sábado, 23 de agosto de 2008

Dois homens recebem pedradas por crerem em Jesus

ETIÓPIA - Um grupo de extremistas islâmicos apedrejou Seid Ahmed e Musa Ibrahim (nomes trocados por motivos de segurança) em Jijiga, uma cidade na fronteira com a Somália porque acreditam em Jesus Cristo. Esse foi o mais recente ataque contra os cristãos da Etiópia, país onde a expansão do radicalismo islâmico está motivando uma perseguição crescente aos cristãos.

De acordo com a International Christian Concern (ICC), Seid Ahmede e Musa Ibrahim iam para uma igreja no dia 19 de julho quando foram confrontados por nove extremistas muçulmanos que gritavam slogans anticristãos. Os extremistas arremessaram pedras nos dois cristãos.

Seid Ahmed, que é um líder de igreja, recebeu oito pedradas, sofreu um choque severo e danos no torso. Ele deu entrada no Hospital de Karamara.

Musa Ibrahim não teve danos físicos porque conseguiu fugiu do local para chamar a polícia. O grupo só foi dispersado quando Ibrahim correu em direção à delegacia de polícia local.

Mas os policiais, ao chegarem, não fizeram nada para interromper o ataque.

Jijiga é uma cidade importante do Estado regional somali, que é um dos nove Estados da Etiópia. A maioria dos residentes do Estado somali é de somalis étnicos muçulmanos.

Livramento

De acordo com a ICC, esta não é a primeira vez que os cristãos foram atacados em Jijiga. No dia 5 de agosto de 2007, a Igreja de Evangelho Pleno em Jijiga foi bombardeada.

Embora a igreja tivesse no momento com 500 pessoas, nenhuma delas foi ferida pela explosão. A mesma igreja já havia sido atacada cinco anos atrás.

O gerente regional da ICC para a África, Jonathan Racho, disse: "A menos que o crescimento do radicalismo islâmico na Etiópia seja contido, os ataques contra os cristãos continuarão aumentando. Funcionários do governo etíopes, particularmente os que trabalham em locais dominados por muçulmanos, deveriam ser responsabilizados por não protegerem os cristãos de tais ataques."

(Fonte: Portas Abertas)

Chip sob a pele vira medida anti-seqüestro

Pequenos chips capazes de revelar a localização de uma pessoa fazem sucesso em países com muitos seqüestros.

A companhia mexicana Xega revelou, este mês, vendas recordes de seu chip anti-seqüestro. A tecnologia usa um pequeno chip, do tamanho de um grão de arroz, que pode ser implantado debaixo da pele dos clientes, em regiões como antebraço, costas ou pernas.

O microchip tem a capacidade de enviar informações para satélites dizendo a localização dos usuários. O recurso é especialmente útil para ricos que vivem em países com altas taxas de seqüestros, como o Iraque, a Colômbia ou o México.

Instalar o chip no corpo custa US$ 4 mil ao usuário, além do pagamento de taxas anuais de US$ 2,2 mil. O chip tem algumas limitações, como não conseguir contato com os satélites quando a pessoa está numa área subterrânea ou debaixo de um teto muito espesso.

Mesmo assim, as informações geradas pelo microchip podem ser utilíssimas numa investigação policial. Permitem ver, por exemplo, o histórico de deslocamento da pessoa até que seu sinal seja “perdido” ou emitir alertas quando um usuário entra numa zona suspeita ou de risco.

Além de uso contra a criminalidade, a tecnologia de microchips sob a pele pode ser útil em tratamentos médicos, como controlar os deslocamentos de uma pessoa que tenha problemas de memória ou idosos que precisem de atenção constante.

A Xega, empresa desenvolvedora do microchip, diz que além de seu país de origem, tem planos de explorar seu produto em outros dois mercados com elevados índices de seqüestro: a Colômbia e o Brasil.

(Fonte: Info)