terça-feira, 27 de maio de 2008

INDIA: Extremistas hindus aprimoram táticas para enganar cristãos

Extremistas hindus recentemente conduziram um plano bem arquitetado com o intuito de atrair para um templo um grande número de cristãos de vilas localizadas nos arredores da capital do Estado de Himachal Pradesh, e convertê-los à força.

Oferecendo dinheiro, distribuindo ameaças ou fazendo os cristãos acreditarem que estavam indo para escritórios do governo, extremistas hindus do Vishwa Hindu Parishad (VHP) e do Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS) ludibriaram cerca de 200 cristãos até o Templo Satyanarayan, no coração de Rampur Bushar, em 27 de fevereiro. Inicialmente estimava-se que fossem apenas 40 cristãos ( leia mais).

No templo, um orador, juntamente com outras pessoas, pressionavam os cristãos presentes a se "reconverterem", forçando muitos deles a participarem de rituais e cerimônias de purificação.

Homem cego conta sua experiência

Ramlal Kanol, que é cego, disse que quatro homens estiveram em sua casa em 26 de fevereiro, primeiro oferecendo dinheiro para que ele os seguisse, e depois o ameaçando de multa e prisão.

"Fui forçado a participar de rituais hindus, e eu não pude reagir no templo porque havia um grupo muito grande de pessoas nos cercando", disse ele.

Como parte da cerimônia de purificação, os cristãos tiveram seus pés lavados e foram obrigados a beber Gangajal, a água do rio Ganges.

Ramlal Kanol, que foi um pregador do ministério com Amar Jyoti, no povoado de Bhutti, disse que os quatro extremistas hindus que foram à sua casa em 26 de fevereiro ofereceram dinheiro e depois fizeram ameaças a ele e a sua esposa, Meera Devi, dizendo que seriam presos por sete anos e teriam de pagar uma multa no valor de 15.000 rúpias (R$ 700) se não cumprissem o que estavam mandando.

Em nome de Ram

"Eles me ameaçaram, dizendo: 'Continue seu trabalho com os pobres e curando os doentes, mas em nome de Ram, não de Cristo'", disse ele.

Alegando que pertenciam a uma organização chamada Seva Bharati, os extremistas hindus ofereceram ao cego Ramlal Kanol um salário anual se ele fizesse seu serviço à comunidade, mas em nome do deus hindu.

Os extremistas hindus – "Heera Lal, Joginder, e uma moça chamada Nirmala" entre outros – persuadiram Kanol e sua mulher a acompanhá-los até Rampur Bushar "para realizar trabalhos oficiais", disse ele.

Sua mulher, Meera Davi, completou: "Em vez disso, nós fomos levados ao templo hindu, onde eles lavaram nossos pés, colocaram um lenço hindu em volta de nossos pescoços e nos fizeram ir ao templo. Quando chegamos lá, por volta de 200 pessoas de vários outros lugares também tinham sido lá levados para a cerimônia de 'reconversão'. Eu só reconheci uma delas".

E o assédio não terminou neste dia. Alguns extremistas hindus foram à casa de Kanol na manhã seguinte para colocar um altar hindu no lugar do altar e da cruz cristãs.

"Eu disse claramente, 'Eu nunca tiraria a cruz, nem que eu tivesse que morrer'", disse Ramlal Kanol.

Hindus fingem se cristãos que se reconverteram 

O pastor cristão Bhadur Singhque estima que aproximadamente 30% dos presentes eram hindus fingindo ser cristãos que se "reconverteram" ao hinduísmo.

"A multidão foi reunida para mostrar que todos eles eram 'reconvertidos' do cristianismo ao hinduísmo", disse o pastor. Ele junto de outros 20 membros de sua igreja, foi ludibriado e levado ao templo por um policial local chamado Brij Lal.

O policial os levou de ônibus para que supostamente apoiassem sua candidatura para vencer as eleições municipais.

A mídia local reportou mais tarde que 60 famílias se "reconverteram" ao hinduísmo em cerimônias de purificação lideradas pelo sacerdote hindu Lal Dass.

Fonte: Missão Portas Abertas

Aldeia cristã sofre ataque brutal de vizinhos extremistas

INDONÉSIA - Uma aldeia predominantemente cristã de Horale foi atacada na noite de 2 de maio por uma multidão de extremistas muçulmanos de Saleman, uma aldeia vizinha.

Os extremistas puseram fogo em 120 casas, três igrejas e na escola da aldeia. Foram mortos quatro cristãos e 56 ficaram feridos. Foram destruídos quinze hectares de plantações, como também 20 barcos de pesca e dois barcos a motor.

Três das quatro vítimas tiveram as gargantas cortadas. Uma senhora de 47 anos, Welhelmina Pattiasina, foi torturada primeiro e a neta dela, Yola, de apenas seis anos, teve a barriga aberta.

Edward Unwaru, de 84 anos, foi queimado até morrer depois que a garganta dele foi cortada. Uma quarta vítima, Josef Laumahina, de 39 anos, foi cortado e lançado às chamas. Aldeia de Horale abriga 175 famílias, num total ao redor 2300 pessoas.

Patrick Sookhdeo, diretor internacional do Barnabas Fund, comentou: "Horale fica em uma área remota na ilha de Seram, na província de Ma luku. Essas áreas têm sido alvos de vários incidentes semelhantes nos últimos cinco meses.

A província de Maluku enfrentou uma intensa campanha violenta anticristã entre 1999 e 2001 e teme que essa situação possa se repetir novamente. Por favor ore pelo retorno das relações harmoniosas e da paz na região."

Felizmente a polícia destacou um grande contingente para policiar as duas aldeias e impedir que novas atrocidades ocorram na região.

Pedidos de Oração:

1. Ore pelos cristãos de aldeia Horale. Muitos perderam as casas e tudo o que eles possuíam. Interceda especialmente pela família e amigos de Welhelmina, Yola, Edward e Josef, mortos no ataque. Peça para que Deus os conforte, e que Ele os sustente. Ore também para que todos os feridos sejam curados.

2. Ore para que os cristãos de Horale tenham graça, possam perdoar e amar os inimigos deles.

3. Agradeça a Deus pelo fato de as autoridades indonésias estarem prontas para enviar um grande contingente de policiais para guardar o espaço geográfico entre as duas aldeias.

Fonte: Missão Portas Abertas

Polícia caça cristão que promoveu reuniões domésticas de oração

UZBEQUISTÃO - O cristão pentecostal Makset Djabbarbergenov, de 27 anos, está foragido da polícia desde outubro de 2007, quando a polícia obteve uma ordem para prendê-lo porque ele recebia em sua casa pessoas para reuniões de oração.

"Nós emitimos um comunicado de 'procura-se', mas desde então nós não tivemos notícia do paradeiro dele", disse um oficial da polícia de Nukus na capital da República Autônoma do Karakalpaquistão.

A esposa de Makset Djabbarbergenov deu à luz ao terceiro filho no dia 4 outubro, mas ele teve de se esconder para fugir da detenção.

Ao ser questionado sobre o motivo pelo qual Makset Djabbarbergenov está sendo caçado, o policial de Nukus, que não quis se identificar ao "Forum 18", apenas insistiu que o protestante quebrou a lei.

"Ele reúne as pessoas na casa dele para atividades religiosas", alegou o oficial. "Ele pode acreditar no que quiser, mas o que ele faz é promover agitação e ele não tem permissão para isso. Ele tem que ter uma comunidade religiosa oficial para poder fazer isto."

Perguntado por que não são permitidos aos crentes a prática livre da fé deles, o oficial respondeu: "Essa é a lei". E colocou o telefone no gancho.

O anúncio de "procura-se" de Makset, no idioma russo e do qual o "Forum 18" obteve uma cópia, diz que a caça a ele é "de importância especial." Datada de 20 de agosto, o comunicado é assinado pela líder da polícia de Nukus, coronel S. O. Hojanazarov.

O documento declara que Makset Djabbarbergenov é acusado de uma ofensa segundo o artigo 229-2 do Código Criminal, que pune "todo e qualquer procedimento de ensino religioso" e prevê pena de até três anos de prisão.

O anúncio

Ao lado do há uma fotografia do passaporte de Makset com detalhes pessoais, incluindo a data de nascimento dele, o endereço residencial e a informação de que ele se locomove em um Lada azul. "Ele é um membro ativo do Movimento Religioso Jesus é o Messias", registra o texto.

O anúncio ainda declara: "Eu lhe peço que junte todo o seu pessoal e faça um resumo do caso. Por favor, envie ao escritório qualquer informação sobre o paradeiro dele. Enviaremos imediatamente uma escolta. Coloquem a informação de 'procura-se' em todos os murais e em postos de fiscalização."


Fonte: Missão Portas Abertas

Sem gasolina, pilotos pedem milagre e pousam em frente a mensagem bíblica

Neozelandeses estavam certos da morte e pediram um milagre. Eles desceram em clareira que tinha um cartaz com os dizeres 'Jesus é o Senhor'.

Dois pilotos da Nova Zelândia ficaram sem combustível em pleno vôo. O motor parou de funcionar e o aparelho começou a cair. "Quando você está em um ultraleve e bate, normalmente você morre", disse Grant Stubbs, um dos pilotos, ao jornal "Marlborough Express". "Eu me virei para Owen Wilson [o outro piloto] e perguntei o que deveríamos fazer. Ele disse: 'Ore, Grant'."

Sem outra idéia, Grant obedeceu. E começou a orar, pedindo a Deus que os guiasse até algum descampado. Deu certo. De repente, apareceu diante deles uma pequena clareira gramada -- o suficiente para que conseguissem pousar sãos e salvos.

Em terra firme, perceberam que estavam ao lado de um cartaz de 6 metros de altura onde se lia: "Jesus é o Senhor - A Bíblia". Grant e Owen são de Blenheim, que fica a cerca de 50 quilômetros ao sul da capital, Wellington.

Fonte: G1