terça-feira, 20 de maio de 2008

Ministério de Missões AGORA se prepara para o SIM

O ministério de missões AGORA!, da igreja Assembléia de Deus Independente(ADI) de Tubarão, estará presente no Congresso de Missões SIM Brasil, em Londrina(PR), nos dias 23,24 e 25 de maio.

O ministério de missões AGORA! surgiu no final de 2007, para fortalecer o trabalho que já vinha sendo desenvolvido pela igreja ADI desde o inicio de suas atividades. Um dos objetivos do ministério, além da evangelização, é assistir e amparar os missionários que estão em campos evangelísticos ou em estudos, aproximando a igreja daqueles que estão longe, trabalhando a serviço de Cristo.

Neste pouco tempo de caminhada destaca-se a ida das missionárias Simone e Dionara para um centro de estudos missionários em Montes Claros(MG) e o surgimento do grupo Alegrar(semelhante ao Doutores da Alegria), que irá desenvolver um trabalho no hospital público da cidade visando alegrar a crianças internadas, através de mensagens de amor e paz.

Outro fato que irá marcar o grupo será a participação no Congresso de Missões SIM Brasil, em Londrina(PR), nos dias 23,24 e 25 de maio.
A missionária responssável pelo ministério, Maria Aparecida Soares Lopes, diz que infelizmente não será possível levar todo o grupo, mas ter 6 membros do ministério participando deste congresso já é motivo de alegria para todo o grupo, e também para a igreja ADI que no último dia 01/05 comemorou 25 anos.

Para maiores informações osbre o congresso acesse www.simbrasil.org.br

Já é neste sábado: A maior Marcha para Jesus de todos os tempos

No próximo dia 22 de maio, acontece o maior evento gospel a céu aberto do mundo – a Marcha para Jesus. Programada para durar o dia todo, a marcha deverá reunir mais de 4 milhões de pessoas em todo o percurso.

De acordo com os organizadores, na concentração haverá apresentação de mais 30 bandas gospel, dos mais variados estilos musicais, como rock, rap, a capella, samba, sertanejo, entre outros. Cantores famosos como Marcelo Aguiar, Cassiane, Kleber Lucas, Heloisa Rosa, Paulo César Baruk e bandas como Resgate, Militantes, RM6, Toque no Altar, Oficina G3, Renascer Praise também estarão participando de um super show que acontecerá até às 20h.

O início da marcha será na estação Tiradentes e Luz do Metrô, onde vários trios elétricos guiarão a multidão até a Praça dos Heróis da Força Expedicionária Brasileira, na zona norte da Capital. Ali, acontecerá a concentração com um grande show gospel .

Pelo local, passarão também várias autoridades e personalidades, como políticos, empresários, artistas e atletas.

Proposta quer trazer sexo homossexual em público no Parque do Ibirapuera

A Folha de S.Paulo deste sábado, 17 de maio, traz uma matéria no caderno "Cotidiano" descrevendo a proposta "polêmica" do candidato ao conselho gestor do Parque Ibirapuera, um militante do movimento gay. Consta da criação de zonas liberadas dentro do parque destinadas à prática do sexo público homossexual. Afirma o candidato que é uma proposta ousada e turisticamente atraente, coisa européia mesmo, moderna. Afirma que tais atos não são novidade no parque, declarando não haver nada demais. Sua plataforma de candidato enseja oficializar tal prática.

A despeito da jequice do argumento de ser a Europa modelo de conduta, tal prática já é crime. Crime tipificado de atentado ao pudor. Se a polícia não age — e já ouvi muitos testemunhos disso — é outro problema. É problema originado pela pressão que o movimento gay exerce sobre a sociedade, quando exige que sua classe seja tratada diferentemente do resto dela, em que o sexo e sua expressão não são utilizados como fator político de luta de classes.

E se sexo em local público é crime, a proposta do militante, se aceita e aplicada, também é. E mais: crime de atentado ao pudor com o agravante da privatização de espaços públicos por opção sexual.

A matéria chama de "curioso" o fato de a proposta ser exclusiva a gays. Ora, não há nada de curioso nela. Os heterossexuais não são conhecidos por condutas sexuais "ousadas" e públicas como os gays. Querer forçar a natureza da questão, achando que se os gays podem os heterossexuais também podem, é oferecer falsamente um direito aos heterossexuais que eles não estão reivindicando, para tão somente beneficiar os militantes gays, com um falso argumento em justiça da universalidade.

Ora, já ouvi vários testemunhos do descaso com que aquele parque trata o usuário normal, que o freqüenta para trabalho ou lazer. Amigos que lá trabalham me contam que é comum o assédio que sofrem por indivíduos pervertidos que já vêem naquele local um território "livre".

Dentro do parque há empresas (museus, lanchonetes, órgãos públicos, etc.) e alguns inúteis postos policiais. Em um dos testemunhos que obtive, a polícia se recusou a atender a um pedido para que acompanhasse a pessoa até uma das saídas do parque, pois estava saindo do trabalho à noite. A resposta do policial foi — acredite ou não — a de que ele estava assistindo à novela, não podendo assim atender ao pedido. Isso talvez deva-se a algum programa de sensibilização da polícia paulistana, coordenado por uma ONG qualquer.

Não bastasse o parque ser utilizado para esses fins, já é de conhecimento público a existência do local anexo ao parque, chamado de 'autorama', um espaço público que foi tomado pelos gays e por eles rebatizado e dado novo uso, o de "caçação", como dizem. A imprensa vez ou outra traz notícias de casos de tráfico de drogas e pedofilia lá ocorridos.

São posições de difícil sustentação pública. Ora dizem que são pessoas mais que normais, ora dizem que querem fazer sexo no parque às vistas de qualquer um. Ora dizem que ser homossexual é uma escolha pessoal, ora dizem que é determinismo genético. Para sustentar tantas contradições por tanto tempo, o movimento gay possui uma rede de apoios políticos muito bem organizada, autochantageada e financiada, na mídia e nos órgãos do governo de forma geral, nos de cultura em particular. Nos museus, ministérios, secretarias, sem preconceitos. De faxineiros a diretores.

Imaginem que situação bizarra. Excursões de escolas visitando exposições na Oca, no Museu Afro, no MAM, como de costume, em meio aos marmanjos se entregando publicamente. Ora, seguindo a cartilha burocrática brasileira, haveria funcionários para fiscalizar horários de funcionamento do zoológico gay. Funcionários gays, é claro. Mas, como costuma afirmar o secretário Marrey sobre tais matérias, ele que não é um idiota qualquer, temos de deixar de lado as posições conservadoras, adotando posições mais de acordo com a cultura vigente. Cultura vai, cultura vem, haverá o dia em que fumar no Parque Ibirapuera será considerado crime hediondo.

O que esse militante anseia ardentemente não é diferente de tantos outros militantes deste Brasil, em que se plantando tudo dá. Gays, MST, indigenistas, pedófilos, etc., querem que as leis não sirvam para eles, mas sim, servirem-se delas. Querem estar fora do Estado e ao mesmo tempo protegidos por ele. Querem um Estado para eles. Se defendem o sexo público ou o direito inalienável de chupar picolé estando gripado no mais das vezes, não vem ao caso. Os ganhos políticos, ah, esses sim.

Se todas as questões de ordem pública não fossem mais do que meras oficializações de práticas, o Estado não teria mais razão de ser, exceto no Brasil, em que este se torna cada vez mais meio de vida de alguns, a despeito das necessidades básicas daqueles que o mantêm, sem ao certo saber o porquê.

Fonte: Mídia Sem Máscara / Julio Severo