sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Governo eritreu nega violação à liberdade religiosa

A última notícia do país foi a detenção de oito jovens cristãos em um contêiner porque eles questionaram a queima de Bíblias promovida pelo Exército.

O Departamento de Estado norte-americano, em seu Relatório Internacional sobre Liberdade Religiosa, afirma que Eritréia não implementou a liberdade religiosa da Constituição de 1997. O departamento estatal designou no ano passado a Eritréia como um País de Preocupação Particular.

Mais de 2,000 cristãos, inclusive os pastores e padres de igrejas protestantes e ortodoxas, estão agora detidos em delegacias de polícia, acampamentos militares e prisões ao longo do país por causa de suas convicções religiosas.

Embora tenham sido encarcerados por meses ou até mesmo anos, nenhum foi oficialmente acusado de alguma ilegalidade e nem passou por processo judicial.

Em dezembro de 2006, o governo de Eritréia tomou o controle financeiro e pessoal da Igreja Ortodoxa erítrea. A igreja que estava sob o controle do patriarca Abune Antonios foi tomada e ele colocado sob prisão domiciliar e despido de toda a autoridade eclesiástica desde agosto de 2005.

(Fonte: Portas Abertas)

Retirado de O verbo.

Educação aprova exigência de Bíblia em bibliotecas

A Comissão de Educação e Cultura aprovou ontem o Projeto de Lei 2865/08, que obriga o Poder Público a colocar um exemplar da Bíblia em cada biblioteca pública do País. O autor da proposta, deputado Filipe Pereira (PSC-RJ), quer permitir aos seguidores da fé cristã o acesso à doutrina.

Para o relator da matéria na comissão, deputado Professor Setimo (PMDB-MA), o alto preço das publicações no País faz com que muitas pessoas não tenham acesso ao livro. "No Brasil, um país predominante cristão, grande parte das pessoas, especialmente as mais pobres, nunca tiveram acesso à Bíblia Sagrada - livro de regra e fé que propicia contato com princípios éticos e morais e com valores cristãos de grande importância para os que seguem a doutrina cristã", argumenta.

Tramitação
A proposta, que tramita em caráter conclusivo, será analisada ainda pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Retirado de Câmara dos Deputados