sábado, 9 de agosto de 2008

Prefeitura fecha templo por causa de alto volume

SÃO PAULO - O alto volume produzido durante os cultos levou a prefeitura de Franca a lacrar um templo da igreja Assembléia de Deus localizada no Jardim América. Vizinhos reclamaram junto à administração municipal, que cassou o alvará e exigiu uma série de medidas.

Como não foram tomadas, o local foi interditado e fiéis chegaram a fazer um culto na rua no início desta semana.

A polícia interferiu e os religiosos resolveram então apostar em um projeto apresentado na última terça-feira na Câmara Municipal pelo vereador José Barbosa Sobrinho (PTB). Ele queria aumentar de 45 decibéis para 80 decibéis o limite de som permitido para os templos religiosos. O problema é que mesmo com o plenário lotado e muita pressão por parte dos evangélicos, a proposta acabou adiada.

Sem alternativa, os religiosos resolveram mudar de endereço e estão à procura de um barracão em outra região da cidade. Também firmaram um acordo, no final da tarde desta quarta-feira, com a prefeitura para poderem continuar com os cultos até que um novo templo seja providenciado. Para isso assinaram um termo de conduta com o setor de Obras e Posturas.


(Fonte: ADIBERJ)

Tribunal pune reverendo que orou "no nome de Jesus "

EUA - O Quarto Tribunal de Apelações decidiu no último dia 23 de julho que a assembléia municipal da cidade de Fredericksburg, na Virgínia, tem toda a autoridade para influenciar no conteúdo de orações proferidas em público a fim de que elas deixem de ter um caráter "sectário", ao se referirem ao nome de Jesus, e concordou em excluir o membro do conselho, o reverendo Hashmel Turner, porque ele orou desse modo.

A ministra da Suprema Corte de Justiça, Sandra Day O’Connor, justificou na decisão por escrito: “A restrição para orações de natureza sectária têm o objetivo de tornar as orações acessíveis às pessoas que vêm de uma variedade de crenças, sem exclui-las ou limitá-las a uma fé em particular.”

Ironicamente, ela admitiu que o reverendo Hashmel Turner foi excluído de participar do conselho da cidade única e tão somente por causa do conteúdo cristão da sua oração.

O governo de Fredericksburg violou todos os direitos coletivos ao estabelecer uma religião não-sectária e requerer que todas as orações sejam adaptadas mediante a ameaça de serem excludentes.

A juíza O"Connor mostrou seu perfil liberal, ao declarar a palavra de Jesus "como um discurso religioso ilegal que pode ser proibido por qualquer conselho que deseja ignorar a Primeira Emenda", assim como ela o fez.

O reverendo Hashmel Turner deveria recorrer ao prefeito, pedir que ele despedisse os demais membros do conselho e refizesse a política para as orações. E, se for o caso, levar a questão a instâncias maiores da Justiça.

Capelão processado

Em janeiro de 2007, o capelão da Marinha, Gordon James Klingenschmitt, foi levado à Corte Marcial por ter orado no nome de Jesus durante uma visita à Casa Branca e acabou sendo demitido como forma de retaliação porque levou o assunto até as últimas conseqüências, a ponto do Congresso norte-americano ter deliberado que todos os capelães estavam livres para orar em nome de Jesus.

“Essa batalha me custou a carreira, minha família está sem casa, perdi US$ 1 milhão em pensão, tudo pela nossa liberdade de orar. É um sacrifício e tanto mas valeu a pena porque os capelães ganharam o direito de orar no nome de Jesus sem serem punidos. Se eu pudesse voltar ao passado, faria tudo de novo”, disse Gordon em entrevista ao WorldNetDaily e ao Baptist Press.


(Fonte: Portas Abertas)