sido criada? Penso que Deus já estava indicando a Adão que Satanás, o inimigo de nossas almas, tentaria destruir o que o Senhor estava colocando nas mãos do homem. Se Adão tivesse protegido a Eva, em vigilância, bem como ministrando-lhe sobre a importância da obediência ao Senhor, provavelmente aquilo não teria acontecido. Também nós precisamos guardar e proteger nossas famílias, e isto envolve oração e vigilância, bem como a ministração da Palavra de Deus em nossos lares.

Muita gente fala da forma maravilhosa como Deus visitou a casa de Cornélio (At.10) com salvação e enchimento do Espírito Santo. Mas isto não aconteceu de graça. Este homem orava continuamente a Deus. E onde há uma semeadura de oração, sempre haverá uma colheita da manifestação do poder de Deus! Se cobrirmos nossa casa de oração, veremos feitos grandiosos acontecendo em nosso favor, pois o Senhor SEMPRE age num ambiente de muitas orações.

ORANDO JUNTOS

Penso que além de cobrir os familiares com oração, o sacerdote do lar deve proporcionar um ambiente de oração onde os seus não só recebam oração em seu favor, mas também aprendam a orar. Orar juntos, em família, como muitas vezes acontecia também com os irmãos da igreja em seu início:

“Passados aqueles dias, tendo-nos retirado, prosseguimos viagem, acompanhados por todos, cada um com sua mulher e filhos, até fora da cidade; ajoelhados na praia, oramos”. (Atos 21:5)

Exercer o sacerdócio não é só declarar a Palavra de Deus dentro de casa, mas primeiramente vive-la. Porém, além de se dispor a ministrar os filhos, e também um ao outro, o casal cristão deve aprender a prática de orar junto. Não quero dizer orar junto o tempo todo, mas isto deve também acontecer em suas vidas. Quando o casal ora junto, goza de princípios operando em seu favor que orando sozinho não se experimentaria.

“Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles”. (Mateus 18:19,20)

Ao orar junto, o casal aumenta seu “poder de fogo” contra o inimigo, pois no reino de Deus, quando dois se unem, o efeito não é de soma, mas de multiplicação. É sinérgico! Moisés cantou acerca deste princípio ao mencionar o que Deus fizera acerca do exército de Israel:

“Como poderia um só perseguir mil, e dois fazer fugir dez mil, se a sua Rocha lhos não vendera, e o Senhor não lhos entregara”? (Deuteronômio 32:30)

A Bíblia mostra que deve haver sintonia natural e espiritual entre o casal. Desentendimentos vão roubar deles o poder de unidade nas orações, que por sua vez serão impedidas:

“Igualmente vós, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra à mulher, como vaso mais frágil, e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações”. (I Pedro 3:7)

A “correria” é um dos maiores inimigos deste tempo de oração que o casal deve ter junto. E cada um deve aprender a “driblar” suas dificuldades e conseguir praticar este princípio de alguma forma. Não deve haver vergonha ou críticas quanto à forma de cada um orar. A intimidade no que diz respeito à vida espiritual precisa ser desenvolvida da mesma forma que a física e emocional.

O CULTO DOMÉSTICO

Exercer o sacerdócio no lar não requer um horário específico ou dia marcado, é atividade a ser exercida sempre, em diferentes situações. Mas a prática de um culto em família auxilia muito. Devemos desenvolver o hábito de cultuar a Deus em família, o que envolve o ir juntos à Casa do Senhor, como vemos acontecendo desde os dias do Velho Testamento:

“Todo o Judá estava em pé diante do Senhor, como também as suas crianças, as suas mulheres e os seus filhos”. (II Crônicas 20:13)

“No mesmo dia, ofereceram grandes sacrifícios e se alegraram; pois Deus os alegrara com grande alegria; também as mulheres e os meninos se alegraram, de modo que o júbilo de Jerusalém se ouviu até de longe”. (Neemias 12:43)

Elcana subia com toda a sua família para adorar ao Senhor (I Sm.1:1-5). Acredito que pais cristãos devem levar seus filhos à igreja. Mesmo que ela não seja perfeita (e não é, porque não existe igreja perfeita!), é melhor que eles cresçam num ambiente que exalta ao Senhor e sua Palavra do que num ambiente mundano que exalta o pecado e os prazeres da carne.

Lemos no Evangelho de Lucas que os pais de Jesus o levaram ao templo para consagrarem-no ao Senhor (Lc.2:22-24), depois há registros de que o fizeram por ocasião da Festa da Páscoa quando ele estava com 12 anos (Lc.2:41-43), mas a maior evidência de que Jesus cresceu exposto ao ensino da Lei na Sinagoga era o conhecimento que ele trazia (como homem) das Escrituras.

Cultuar ao Senhor em família não envolve somente o ir à igreja, mas também pode abranger um culto familiar na própria casa. Foi exatamente isto que aconteceu na casa de Cornélio (At.10:33). A reunião familiar também não precisa acontecer apenas dentro de casa. Além dos cultos na igreja, podemos nos reunir em algum outro lugar (e até mesmo com outras famílias) para buscar ao Senhor (At.21:5).

A NEGLIGÊNCIA TRARÁ CONSEQÜÊNCIAS

Quais as conseqüências de se negligenciar o sacerdócio em casa? Juízo divino para o sacerdote, além da evidente rebeldia vida dos filhos. A primeira palavra profética que Samuel proferiu foi contra alguém que ele certamente amava: o sacerdote Eli, que o criava no templo. E o que Deus disse envolvia a casa dele e sua negligência no sacerdócio familiar:

“Naquele dia, suscitarei contra Eli tudo quanto tenho falado com respeito à sua casa; começarei e o cumprirei. Porque já lhe disse que julgarei sua casa para sempre, pela iniqüidade que ele bem conhecia, porque seus filhos se fizeram execráveis, e ele não os repreendeu”. (I Samuel 3:13)

O Senhor trouxe advertências anteriores, mas Eli não deu ouvidos. Deus está falando de negligência, aqui. Diz que embora conhecesse bem o pecado dos filhos, Eli não os repreendeu. Toda omissão no sacerdócio do lar sempre trará conseqüências sérias.

Davi teve problemas com vários de seus filhos, e se você estudar com calma a história dele, perceberá o quanto ele era negligente em relação a seus filhos. Adonias, assim como Absalão, se exaltou, querendo usurpar o trono. Mas por trás desta atitude de rebelião, a Bíblia mostra a negligência de Davi como sacerdote em sua casa:

“Jamais seu pai o contrariou, dizendo: Por que procedes assim?” (I Reis 1:6)

Se não queremos sérios problemas futuros com nossos filhos, muito menos a qualidade do relacionamento deles com Deus comprometidos, então precisamos ser sacerdotes dedicados em ministrar e cobrir suas vidas.
Que o Senhor nos ajude a ordenar nossos passos nesta área!

Fonte: Luciano Sabará / Orvalho.com

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Sessão da AL debate criminalização da homofobia

A Assembléia Legislativa discutirá hoje, 18, as conseqüências para liberdade de expressão religiosa caso Projeto de Lei que trata da criminalização da homofobia seja aprovado no Congresso Nacional, a Sessão terá a participação do senador Magno Malta, e foi proposta pelo deputado Nivaldo Manoel, do segmento evangélico.

Chamada de lei da Mordaça, por seguimentos religiosos, o Projeto de Lei Complementar 122/2006, que tramita no Senado, têm preocupado a liderança religiosa do Brasil, segundo Nivaldo Manoel.

Os evangélicos acreditam, que se aprovado com o texto original a lei limitará a pregação religiosa no país, fechando templos e levará à cadeia pregadores católicos, evangélicos e de outras religiões que tenham como princípio o relacionamento hétero sexual e desaprovem a prática homossexual.

Em texto distribuído com a imprensa, setores evangélicos apontam que “os questionamentos ao PLC 122/06 está a interpretação de que o artigo 1º pode descriminalizar a pedofilia no Brasil, o texto do projeto ainda pode levar religiosos a prisão de 2 à 5 anos se em pregações citar, por exemplo, versículos bíblicos que condenam a prática homossexual e com isso leve um ouvinte a se sentir constrangido, mesmo que seja em um templo religioso”.

A nota informa que “além da detenção do pregador o Projeto de Lei prevê o fechamento da igreja ou qualquer estabelecimento onde esteja sendo colocado opiniões contrárias a prática de relacionamentos sexuais de quaisquer natureza, onde qualquer individuo sinta-se constrangido ou ofendido, o projeto ainda pode prejudicar radialistas e jornalistas que se opuserem e manifestem suas opiniões em veículos de comunicação quanto à relacionamentos sexuais, por fim é questionado a livre reprodução e venda de bíblias no Brasil já que ela condena a prática de diversos relacionamentos sexuais como o adultério, a fornicação e o homossexualismo”.

De proposítura do deputado estadual Nivaldo Manoel (PPS), a sessão terá início às 19:00h na Assembléia Legislativa e contará com a participação do senador Magno Malta, do professor universitário da Fundação Getulio Vargas e consultor jurídico Zenóbio Fonseca, representantes da igreja católica, da Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil(OMEB), da Associação de Pastores Evangélicos da Paraíba (APEP), da Visão Nacional para Consciência Cristã (VINACC) entre outros.

Para Nivaldo é necessário ouvir o contraponto deste projeto para que ele não venha prejudicar a população brasileira, “é condenável à violência contra o ser humano, mas, não podemos privilegiar seguimentos da sociedade prejudicando uma outra grande parte do povo brasileiro, é importante que se punam aqueles que agridem os homossexuais, porém não podemos concordar com uma lei que impedirá a pregação bíblica e a liberdade de opinião no Brasil” afirmou.

Fonte: Paraíba.com.br

Você está pronto para ser perseguido por ativistas gays?

Você está pronto? Você está em oração? Você já determinou que não importa quais leis sejam aprovadas, você permanecerá fiel à eterna Palavra de Deus? Você já decidiu que não ficará em silêncio não importa quais sejam as penalidades? Você já instruiu sua igreja acerca das ameaças sobre nós? Você está pronto?

Com a aprovação de uma lei no Colorado, de uma declaração formal do governo brasileiro e de uma decisão legal punitiva do governo canadense contra um pastor, os homossexuais começaram o trabalho de silenciar a última oposição sólida ao estilo de vida . Eu quero dizer nós, a igreja.

Com a assistência do movimento cristão gay enfraquecendo as defesas internas da igreja e o atual clima espiritual de ganância (também conhecida pelo nome de “prosperidade”) e excessos na igreja, o movimento político gay avançou as pressões externas para silenciar todas as vozes que proclamam o homossexualismo como algo que não seja bom, moral e superior — publicamente. Sua alternativa é ficar de boca fechada ou dizer em segredo.

Você está pronto para fazer o que Daniel fez quando foi ameaçado pelo sistema legal babilônico? Você está preparado para fazer o que João, Pedro e os outros discípulos fizeram quando os magistrados religiosos bateram neles e lhes ordenaram que não falassem mais em Jesus? Você está pronto?

De acordo com WorldNetDaily:

A lei [do Colorado] fornece uma isenção que permite que os grupos religiosos continuem ensinando, dentro de suas portas, a condenação bíblica do homossexualismo. Mas a própria isenção será prejudicial à igreja no final de tudo, argumenta Hausknecht.

“[A isenção] tende a marginalizar a igreja”, disse ele. “Eles dirão: ‘É só uma igreja’. “[A isenção] permitirá que os ativistas gays continuem a marginalizar os cristãos. Eles dirão: ‘Mantenham seus ensinos dentro de suas quatro paredes. Só isso’.”


A igreja está para ser isolada num gueto, tal como foram os judeus de Varsóvia durante o governo de Hitler. A intenção do inimigo é nos encurralar nas nossas igrejas, trancar as portas com cadeado e tornar crime o ato de falarmos “assim diz o Senhor”. Você está preparado para perder seu emprego, ser forçado a abandonar sua casa e até perder a guarda de seus filhos por se recusar a se prostrar diante do altar da aceitação homossexual? Não há como ficar neutro. Eles não deixarão você ficar neutro. Ou escolhemos agora tomar uma posição e ser contados com os profetas que quando se defrontavam com as tramas do diabo permaneciam firmes ou então desapareceremos em humilhante esquecimento.

No Brasil o governo anunciou um plano para limpar o Brasil de toda “homofobia”. O blogueiro Julio Severo, que publica o blog Last Days Watchman, tem testemunhado esse ataque forte liderado pelo governo em recentes anos. Esse ataque culminou na conferência onde participaram representantes de 14 nações estrangeiras.

Acompanhado de seis ministros, ele pediu para que todos os preconceituosos “arejem a cabeça e despoluam-na”. Ele surpreendeu ao manifestar apoio total ao movimento homossexual e dizendo “que fará o possível para que a criminalização da homofobia e a união civil sejam aprovadas”.

Ele defendeu o fim de toda a oposição ao comportamento homossexual e afirmou que a permanência da discriminação sexual “talvez seja a doença mais perversa impregnada na cabeça do ser humano”.


Não tenha a menor dúvida de que o movimento homossexual político dos EUA está envolvido nessa situação, tendo exportado — para países em que os governos estão seduzidos pelo dinheiro deles — seu ódio aos que criticam sua abominação pecaminosa. Você está pronto para ver sua igreja monitorada por ativistas homossexuais secretos? Você está preparado para ver homossexuais fazendo seu emprego de alvo a fim de testar se você aceita ou não o pecado deles? O que você fará quando entrarem com milionárias ações legais contra você? Caso você não tenha ainda percebido, estamos em guerra.

Ao norte, o governo canadense declarou enfaticamente que os que criticam o homossexualismo enfrentarão a lei e serão punidos. Em 30 de maio de 2008, o Pr. Stephen Boissoin foi proibido de expressar sua perspectiva bíblica acerca do homossexualismo e recebeu ordem de pagar 5 mil dólares por “danos envolvendo dor e sofrimento” bem como pedir perdão aos ativistas que se queixaram de que se sentiram magoados. O tribunal disse:

“O Sr. Boissoin e a Coalizão de Cristãos Preocupados cessarão de publicar em jornais, por email, em rádio, em discursos públicos ou na internet comentários depreciativos sobre gays e homossexuais. Além do mais, daqui em diante eles estão proibidos de fazer comentários depreciativos sobre… Lund ou… as testemunhas de Lund em relação ao envolvimento deles na queixa. Além do mais, ordena-se que todos os comentários depreciativos contra os homossexuais sejam removidos dos atuais sites e publicações do Sr. Boissoin e a Coalizão de Cristãos Preocupados…”

Essa não é uma luta para se ganhar com armas carnais. As armas de nossa guerra não são carnais, mas poderosas em Deus para a demolição de fortalezas. Pegue as suas armas e prepare-se.

(Fontes:
GCM Watch, www.juliosevero.com)

Multidão raivosa destrói casa de missionário

ÍNDIA - Marala ouviu os gritos bravos de fanáticos anticristãos se aproximando da casa dela. Rapidamente juntou os filhos pequenos na casa de um vizinho que não menosprezava a família dela pela devoção a Deus. E se refugiou na casa de outra cristã enquanto a casa dela era destruída, à noite.

Quando o marido de Marala, Maulik Sadar, voltou da reunião mensal da Gospel for Ásia (GFA) no escritório de Orissa, ele viu a casa que ele havia construído com suas próprias mãos sob ruínas fumegantes. Todos os seus pertences estavam espalhados ao longo da aldeia. Foi então que Maulik, um missionário da GFA, soube o motivo por trás da raiva dos extremistas.

Dias antes do ataque, uma eleição havia acontecido para determinar o líder da aldeia. Todos os aldeões fizeram campanha para um homem dedicado firmemente à religião deles e claramente contra o cristianismo. Mas Maulik e a família dele não apoiaram o candidato que se opunha a Jesus Cristo.

Os aldeões advertiram Maulik das conseqüências que ele enfrentaria se não votasse no candidato deles, mas Malik não se sujeitou à ameaça. À noite, quando que eles descobriram o voto de Maulik, decidiram destruir a casa dele e tudo o que estava dentro.

Resistência diminuiu

Porém, a ação deles não foi o bastante para forçar Maulik e sua família a deixarem a aldeia. Apesar da oposição forte, eles continuaram tratando os aldeões com o amor de Cristo. Agora, Maulik auxilia 65 cristãos na igreja dele em Orissa. O fanáticos diminuíram a resistência deles e a congregação planeja construir um lugar temporário para cultos.

Maulik pede orações para a construção da igreja, para que Deus providencie toda a madeira necessária e outros materiais a fim de iniciar a construção o mais cedo possível. Ele também pede orações pela proteção da família dele e para que Deus continue usando-o cada vez mais para a expansão do Reino de Deus.

Fonte: Missão Portas Abertas
www.portasabertas.org.br

Maçonaria ajudava máfia italiana a atrasar julgamentos

Oito pessoas, entre elas vários membros da Maçonaria, foram presas nesta terça-feira na Itália por terem ajudado chefes da máfia a atrasar seus julgamentos, anunciou o promotor de Palermo durante uma coletiva de imprensa em Roma.

A máfia, através de subornos, convenceu vários membros da maçonaria a recorrer a suas redes de influência para ajudar que líderes mafiosos de Trapani (oeste da Sicília) e de Agrigente (sul) tivessem seus julgamentos adiados até que os crimes fossem prescritos, explicou o promotor Messineo.

"Trata-se de uma rede muito complexa que interferia nos julgamentos graças a contatos bem situados", comentou.

"Chegavam, inclusive, a traficar o calendário das audiências", esclareceu o vice-promotor Roberto Scarpinato.

O líder dessa rede seria Rodolfo Grancini, de 68 anos, que o promotor descreve como um "trapaceiro com um círculo de amizades de alto nível".

Além dos maçons, que não sabe ao certo o número, uma policial da Direção contra criminalidade do ministério de Interior, um funcionário da Corte de Cassação, vários empresários e um ginecologista de Palermo, já condenado por abuso sexual a uma menor, estão entre os detidos.

Eles serão acusados de associação mafiosa, corrupção, mau uso de dinheiro público, acesso ilegal ao sistema digital da justiça e de violação do segredo de instrução.

Também foi notificado um sacerdote jesuíta que mora em Roma e está relacionado com um dos empresários detidos, assinala a imprensa local.

O grão-mestre da 'Sereníssima Grande Loja Unidade da Itália', Stefano De Carolis, também está sendo processado nesse caso, segundo a mesma fonte.

A investigação foi batizada "Hiram" e foi iniciada em 2006, através de escutas telefônicas realizadas para outro caso relacionado com a máfia. Ela foi centrada nas famílias mafiosas de Mazara del Vallo e de Castelvetrano, na região de Trapani, "terra da máfia e da maçonaria", segundo o promotor.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Polícia iraniana mantêm cristãos sob intensa vigilância

IRÃ - Dois convertidos iranianos ao cristianismo foram encarcerados nas últimas semanas e libertados pela polícia de segurança mediante alta fiança. Acusados por "promover atividades contra a nossa religião santa", Motjaba Hussein e Hamoyon Shokohie Gholamzadeh, têm agora uma acusação formal arquivada contra eles no tribunal.

(Fonte: Portas Abertas) - Hamoyon Shokohie Gholamzadeh, de 58 anos, é outro ex-muçulmano que foi preso duas horas antes das autoridades prenderem Motjaba Hussein, de 21 anos, e três membros da família dele após uma invasão à casa da família no último dia 11 de maio.

Autoridades na cidade sulista de Shiraz libertaram Mojtaba Hussein no dia 2 de junho à tarde, requerendo uma garantia de fiança no valor US$20.000 (R$ 32.760) pela liberdade dele. Hussein permanece em prisão domiciliar, sujeito à vigilância rígida e acompanhamento de todas as suas comunicações.

As acusações contra seis outros convertidos presos com Hussein e Gholamzadeh só se referiam a "atividades contra o país."

Com as acusações pendentes em aberto, todos os oito cristãos poderiam ser chamados à corte a qualquer hora. A polícia de segurança iraniana prende habitualmente e interroga os cristãos por serem considerados criminosos por apostasia ao islã.

Enquanto são mantidos sob custódia, os cristãos são sujeitos a duros interrogatórios na tentativa de extrair informações de forma violenta sobre o crescimento de igrejas domésticas cristãs ilegais no país.

Prisões

Apesar da libertação de Husein, dois outros ex-muçulmanos foram presos no parque de Shiraz ,no dia 13 de maio, e continuam presos. A localização deles e o estado deles é desconhecido. Mahmood Matin e um segundo homem identificado apenas pelo primeiro nome, Arash, são membros do mesmo grupo doméstico na cidade.

Outro convertido preso com a esposa dele no fim de abril, na cidade ao norte de Amol, na província de Mazandaran, recebeu ordem para ser solto no dia 31 de maio. Para que o casal saísse foi exigida um enorme depósito para a fiança, tendo como garantia o valor monetário da casa deles.

A esposa grávida do convertido foi libertada três dias depois de ser presa. Um processo foi aberto e ele pode ser convocado a qualquer momento para ir ao tribunal. "Esse é o padrão que eles normalmente seguem", disse um pastor iraniano que vive no estrangeiro e que conhecesse o casal. "Eles os puseram na prisão durante algumas semanas, bateram neles e os pressionaram para adquirir informação sobre os outros convertidos."

Está claro, ele disse, que o governo sabe sobre o número crescente de ex-muçulmanos na província de Manzandaran que entraram para a fé em Cristo e se batizaram nos últimos anos. Um líder cristão teve que ser hospitalizado e depois de sair não pôde caminhar durante três meses.

Morte aos apóstatas

“Se nós nos mantivermos silenciosos sobre isso, o governo continuará fazendo", disse o pastor. "Nós não devemos manter nossas bocas fechadas. Sob as leis islâmicas rígidas do Irã, é ilegal converter os muçulmanos e qualquer muçulmano que deixar o islã por outra religião pode ser executado. Um projeto de lei do parlamento iraniano ainda deseja tornar a pena de morte obrigatória para os apóstatas.".

Nas últimas três décadas do regime islâmico no Irã, centenas de cidadãos que deixaram o islã e se tornaram cristãos estiveram presos durante semanas ou meses, foram mantidos em locais desconhecidos e sujeitos a tortura mental e física. Quando libertados sob fiança, eles permanecem debaixo de ameaças de acusação criminal se ousarem adorar nas igrejas domésticas ou se envolverem em qualquer atividade cristã.

Defesa nacional

O governo iraniano nega categoricamente que prenda ou executa qualquer cidadão por causa da fé deles. Pelo contrário, os porta-vozes oficiais insistem que as acusações freqüentemente tem a ver com o envolvimento com interesses estrangeiros contra os interesses nacionais do Irã.

Respondendo a protestos internacionais depois da detenção no último mês de mais seis líderes da comunidade baha"i do Irã, o porta-voz do governo, Gholam-Hossein Elham, declarou: "Unir assuntos de segurança a questões ideológicas seria um engano. Todo país tem que defender sua segurança e isso não tem nada que ver com assuntos ideológicos."

O pastor Hossein Soodmand, o último cristão iraniano convertido do islã executado pelo governo iraniano em 1990, foi acusado de trabalhar como "um espião americano." Desde então seis pastores protestantes foram assassinados por desconhecidos.

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Faculdade na Índia dá cargo de diretor a macaco

Sala da divindade terá incenso, laptop e quatro cadeiras para quem falar com ele. Vice-diretor disse que analisou vários nomes, mas ninguém era tão bom para a vaga.

A divindade Hanuman, representada pela figura de um poderoso símio, foi nomeada oficialmente para o cargo de diretor-geral da instituição de ensino Sardar Bhagat Singh College of Technology and Management, no norte da Índia. A notícia foi publicada no site do "Pakistan Daily".

O escritório de Hanuman terá muito incenso, uma escrivaninha e um laptop. Quatro cadeiras serão colocadas diante da cadeira vazia do divino chefe. Todos os que entrarem na sala deverão tirar os sapatos e reverenciá-lo.

"É nossa crença que qualquer trabalho que tenha as bênçãos do Senhor Hanuman está destinado ao sucesso", disse Vivek Kangdi, vice-diretor da escola. "Quando estávamos procurando um executivo para nossa instituição, analisamos muitos nomes de peso na área de tecnologia e administração. No fim, decidimos pelo Senhor Hanuman, já que ninguém era maior que ele", explicou Kangdi.

Hanuman é um dos mais populares deuses do panteão hindu. Seu feito mais famoso, descrito no épico "Ramayana", foi liderar um exército de macacos contra o demoníaco Rei Ravana e resgatar uma princesa raptada.

A faculdade Sardar Bhagat Singh foi aberta no ano passado em Lucknow, capital de Uttar Pradesh, o estado mais populoso da Índia. Ela vai formar bacharéis em engenharia e administração. A reportagem não informa quem vai assinar os diplomas.

Fonte: G1

sábado, 14 de junho de 2008

Padres gays se casam em igreja de Londres.

Foi a primeira cerimônia do tipo realizada no Reino Unido.
Segundo Igreja, padres faltaram com suas obrigações religiosas.
Dois padres homossexuais se casaram neste sábado (14) em Londres, com troca de alianças, na primeira cerimônia religiosa desse tipo já organizada em uma igreja do Reino Unido, informou a imprensa local. Na opinião da Igreja Anglicana, os padres faltaram com seus deveres religiosos.
O jornal "The Sunday Telegraph" disse que os padres Peter Cowell e David Lord se "casaram" em uma das mais antigas igrejas da Inglaterra, Saint Bartholomew, the Great, em Londres, valendo-se do ritual mais tradicional da Igreja Anglicana para a união religiosa.

União civil

Antes da cerimônia na igreja, o casal formalizou sua união também no civil, acrescenta o jornal.
Um porta-voz da Igreja Anglicana disse à AFP não haver "qualquer razão" para duvidar de que o matrimônio tenha se realizado, "o que nos parece uma séria violação das regras por uma, ou várias pessoas", comentou.

(Fonte: G1)