quarta-feira, 14 de maio de 2008

Estudantes encontrados com Bíblia e vídeo cristão são presos

Mais um caso de perseguição religiosa em países do oriente é divulgada, através das missões Portas Abertas. Glórias a Cristo pela liberdade que até agora temos em nossa nação, onde todos podem declarar e expor suas idéias sem sofrer nenhuma represália.

De acordo com a emissora de rádio "Libertem a Coréia do Norte", a informação veio do senhor Jung, ex-vice-presidente da Companhia GumRung, do Departamento de Sindicalização de Rodong Dang, assim que ele conseguiu fugir para a China a fim de evitar sua captura pela Agência de Segurança Nacional.

Em março de 2006 foram compradas 200 Bíblias Vivas e centenas de CDs na China que secretamente foram colocados em sacos de farinha antes de serem contrabandeados para a Coréia do Norte.

Este enorme carregamento contrabandeado de Bíblias foi encabeçado pelos empregados da companhia GumRung, que receberam ajuda de cristãos chineses e clandestinos na cidade de Nasun.

"Todos os líderes cristãos foram presos e severamente torturados. Se eu fosse capturado, eles me enviariam para um campo de prisioneiros políticos. Eu não queria morrer em um campo de prisioneiros, por isso escapei", relatou o senhor Jung.

A rádio "Libertem a Coréia do Norte" informou ainda que a maioria dos estudantes presos freqüentava a Faculdade de ChungJin. "Estes estudantes compartilharam a Bíblia e os vídeos com os amigos. Eles também distribuíram o material para outras faculdades em outras cidades antes de serem presos", disse ele.

Fonte: Missão Portas Abertas

PLC 122/2006, a lei que torna crime se expressar contra o homossexualismo: podar ou extirpar?

Está para ser apreciado no Senado Federal um projeto (PLC 122/2006) que pretende defender os que praticam atos de homossexualismo. A injúria — que já é crime — será um crime especial, punível com reclusão de 1 a 3 anos e multa, se cometida contra alguém em razão de seu comportamento homossexual (cf. art. 10).

Suponhamos que alguém fizesse a proposta de uma lei em defesa dos fumantes. A injúria — que já é crime — seria um crime especial, com pena maior, se fosse cometida contra alguém em razão de ser fumante. O crime de constrangimento ilegal — por exemplo, impedir alguém de se locomover em um local público — teria uma pena agravada se o fosse praticado em razão do tabagismo da pessoa constrangida. A dispensa de um empregado sem justa causa — que não é crime – passaria a ser crime se o empregado fosse tabagista e se fosse dispensado em razão do fumo.

Certamente surgiriam objeções a essa proposta legislativa. Afinal — diriam — os direitos das pessoas, fumantes ou não, já estão elencados na Constituição Federal. O fumante, na qualidade de fumante, não tem direitos. O tabagismo é um vício que não pode acrescentar direito algum a alguém.

PLC 122/2006

Está para ser apreciado no Senado Federal um projeto (PLC 122/2006) que pretende defender os que praticam atos de homossexualismo. A injúria — que já é crime — será um crime especial, punível com reclusão de 1 a 3 anos e multa, se cometida contra alguém em razão de seu comportamento homossexual (cf. art. 10). A dispensa de um empregado sem justa causa — que não é crime — passará a ser crime punível com 2 a 5 anos de reclusão se o empregado for homossexual e se for dispensado em razão de atos de homossexualismo (cf. art. 4º). A proibição de ingresso ou permanência de alguém em um estabelecimento aberto ao público será crime punível com 1 a 3 anos de reclusão se a pessoa impedida for homossexual e se a causa do impedimento for sua conduta homossexual (cf. art. 5º).

Que significa isso? Que além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todas as pessoas, os praticantes do homossexualismo terão direitos em virtude do homossexualismo por eles praticado. O projeto pretende dar aos homossexuais direitos, não na qualidade de pessoa, mas na qualidade de homossexuais. Ora, o homossexualismo (entendido como prática da conjunção carnal entre pessoas do mesmo sexo) é um vício contra a natureza, que não pode acrescentar direito algum a alguém.

Perseguição

O PLC 122/2006 tem sido alvo de inúmeras críticas. Fala-se da perseguição que sofrerão aqueles que, comentando passagens bíblicas, condenarem o homossexualismo; da punição que sofrerá uma mãe de família ao dispensar a babá que cuida de suas crianças, após descobrir que ela é lésbica; da sanção penal que sofrerá o reitor de um seminário ao não admitir um candidato homossexual. Tudo isso é verdadeiro, mas não constitui o cerne da questão.

Fala-se também que as penas propostas para os novos crimes serão enormes, o que também é verdade. Mas também isso não é o ponto central do problema.

O núcleo do PLC 122/2006 é que ele, pela primeira vez na história legislativa brasileira, pretende dar direitos ao vício. Em nosso país isso é inédito, embora já existam coisas semelhantes em leis estrangeiras, com efeitos desastrosos.

Escravidão

Os pecadores têm um lugar especial no Cristianismo. Jesus disse textualmente: "Não são os que têm saúde que precisam de médico, mas sim os doentes. [...] Com efeito, eu não vim chamar justos, mas pecadores" (Mt 9:12-13). Ele, que acolheu a mulher adúltera que estava para ser apedrejada (Jo 8:2-11) e o ladrão que fora crucificado ao seu lado (Lc 23:39-43), não rejeitaria um homossexual arrependido. Certamente, Ele o perdoaria dizendo: "Vai, e de agora em diante, não peques mais" (Jo 8:11).

O auxílio que Jesus veio trazer aos pecadores é libertá-los do pecado. Afinal, disse Ele, "quem comete pecado é escravo" (Jo 8:34).

O PLC 122/2006 pretende não libertar os homossexuais, mas consolidar sua escravidão. Longe de estimular uma verdadeira mudança de conduta ("conversão"), o projeto pretende glorificar o vício contra a natureza. Numa total inversão de valores, ele pretende que sejam punidos como criminosos aqueles que censuram o comportamento antinatural.

Erva daninha

O PLC 122/2006 não é uma árvore, em si boa, mas com alguns ramos muito altos, que precisam ser podados. É uma erva daninha, que precisa ser extirpada pela raiz.

O erro do PLC 122/2006 não está nos meios que pretende usar para defender uma boa causa. O erro do projeto está em seu próprio fim: dar direitos ao vício. Por isso, é inútil fazer emendas para tentar aproveitar alguma coisa. É preciso rejeitá-lo totalmente.

Fonte: JulioSevero.com