terça-feira, 30 de setembro de 2008

Aldeia expulsa 55 cristãos,e cristãos são presos por Acreditar e Louvar a DEUS.

O chefe do vilarejo de Boukham, na província de Savannakhet, requisitou uma reunião especial da comunidade para resolver o “problema” das famílias de oito cristãos que não quiseram desistir de sua fé. A reunião, no dia 19 de setembro, foi concluída com a idéia de expulsar 55 cristãos do vilarejo.

Embora todos os membros adultos do vilarejo sejam geralmente convidados para essas reuniões, nessa ocasião os cristãos foram deliberadamente excluídos, de acordo com o grupo de direitos humanos que atua no país, o Human Rights Watch for Lao Religious Freedom (HRWLRF).

O pastor Sompong Supatto, 32, e mais dois cristãos do vilarejo, Boot Chanthaleuxay, 18 e Khamvan Chanthaleuxay, da mesma idade, permanecem presos perto do distrito policial de Ad-Sapangthong.

O HRWLRF informou anteriormente que, em 3 de agosto, a polícia colocara algemas em suas mãos e seus pés, o que causou dormência e infecção devido à deficiência da circulação do sangue. Autoridades disseram que os três serão soltos somente se renunciarem a sua fé.

Pressão para abandonar Cristo

Quando os familiares viajaram para visitar os detentos no dia 24 de agosto, oficiais da polícia os reprimiram e disseram-lhes que isso era conseqüência pelo fato dos prisioneiros não terem renunciado sua fé.

No dia 25 de agosto, o chefe da vila motivou os membros da família a pedir a fiança dos dois adolescentes, mas disse que Supatto não se qualificava para a fiança, como punição por liderar a igreja de Boukham e que ele passaria a sua “vida” na prisão.

Três dias mais tarde, o chefe novamente pressionou os parentes para que assinassem documentos que os fizessem renunciar a sua fé, mas eles negaram.

Autoridades inicialmente prenderam Supatto e quarto outros cristãos da igreja de Boukham no dia 20 de julho, deixando-os por dois dias em uma prisão próxima de Dong Haen, de acordo com as fontes de HRWLRF.

A polícia entrou enfurecida na igreja aquele domingo e ordenou que todos parassem de louvar a Deus ou seriam presos por “acreditarem e louvarem a Deus”.

Quando os cristãos se negaram a colaborar atestando que o domingo era o dia santo cristão e que deveriam continuar o culto, a polícia prendeu Supatto e outros dois líderes da igreja, identificados como Kai e Phuphet.

Quando os cristãos continuaram adorando, a polícia prendeu um homem identificado como Sisompu e uma garota de 17 anos identificada como Kunkham. Eles prenderam os cinco na prisão de Dong Haen e os culparam por espalharem as boas novas e por manterem um encontro religioso sem permissão.

Embora a Constituição do Laos “garanta” liberdade religiosa e de culto, as igrejas devem estar registrados nas respectivas agências do governo. Tal registro resulta em limitações na atividade da igreja, por isso, muitos cristãos preferem não se registrar.

No dia 22 de julho, três cristãos abordaram o oficial de assuntos religiosos de Savannakhet opondo-se às prisões, questionado como as cinco pessoas poderiam ser acusadas de “espalhar o evangelho” durante um culto.

Então os oficiais soltaram os cinco sob a condição de que parassem os cultos. Ordenaram que procurassem permissão das autoridades do vilarejo se quisessem continuar realizando as reuniões.

Quando os cristãos continuaram a se reunir para louvar e orar a Deus, no dia 2 de agosto, a polícia prendeu uma cristã do vilarejo identificada como Menoy, acusando-a de “acreditar em Jesus e adorar a Deus”.

Fonte: Portas Abertas

Em Copacabana...Procisão de Aparecida e Parada Gay no mesmo dia!

O dia 12 de outubro promete ferver Copacabana, com procissão em homenagem à Senhora de Aparecida, Parada Gay e Meia Maratona; moradores consideram manifestação homossexual inadequada para a data

O próximo dia 12 de outubro, data nacional em homenagem a Aparecida, santa católica considerada padroeira do Brasil, promete agitar Copacabana. O bairro, considerado um dos cartões postais do Rio de Janeiro, poderá assistir, no mesmo dia, a uma procissão em homenagem à santa e à Parada do Orgulho GLBT-Rio. Moradores do bairro já encaminharam um pedido à prefeitura para que a festa gay, considerada uma afronta aos católicos, seja adiada. Para piorar a situação, uma maratona está agendada para o mesmo local.

De acordo com o presidente da Sociedade Amigos de Copacabana, Horácio Magalhães, moradores pediram a mudança. “Esta data é sagrada para os católicos e é comum a procissão na orla, com a imagem de Nossa Senhora. Como é domingo e Dia das Crianças, as pistas da Avenida Atlântica viram área de lazer. A realização da Parada Gay neste dia é inadequada e equivocada”, diz Horácio. Segundo ele, a questão não é discriminatória, mas estrutural. “Não temos nada contra o evento, mas o bairro precisa existir. O público que freqüenta a parada gay é imenso. Ano passado, o barulho era tanto que os alarmes dos carros estacionados disparavam em série. Fora os congestionamentos. Precisamos pensar no bem-estar dos moradores”, afirmou.

Por e-mail, o prefeito Cesar Maia disse que recebeu dos órgãos estaduais documentos aprovando a realização da passeata GLBT e que chegou a propor aos coordenadores a transferência para dia 19. Ainda de acordo com Maia, a idéia foi rejeitada pelos organizadores. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, os órgãos de segurança fazem planejamento para eventos, mas é a prefeitura que dá a palavra final sobre sua realização.

Cláudio Nascimento, presidente do Grupo Arco-íris e coordenador geral da Parada do Orgulho GLBT-Rio – evento que está em sua 13ª edição e que no ano passado reuniu 1 milhão de pessoas na orla –, diz que o adiamento não foi aceito porque não haveria tempo hábil para as mudanças. “Fizemos acordo para começar nossa manifestação mais tarde, já que os outros eventos são pela manhã”, afirma Cláudio. A edição do ano passado reuniu mais de um milhão de pessoas. “Melhoramos a organização pensando em todos. Os trios elétricos só chegarão para o início, às 13h”, diz. Para ele, a questão é discriminatória. “Por que só nós precisamos mudar a data? Fomos os primeiros a nos comunicar com as autoridades”, argumenta.

Já a Arquidiocese do Rio de Janeiro adota tom conciliatório. “A procissão ocorrerá pela manhã. Há espaço para todos”, disse o assessor da Cúria, padre Leandro Curi. Mesmo assim, a 12ª Meia Maratona Internacional, que começa às 9h15 em São Conrado, atravessará a Avenida Atlântica pela manhã, simultaneamente ao evento religioso.

Fonte: Cristianismo Hoje