quarta-feira, 20 de maio de 2009

Não quero mais ser um crente de banco : Posicionamento frente ao paratismo cristão.

Por que vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são Chamados (I Cor.1.26)

1) Não quero mais ser um Crente de Banco, quero sim saber o que Deus tem para minha vida em prol do seu Reino aqui nesta cidade, Estado, Nação e Mundo.

2) Não quero mais ser um Crente de Banco , quero sim participar das atividades da igreja local e celebrar a comunhão dos santos.

3) Não quero mais ser um Crente de Banco quero sim ser discípulo de Jesus e levar a sério a vida cristã.

4) Não quero mais ser um Crente de Banco quero sim celebrar o Senhorio de Cristo na minha vida em todas as áreas. Ele não é somente o meu Salvador mas meu Senhor.

5) Não quero mais ser um Crente de Banco que vem na igreja somente em busca de benção, quero sim antes de mais nada ser um adorador e um abençoador e aí sim Deus vai me abençoar, pois está escrito “ sê tu uma benção”.

6) Não quero mais ser um Crente de Banco e reclamar de tudo que eu não gosto, quero sim ser um instrumento de Deus para ajudar vidas.

7) Não quero mais ser um Crente de Banco que entra e sai que entra e sai sem se preocupar com ninguém, quero sim ser participante na vida do meu irmão, se preocupar com ele e ser um ombro amigo em todos os momentos.

8) Não quero mais ser um Crente de Banco com cadeira cativa enquanto Deus tem tanta coisa para mim fazer em favor da sua obra.

9) Não quero mais ser um Crente de Banco, que não se comunica com ninguém, que não nutri a comunhão e amizade que somente chega no templo e após o culto vai embora

10) Não quero mais ser um Crente de Banco que vem somente no domingo sento no mesmo lugar achando que a vida cristã é somente isso e ainda sai reclamando de tudo.

11) Não quero mais ser um Crente de Banco que sabe os corinhos a vasta hinologia sacra o endereço da igreja mais não falo que Jesus Cristo é o único que pode salvar o homem.

12) Quero sim sentar no Banco e adorar a Deus em Espírito e em Verdade. Quero sim sentar no Banco e ser uma benção, Quero sim sentar no Banco e ser um ajudador.

13) Quero sim sentar no Banco e orar pelas lideranças e por esta obra. Quero sim sentar no banco e ser um contribuidor. Quero sim sentar no banco e usar a minha língua não para fofoca ou murmuração mais para a edificação da minha casa, da minha igreja e dos meus irmãos.

14) Quero sim ser um pacificador e um portador de boas novas. Quero sim sentar no Banco e ser Sal da terra e Luz para o mundo. Quero sim sentar no Banco e amar as pessoas.

15) Quero sim sentar no Banco mas viver uma vida de oração, testemunho, santificação e leitura da Bíblia. Quero sim sentar no Banco e orar pelo meu irmão, chorar com meu irmão e ser cheio do Espírito Santo junto com meu irmão para que Cristo seja honrado e Deus exaltado.

16) Quero sim ser um imitador de Cristo e fazer a vontade de Deus, quero sim reler a história da igreja e aprender com os servos do passado a excelencia da vida cristã. Quero sim andar pela a estrada não muito trilhada da humildade, simplicidade, singeleza de coração e da dependencia obstinada da graça de Deus na minha vida.

17) Quero sim ser amigo dos que não tem amigos, abraçar o pobre, o ferido, abrigar no meu coração os favelados desta vida fútil. Quero sim poetizar e celebrar a vida que é dádiva do Criador.

18) Quero sim dizer que tem coisas que eu não sei mas tem coisas que eu sei e assim juntos vamos exaltando ao Senhor. Não quero ser estrela, não quero notoriedade, não quero fama, não quero orgulho mofado, não quero aplausos humanos, não quero ser melhor que meu irmao, quero sim se Servo de Jesus Cristo e viver a vida cristã em sua integralidade. Quero sim proclamar o Reino de Deus e sua salvação de forma genuína, prática e doutrinal.

Pastor Carlos Augusto Lopes
Teólogo
www.carlosalopes.blogspot.com

O Poeta Olavio Bilac e o comerciante: A poesia que nos faz repensar.

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, certo dia abordou-o na rua e disse: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que poderia redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou lápis e papel e escreveu:

Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortado por cristalinas e merejantes águas de um lindo ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes na varanda.”

Alguns meses depois, o poeta encontra-se com o comerciante e pergunta-lhe se já havia vendido o sítio.

Nem pensei mais nisso, disse o homem. Depois que li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros. Devemos valorizar o que temos e que nos foi dado gratuitamente por Deus: os amigos, o emprego, o conhecimento que adquirimos, a saúde, o sorriso dos filhos e o afago do cônjuge. Estes sim, são verdadeiros tesouros.

Fonte : carlosalopes.blogspot.com

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Neymar controla fama e segue fé evangélica de Kaká


Neymar, 17, afirma ter Robinho como inspiração em campo, mas enxerga em Kaká o exemplo de conduta fora das quatro linhas. Revelação do Santos, o atacante se diz vacinado contra deslumbramentos, algo corriqueiro na carreira de estrelas recém milionárias, e segue os passos do craque do Milan, reforçando a linha dos jogadores a serviço de Deus.

Neymar faz o perfil de um atleta evangélico: participa de ações filantrópicas, diz que jamais assinará contratos com empresas de bebidas alcoólicas quando alcançar a maioridade, vai à igreja pelo menos uma vez por semana, evita baladas noturnas, e prefere encontros com amigos em restaurantes ou mesmo em casa, a exemplo de Kaká.

“O Kaká é uma pessoa simples e que joga muita bola”, resume Neymar.

Apesar de sua vida ter sofrido uma guinada desde sua estreia no time principal do Santos, no começo de março, Neymar continua mantendo hábitos da fase pré-fama, afirma o pai da joia alvinegra, Neymar Santos.

“O Neymar leva a vida da mesma forma como era antes. Lógico que agora fica difícil às vezes ele ir, por exemplo, aos cultos de domingo pela manhã, até porque ele tem viajado bastante com o Santos. Mas ele continua integrando ‘células’ [grupos que visitam pessoas para apresentar a palavra de Deus]“, contou Santos ao Pelé.Net.

Ao contrário de Kaká, integrante da Renascer em Cristo, Neymar é fiel da Igreja Peniel. A diferença para por aí. Ambos adotam comemorações idênticas, com os braços erguidos e os dedos apontados para o céu.

Quando estreou no Santos, Neymar havia combinado com Madson de fazer coreografia de funk assim que marcasse seu primeiro gol no profissional. A promessa foi cumprida. Desde então, Neymar trocou passos de funk por ritmos evangélicos nas comemorações.

No primeiro gol do Santos na vitória sobre o Palmeiras, 2 a 1, nas semifinais do Estadual, no Parque Antarctica, Neymar, Roberto Brum e Madson promoveram comemoração evangélica, cujo refrão da música é “para direita, para esquerda, para frente e para trás”.

“A mãe dele é uma pessoa muito ligada a Deus e que sempre incentivou o Neymar aos cultos. Ele ainda tem a sorte de contar com amigos dentro do elenco do Santos que também são religiosos. Eu sei que o Neymar tem cabeça boa para encarar o sucesso e deslumbramento”, acrescenta Neymar Santos.

Mesada e “sermões” do pai

Neymar se tornou milionário sobretudo após negociar parte de seus direitos econômicos ao grupo Sonda. Mesmo assim, ele consulta a família para qualquer movimentação financeira, desde gastos simples, como sacar dinheiro para almoçar no restaurante, até grandes investimentos.

Recentemente, o atleta comprou uma cobertura em Santos. O jovem ainda conta com uma “mesada” do grupo Sonda para despesas fora do clube.

O controle dos pais sobre Neymar vai além. Pouco após estrear no profissional do Santos, Neymar foi aconselhado a recusar convites dos amigos para “peladas” na praia, assim como ouviu para que não fosse de bicicleta à casa dos amigos. Neymar, 17, ainda não possui carteira de habilitação. Qualquer contusão na praia ou queda da bicicleta poderiam prejudicar o rendimento nos gramados, diz o pai.

Fonte: Pelé Net

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Brum revela sonho que teve com Ronaldo

Volante explica que conversou com o Fenômeno durante a final do Paulista. No papo, disse ao craque que recebeu de Deus a missão de convertê-lo.

O volante Roberto Brum, do Santos, comemora o fato de, finalmente, ter conseguido encontrar Ronaldo, do Corinthians, para contar o sonho que teve com o Fenômeno. Desde o início do ano, Brum fala sobre esse sonho, mas vinha se recusando a contá-lo, pois queria revelá-lo, em primeira mão, ao craque corintiano. O santista conseguiu isso durante o segundo jogo da final do Paulistão, no Pacaembu.

Durante a partida, houve um momento de paralisação para que uma bola murcha fosse trocada. Então, Brum chegou perto de Ronaldo. Primeiro, o santista quis saber se o Fenômeno havia recebido um CD de pagode gospel que ele havia lhe enviado. No primeiro jogo entre Peixe e Timão no ano, na fase de classificação do estadual, Brum, que ficou no banco, pediu para Lucio Flavio entregar a Ronaldo um disco do grupo Pra God. No papo com o craque dentro do campo, já na final, o santista quis saber se Ronaldo estava gostando das músicas. Em seguida, contou-lhe o sonho, por meio do qual, teria recebido de Deus a missão de converter o camisa 9.

- Ele disse que estava ouvindo o CD e deu um sorriso, aquele sorrisinho bonito do Ronaldo. No sonho, eu ia no Corinthians com a missão de falar sobre o amor de Deus para ele. Quando eu cheguei lá, encontrei o Ronaldo dançando o samba do CD que queria dar para ele. Um pagode de louvor do grupo Pra God. Quando eu vi isso, fiquei feliz, pois soube naquele momento que Deus já havia tocado o coração dele - comenta Brum, com seu estilo sempre eloquente.

Fonte : G1

Ps:. Já havia falado de Brum aqui na Folha Cristã e volto a falar. Muitas pessoas da imprensa acham que Brum não passa de um mero jogador, mas eu(saymon) particularmente fico surpreso por suas atitudes dentro do futebol. Espero que Deus continue abençoando esse servo.Paz !

Importante ponto histórico e religioso, Rio Jordão corre o risco de desaparecer


Um pequeno riacho separa uma plataforma (usada por turistas que visitam a Jordânia) de uma construção imponente e nova com uma grande bandeira de Israel tremulando ao alto. Apesar de estar cada vez mais reduzido e de parecer um córrego de menos de três metros de largura em alguns pontos, o Rio Jordão separa os dois países do Oriente Médio, e tem importância estratégica, religiosa e histórica para ambos os lados.

Tanto que o local foi ponto de visita do Papa Bento XVI, que encerrou neste domingo (10) a primeira parte da sua primeira visita ao Oriente Médio visitando o local reconhecido pelo Vaticano como ponto de batismo de Jesus, no rio Jordão. O ponto exato onde Jesus teria sido batizado, entretanto, não fica mais exatamente no rio, mas um pouco ao lado, numa área que atualmente é seca, e que tinha uma grande poça de água de chuva sendo drenada quando o G1 visitou o local, na última quinta-feira (7).

Na beira do rio, em uma pequena construção guardada por soldados dos dois lados da fronteira, há uma pequeno recipiente em que a água pode ser recolhida pelos visitantes. Caso prefira, também se pode recolher água direto do pequeno rio, descendo até ele. Visitantes mais relilgiosos podem ir além, e repetir o ritual do batismo mergulhando por completo no rio. Quando o G1 estava no local, um pequeno grupo de cristãos ortodoxos fizeram o ritual, considerado purificador.

O rio que já foi navegável perdeu sua força e foi diminuindo por uma série de fatores, alguns naturais, como o aquecimento global, e outros humanos, por conta de desvios em suas partes e de outros rios ligados a ele. Hoje tem seu valor histórico, mas chega a correr o risco de desaparecer completamente em poucas décadas.

Interessado no atrativo para o turismo religioso, o governo jordaniano está discutindo investimentos para evitar que ele continue a diminuir. Junto à Igreja, a Jordânia está organizando algumas mudanças no local, incluindo a construção de duas igrejas cristãs, que vão valorizar a importância sagrada do local.

Fonte: G1

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Teoria cruza calendário maia com Nostradamus, Bíblia e até o I Ching para prever o Apocalipse


No dia 21 de dezembro de 2012, um raro alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea dará início a uma série de eventos desastrosos. São esperados terremotos, dilúvios, pragas e distúrbios eletromagnéticos que culminarão com o fim dos tempos. Não há como ignorar os sinais de que o fim se aproxima: crise econômica mundial, gripe suína, aquecimento global, alterações no ciclo solar, guerras e desigualdade. A tese catastrofista se espalha e avoluma, incendiada pela internet, e há quem acredite piamente que até 2012 o mundo irá, mas de lá não passará. Até Hollywood embarcou na onda e lança uma produção milionária em novembro explorando o tema.

A origem distinta para previsões coincidentes seria a prova cabal para o fim trágico da humanidade. O rol de tragédias identificadas com a data está descrito em profecias das mais variadas culturas: oráculos romanos e gregos, o calendário maia, textos de Nostradamus, a Bíblia, o I Ching e até um programa de computador que filtra a internet atrás de tendências de comportamento.

É assim, misturando realidade com ficção e ciência com religião, que se criou a mais nova profecia para o fim do planeta. Mas o que há de real nessa confusão de história, astronomia, astrologia e religião? “Muito pouco”, diz o professor de física da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Walmir Thomazi Cardoso. Segundo ele, o argumento que serve de base para boa parte das profecias - o alinhamento do Sol com o centro da Via-Láctea em 21 de dezembro de 2012 - é fraco. Esse fenômeno vai, de fato, acontecer, mas será mais um entre tantos outros. Para nós, humanos, ele poderá parecer inédito, porque acontece uma vez a cada 26 mil anos, mas, para o planeta Terra, que tem 4,5 bilhões de anos, já aconteceu pelo menos 173 mil vezes. “Se alguém espera que as tragédias descritas pelas profecias se concretizem por desequilíbrios astrais, está perdendo tempo”, explica Cardoso.

Fonte: ISTOÉ

A solução para a gripe suína

As previsões mais pessimistas, ou realistas, dizem que estamos diante de uma pandemia, ou seja, uma epidemia em nível mundial e sem controle. A última foi em 1918 com a Gripe Espanhola, responsável pela morte de 44 milhões de pessoas em todo o mundo. O pavor atual reside no descontrole e vulnerabilidade frente ao vírus causador da gripe suína, uma vez que ela pode matar em poucos dias. Até o momento em que escrevo este texto, as autoridades brasileiras insistem que não há motivo para pânico, em nosso país a gripe não chegou **. Com cautela, esperemos.

Agora, se as previsões estiverem corretas, o que esperar num estado de pandemia? Ainda que distantes, olhando para a tensão e o sofrimento no México, algumas constatações já são possíveis termos. Acompanhe.

Fragilidade. O ser humano não tem, mas deveria ter, aquela etiqueta que diz "Cuidado, frágil". Nossas capacidades, habilidades e conquistas, muitas vezes maquiam nossas fraquezas. Evoluímos tanto e, ironicamente, uma gripe pode fazer parar o mundo com todo seu orgulho auto-suficiente. Lembro-me de um economista que disse certa vez: "Se a bolsa de valores na Ásia espirrar, o resfriado é sentido no mundo inteiro", na época era difícil entender o que ele queria dizer. Hoje, às portas de uma pandemia, fica mais fácil o entendimento, afinal, a facilidade e rapidez nos meios de transporte acabam por transportar tudo, inclusive o vírus que desembarca em rodoviárias, portos e aeroportos. Assim como a rede de comunicação digital faz com a bolsa na Ásia. Se lá está ruim é só deslocar o dinheiro para outro endereço financeiro no mundo. Em outras palavras, transporte e informática ora são bênçãos, ora são maldições sem nenhum controle. É, somos frágeis! Incrivelmente frágeis!

Isolamento. A gripe suína é democrática. Frágeis que somos, todos nós, ela não escolhe cor ou classe social. Ricos e pobres são atingidos e correm os mesmos riscos. O drama é que a gripe isola. Uma vez com a gripe, você se isola e as pessoas isolam você. Ninguém quer ser atingido por um vírus que pode matar. Como a ameaça é real, um país inteiro vive um inusitado baile de máscaras. Você vê pessoas, mas não vê seus rostos, apenas mascarados a andar de um lado a outro, assustados, desconfiados, isolados.

Medo. Frágeis e isolados o medo prejudica ainda mais. Medo de tudo, do hoje, do amanhã, das conseqüências, dos ambientes, da falta de recursos, do ar, de uma corriqueira dor de cabeça, um espirro, um cansaço. Enfim, medo de um inimigo triplamente poderoso, pois trata-se de um vírus mutante que carrega três tipos de gripe, das aves, dos suínos e dos humanos.

Qual a solução para enfrentar a gripe suína? Dentre as soluções que ouvi, a que me parece mais eficaz foi orientada pelo presidente do México. Em uma frase, que se levada a efeito será terrível para o lazer, os negócios e a economia de seu país, porém altamente benéfica para a população, ele disse: "A solução mais segura para sua família é ficar em sua casa. Não saia de casa, proteja-se!".

Pense nos sistemas e esquemas de pecado, corrupção e doença que existem no mundo. Pensou? O lugar mais seguro para suportarmos e vencermos os ataques empreendidos por estes sistemas e esquemas é vivermos nos braços da nossa família. Maio é o mês que a maioria das igrejas investe em encontro de casais, cultos para famílias, vigílias etc. Numa hora tão delicada como a que o mundo enfrenta agora, é bom reconhecer que a instituição mais atacada pelo mundo, a família, se mostre como o esconderijo mais seguro contra as ameaças externas.

O Salmo 91 diz que "aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, a sombra do Onipotente descansará...praga alguma chegará à tua tenda... Dar-lhe-ei abundância de dias, e lhe mostrarei a minha salvação.", versos 1,10 e 16. As idéias deste Salmo explicam o conselho do presidente do México, acompanhe.

Fortaleza. Para suprir nossa evidente fragilidade o lar se coloca como uma fortaleza. Na intimidade da família nossas fragilidades não ficam expostas a ataques. Debaixo das sombras daqueles que nos amam, os dardos inflamados do maligno, endereçados a nós com os venenos da sedução e da tentação, nem sequer chegam perto, o lar é uma fortaleza que nos defende, nos preserva. Para desfrutar da segurança que existe no centro da família, é necessário habitar. Todas as bênçãos descritas nos 16 versos do Salmo 91, são para todo aquele que habita. Não são para meros visitantes, muito menos para aqueles que fazem do lar um mero dormitório e dos familiares um banco 24 horas, onde se vai apenas para sacar, muito pouco para depositar e nunca, nunca mesmo, para habitar.

Comunhão. Para vencer o isolamento somente a comunhão. Comum união sem hipocrisia, interesses comercias, negociatas, só se encontra no calor de uma família. Lá fora, máscaras. No interior do lar, rostos descobertos, a possibilidade de se ver um sorriso, uma expressão. Lá fora cada um correndo para o seu alvo. No interior do lar todos em volta da mesa, nutrindo-se do mesmo pão, compartilhando ingredientes que tempos como esses, de crise, epidemia e pandemia negam a todos nós, ingredientes como afeto, atenção, cuidado e respeito que só a beleza da comunhão pode dar.

Coragem. O medo de tudo é transformado em coragem na fortaleza e comunhão de uma família. Afinal, é através de uma promessa cheia de esperança que o Salmo 91 termina, com o prêmio da abundância de dias e salvação que vem do Senhor. Saber que não estamos sós, mas em família, nos encoraja a vencermos inclusive o medo.

A gripe suína assusta as pessoas comuns, as autoridades e os especialistas. E assusta principalmente pelo fato de estar fora de controle. O vírus maldito, indomável e mutante do pecado deveria assustar ainda mais. Mas não assusta, nosso velho mundo se acostumou com ele. Para vencê-lo, parte da solução é abrigar-se na família. Eu sei, nem todos têm uma família cheia de coragem, que seja uma fortaleza e tenha comunhão, eu sei. E sabe por que nem todos têm uma família assim? Isso mesmo! Por causa do vírus do pecado. Por isso afirmei que parte da solução seria a família. A solução completa e suficiente chama-se Jesus Cristo, Ele tem o antídoto contra o maldito, indomável e mutante vírus do pecado, o Seu sangue! Coloquemos nossas famílias para habitar com Cristo, porque são muitas as pandemias que dominam o mundo, pragas de todos os tipos e áreas, mas nenhuma deverá tocar naqueles que moram com o Senhor, "pois que tão encarecidamente me amou, também eu o livrarei; po-lo-ei num alto retiro, porque conheceu o meu nome" Salmo 91.4.

Edmilson Ferreira Mendes é teólogo. Atua profissionalmente há mais de 20 anos na área de Propaganda e Marketing. Voluntariamente, exerce o pastorado há mais de dez anos. Além de conferencista e preletor em vários eventos, também é escritor, autor de quatro livros: '"Adolescência Virtual", "Por que esta geração não acorda?", "Caminhos" e "Aliança".

** - A matéria de Edmilson Ferreira Mendes foi escrita no dia 07/05, e hoje no dia 11/05 já é registrado casos da Gripe Suína no Brasil.

Fonte : Guiame.com.br

quinta-feira, 7 de maio de 2009

"A teoria do Big Bang precisa ser reformulada"


A Terra possui um número muito grande de variáveis, perfeitamente balanceadas para que vida exista. Todos esses valores são apenas meras coincidências ou sinais de planejamento? Foi propondo questionamentos como este - a respeito das perfeitas condições para que haja vida na terra - que o cientista Adauto Lourenço ministrou, no dia 14 de abril, palestra sobre criacionismo, no auditório da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Na ocasião, foram colocadas em debate duas conhecidas teorias a respeito da criação do mundo: criacionismo e evolucionismo.

Durante a exposição de seu tema, o professor e cientista criacionista lembrou que a cada pesquisa feita a respeito das condições para que haja vida na terra, são descobertos mais fatores fundamentais para confirmar o fenômeno. ''Se [a terra] fosse um pouco mais próxima do sol, a vida não existiria; um pouco mais distante do sol, a vida não existiria; girando um pouco mais rápido, a vida não existiria; girando um pouco mais devagar, a vida não existiria; se um pouco da proporção dos gases na atmosfera fosse mudada, a vida não existiria, e algumas poucas características dos solos fossem mudadas, a vida também não existiria. São vários fatores, praticamente todos eles, relacionados diretamente com a questão da existência da vida. Quando nós temos um número grande de coincidências, a probabilidade delas terem ocorrido simultaneamente, por meio de processos naturais, é muito pequena'', concluiu.

Teorias científicas como o Big Bang, a datação da idade da terra e a macro-evolução foram questionadas pelo cientista, que ainda chamou a atenção para a real complexidade do debate entre os dois temas. ''A situação torna-se um pouco mais complexa do que simplesmente olharmos o assunto e falarmos: ''é uma discussão entre criação e evolução. (...) Nós não conseguiríamos esclarecer tudo nesta tarde'', afirmou.

Big Bang

Citando os estudos feitos pelo Dr. Russell Humphreys, o professor Adauto expôs algumas descobertas feitas pelo pesquisador norte-americano, que resultam em provas que contradizem a teoria do Big Bang. Russel descobriu que as galáxias agrupam-se de acordo com a semelhança de seus desvios espectográficos. ''O trabalho que ele realizou a respeito disso foi fascinante, mostrando que existe a possibilidade altíssima do universo ter um centro e do centro estar muito próximo da nossa galáxia. Isso tem sido um ponto de muita discussão, principalmente no estudo feito com as galáxias, no qual 98% delas aparecem com a luz ligeiramente avermelhada. Esse desvio espectográfico pode ser interpretado como se elas estivessem se afastando de nós. Se o universo possui realmente uma direção preferencial, obviamente a teoria do Big Bang precisaria ser reformulada ou reposta. Segundo a teoria do Big Bang o universo não poderia ter uma direção preferencial'', explicou o criacionista.

A Terra é mais nova do que se imagina

O professor Adauto Lourenço também contestou a datação da idade da Terra. Segundo o palestrante, fatores como o constante distanciamento da Lua em relação à Terra ajudam a provar que esta não poderia ter os 4,6 bilhões de anos, como afirma a teoria evolucionista. O raciocínio apresentado pelo criacionista baseia-se em equações conhecidas pela Ciência e também aceitas pelos evolucionistas, considerando as seguintes evidências: o afastamento medido entre a Terra e Lua (3,82 cm por ano); distância entre a Terra e a Lua (praticamente 384,403 km); oscilação média das marés (0,75cm); tempo de rotação da Terra: (23h56min4,09s). ''Se fizermos um cálculo retroativo, sabendo que ela (a Lua) está se afastando, então, no passado, ela deveria estar pelo menos muito mais próxima da terra. (...) É interessante porque se contarmos há aproximadamente um bilhão de anos, a Lua estaria há menos de 15 mil quilômetros da Terra. Isso implica que se a Terra já tivesse oceanos, a altura média da maré seria e 11.700 metros e sua rotação há praticamente 1,2 bilhão de anos seria de 4h57min. Vida não teria existido nessas condições'', concluiu.

Como falar do planeta Terra há quatro bilhões de anos? Esta foi a pergunta feita ao final de sua explanação a respeito do distanciamento entre a Terra e a Lua. O palestrante expôs o fato de não haver a possibilidade de vida ter existido na Terra há aproximadamente 4 bilhões de anos. ''Sei que existem várias teorias a respeito da origem da Lua. Mas a órbita da Lua em relação a terra é muito circular. Se ela tivesse sido literalmente capturada pela Terra, ela teria que ter uma velocidade muito pequena ao passar pela proximidades da Terra para ser capturada pelo campo gravitacional. Praticamente, os modelos que têm sido utilizados mostram que quatro bilhões de anos não teriam dado tempo nem que ela estivesse na órbita atual. Este é apenas um dos muitos problemas a serem trabalhados, relacionados com a datação. Como explicar vida no planeta terra a 3,5 bilhões de anos? Num sistema como esse, de placas tectônicas com uma proximidade tão grande da Lua, elas se partiriam. Nós teríamos praticamente sistemas que, tecnicamente estariam flutuando dentro de lava / magma'', lembrou.

Dificuldades

Em entrevista exclusiva ao Guia-me, Adauto falou mais sobre as dificuldades de se instalar um ensino criacionista nas escolas brasileiras e quais fatores podem ser listados como barreiras ao criacionismo. Segundo o cientista, as críticas direcionadas à posição criacionista estão sendo feitas de forma errada. Avalia-se o criacionismo, baseando-se nas suas implicações religiosas e não pelas suas propostas científicas. "A parte religiosa não é testável. (...)O criacionismo trabalha especificamente nesta questão: 'É possível provar cientificamente que o mundo foi criado? Sim!'; 'É possível provar cientificamente quem criou o mundo? Não!? Portanto, dizer que o criacionismo está tentando provar que Deus criou o mundo, não é verdade'', atestou o pesquisador.

Erros nas tentativas de se colocar o ensino criacionista nas instituições educacionais também foram apontados por Adauto Lourenço. O cientista afirmou que o criacionismo deve ser tido sempre como uma linha científica. ''Realmente, eu não posso numa aula de biologia - que é uma aula de ciência - ensinar que Deus criou o mundo. Na aula de biologia, eu tenho que ensinar como a vida teria surgido e como ela teria se desenvolvido. Agora, é possível mostrar que a vida foi criada pronta, completa, complexa, com uma capacidade de adaptação básica? Claro que sim. Temos evidência para isso? Claro que sim. Esse é o ponto principal: nós estamos puxando novamente nesta direção. Queremos ensinar o criacionismo científico e não o religioso. A dificuldade maior, portanto, está sendo desassociar a idéia de que criacionismo é religião'', lembrou.

Fonte: Guiame.com.br

terça-feira, 5 de maio de 2009

O HOMEM DO CÉU: IRMAO YUN E A FASCINANTE HISTÓRIA DA IGREJA PERSEGUIDA NA CHINA.


Quando perguntaram para mim se eu já tinha lido o livro do Homem do Céu, logo pensei que era mais um modismo literário no Brasil. Depois de muito tempo estava eu ministrando a Palavra do Senhor numa das nossas igrejas no sul de Santa Catarina e de repente sem eu esperar ouvi uma das nossas jovens perguntar: Pastor você quer emprestado o livro do Homem do Céu? Meio sem jeito falei para ela que tinha este livro na minha biblioteca virtual mais mesmo assim ela fez questão de me emprestar o livro.

Sem titubear peguei o livro e levei para casa. Como pastor, professor de teologia e pesquisador cristão sei do modismo abestalhado de livros que tem na estante de muitas livrarias por ai. Sou de fato seletista quanto a literatura evangélica eu não gasto o meu dinheiro em vão com aquilo que não glorifica a Deus e também não está plasmado em sua santa Palavra e na doce história da igreja em seus vários formatos.

Quando cheguei em casa comecei a folear o livro e percebi que era um livro biográfico que narrava a história de um homem que viveu no período crítico da história da China Comunista. Sempre gostei de ler livros da Igreja Perseguida, sempre fui desafiado pelos passos constantes e firmes desses amados irmãos sem rosto que enfretaram e enfrentam a fúria da malignidade mais permanecem fiéis a Deus diante do drama humano.

Quem não se encanta com os relatos do Irmão Andre da "Missão Portas Abertas?" Quem não fica encantado com os relatos quase sulrealistico da igreja perseguida espalhadas pelo mundo? seu sangue, seu brilho e sua dor.

O que falar daqueles irmãos amados que foram perseguidos por Hitler entre eles estava o poeta, teólogo e pastor Dietrich Bonheffer que foi enforcado em virtude do nazismo déspota.

O que falar do irmão Ivan Moiseyev morto na antiga União Soviética em virtude de sua fé. O que falar da nossa irmã Corrie te Boom que foi tambem presa com requinte de brutalidade no período do amalucado e infernal Hitler. Deus pela sua graça transformou aquela dor em pétalas para a igreja espalhadas no mundo todo e como dádiva para todos nós Corrie escreveu alguns livros inpirativos como “Cartas nas Prisões e Refúgio Secreto que mais tarde virou filme.

O que falar de Richard Wurmbrand que durante 14 anos ficou preso na Romênia em virtude da sua fé. Ele foi a voz da Igreja Subterrânea mais jamais negou a sua confiança na pessoa bendita de Jesus Cristo perante seus algozes que tentaram sem sucesso desbaratar a sua fé no Cristo Crucificado.

Não foi em vão que John Foxe (1516-1587) pesquisou sobre a vida daqueles amados irmãos do passado que em virtude da sua fé enfrentaram leões, reis, políticas injustas, martírio por que eles sabiam como dizia os moravianos que o "Cordeiro é Digno". Em seu livro “O Livro dos Mártires" o inglês Foxe nos ensina que devemos olhar para a história da igreja perseguida e extrair dali lições para a nossa vida.

Alguns anos atrás estive junto com o missionário Zig Fried Ziuns ministrando a pastores e foi um momento muito especial. Naquela ocasião eu ministrei sobre "A Nossa Ilha de Malta de Todos os Dias", era uma abordagem da viagem cansativa e difícil do Apóstolo Paulo rumo á Roma a capital do Império. O apóstolo dos Gentios também foi perseguido e enfrentou ao longo do seu ministério muitas prisões em virtude de sua fé e por causa disso mais tarde ele foi morto e enterrado como indigente num dos cantões do vasto Império Romano.

O missionario Zius também naquela manha relatou sobre a igreja perseguida em Cuba e não teve ninguém que ficou de olhos secos diante do amor e dedicação dele em prol da igreja perseguida cubana. Como anjo de Deus para a igreja na ilha de Fidel Zius sempre diz em tom de alegria que a fé ali é mais cara e que Jesus Cristo garantiu o IDE e nao a Volta.

Um tempo atrás junto com alguns missiólogos no Brasil eu fui convidado para fazer o prefácio do livro de um angolano que viveu também num período de perseguição e guerra em seu país. Em seu livro "Antes que eu me Esqueça" Castanheira narra com detalhe a brutalidade da guerra que assolou Angola e como a igreja sobreviveu mediante a dor e a crise e como Deus chamou ele para a obra missionária.

A história da Igreja precissamente a história da Igreja Perseguida que tem seu inicio em Atos dos Apóstolos como nascedouro da perseguiçao sempre me chamou a atençao por isso logo que folie o livro do Irmão Yun que em chinês significa "Nuvem de Testemunha" pude penetrar no limiar de uma igreja que padece por Cristo ao mesmo tempo que é fiel ao seu Senhor, percebi que o Título "Homem do Céu" nada mais era do que o seu brado para livrar a igreja da brutalidade dos soldados chinês.

Quando minha esposa Cida Lopes que tem um coração apaixonado por missões começou a ler o livro so descansou quando terminou, pois Paul Hattaway que historia a vida de Yun tem a especialidade de nos colocar cara a cara com a igreja doméstica chinesa e sua obstinação por Cristo o Senhor.

O Escritor Carl Lawrence que morou em Hong Kong e também em outras regiões da Ásia de 1964 até 1979 nos mostra o quanto a igreja Chinesa sobre o tacão do comunismo e das idéias complexa de Mao Tse Tung não só sobreviveu a dura brutalidade marxista mais cresceu em meio ao vale de dor e lágrimas.A igreja doméstica chinesa tem muito a nos ensinar sobre obediência e fidelidade a Deus em meio ao caos da Cortina de Bambu como também a humildade e a reverencia de amar a Palavra santa de Deus.

Quando convidei uns dos diretores da "Missão Betânia no Brasil" pastor Cícero Bezerra para ministrar em nosso Acampamento de Verao e também na igreja ele me convidou para ouvir o irmão Yuon que iria estar no Brasil.

Convidei os líderes da nossa igreja para irmos ouvir o Irmão Yuon e perceber os caminhos de Deus na igreja chinesa. Nos hospedamos no Seminário Teologico Betania em Curitiba e de fato foi um tempo precioso para todos nós ouvirmos aquele servo do Senhor.

Percebemos nas entrelinhas do seu coração que seu único motivo era Deus. Yun mostrou de maneira prática aquilo que o místico Sào João da Cruz falou em palavras quando bradou: "O meu motivo eis Tu Senhor, o Senhor é o meu motivo" Com uma convicção profunda e de uma humildade contagiante o Irmão Yun testemunhou e chorou pela a igreja na China e da Europa.

Com simplicidade que encantava os ouvintes mais como embaixador de um Deus que o chamou para uma nobre tarefa Yun levou seu chamado até as últimas consequencias sempre com a certeza que tudo isso era a graça de Deus em sua vida simples. Ele foi uma testemunha fiel num período complexo da história da igreja doméstica na China.

Yun teve a dádiva de decorar todo o Evangelho e guardar em sua mente e coração pois Deus preparava ele para uma missão importante que era ser um prisioneiro nas geladas e duras cadeias chinesa. Ali onde a Bíblia tinha sido queimada e era proibido falar de Deus este homem do céu como a igreja chinesa chama para ele, foi fiel ao seu Senhor até o fim.

Yun em seu testemunho no Brasil nunca exaltou os seus sofrimentos que na pespectiva humana é com requinte de crueldade mais sempre exaltou a Cristo e a sua Palavra e Deus como soberano. Ele mostrou para nós como os cristão sobreviveram no período negro de Mao TSE Tung e como ele viu a glória de Deus numa China que levantava a bandeira do ateísmo e do comunismo hermético.

Naquela manha junto com os pastores nos vimos um olhar de um santo que deseja que Cristo fosse exaltado, sua aparencia é simples, sua formosura nao esta conectada com o narcisismo moderno dessa geraçao fugaz, sua beleza esta em sua fé e paixao pelo Cristo ressurreto. Seu testemunho nas prisões chinesas nos levaram as lágrimas em ver sua fidelidade em meio a dor e perceber a graça de Deus com aqueles presos que foram alcançados pela divina providencia nas duras prisoes daquele país ateu.

Já cansado e abatido Yun convidou os pastores para orar pela igreja européia para que ela se volte com fervor para Cristo. Exilado na Alemanha ele percebeu que a teologia liberal, o pragmatismo e o pós modernismo fragmentou as igrejas européias e algumas ate já foram vendidas para templos mulçulmanos.

De volta para Jerusalém era o brado de Yun se referindo que devemos levar o evangelho santo de Jesus Cristo para a Europa que foi o berço da evangelização e que hoje esta nas cinzas de um ateísmo disfarçado cujo a figura de Deus e a salvação em Cristo se tornou peça de museu religioso.

De fato nosso coração foi aquecido como disse John Wesley naquela experiencia que ele teve em 24 de maio de 1738 na rua Aldersgate em Londres quando foi lido o prefácio de Martinho Lutero de Romanos. Wesley disse: "Senti meu coração estranhamente aquecido". Assim também fomos aquecidos pelo testemunho do Irmão Yun que traz em sua insígnia a Soli Deo Glória ( a Deus somente a Glória).

No final abraçamos o Irmão Yun e mesmo sem falarmos uma só palavra em virtude da barreira linguistica o nosso coração estava familiarizado pois, somos filhos do mesmo Pai e temos o mesmo Espírito Santo e somos salvos pela Graça por intermédio de Jesus Cristo o filho de Deus sobre o qual um dia todos os joelhos se dobrará e toda lingua confessará que Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus Pai.

Algo que encheu o nosso coração é que duas palavras que nos conectam com o trono da graça nao precisavam ser interpretada, pois ele também dizia com nós "Amém e Aleluia".

Como aquela irmanzinha que no final do culto perguntou para mim se eu já tinha lido o livro do Homem do Céu eu também faço a mesma pergunta para você que esta lendo este artigo.

Você já leu o livro do irmão Yun? O Homem do Céu? Se ainda não leu indico para você esta leitura educativa cheia de fé e aventura de um homem que entregou a sua vida para exaltar a Deus na China Comunista.

Talvez o mesmo cantico de criança que soou nos ouvidos do grande teólogo Agostinho no verao de 386 d.C. quando ele tinha 32 anos e estava angustiado em Milao no jardim da casa do seu amigo Alípio, posssa soar para voce também. O cantico dizia: Tolle, Lege! Tolle, Lege! que significa "Pegue e Leia! Pegue e Leia! na ocasiao Agostinho pegou o livro de Romanos e leu o capítulo 13 e Agostinho foi transformado.

É claro que Agostinho leu Romanos palavra santa de Deus que faz parte do Canom Bíblico, mais Deus pode usar este livro para despertar sua paixao pelas almas, renovar seu compromisso com a evangelizaçao e trazer alegria para o seu coração. O canto é o mesmo "Tolle, Lege".

Encerro minha reflexão com as belas palavras de Agostinho que podem ser aplicadas na vida deste servo de Deus e de todos nós como motivo e consolação. Ele disse: Deus teve apenas na terra um Filho sem pecado,mais nenhum sem sofrimento.

Carlos Augusto Lopes,É um dos Pastores da ADI, secretário do conselho de pastores ( Conpet, Coordenador teológico do CAD-Brasil) estudou teologia no Semib e recebeu o grau de bacharel em teologia pela FTSA é docente do Seminário Teológico Betânia na areia da teologia poemênica e Mestre em Teologia pelo IBE, se formou como escritor pela editora Betânia (MG) tem realizado estudos e pesquisas em várias áreias no campo teológico e tem dedicado o seu tempo de maneira integral na exposição bíblica na educação teológica em artigos no pastoreio e em treinamentos para lideres. Reside em Tubarão SC

NOVOS MODELOS DE IGREJA: ENTREVISTA COM O PASTOR CARLOS LOPES E FACULDADE TEOLÓGICA SUL AMERICANA.

1. Qual é o propósito de sua igreja? (para que sua igreja existe?)

C. O Propósito básico da minha igreja é glorificar o nome de Deus e servir aos homens com o evangelho integral.
Nosso propósito tem como moti a proclamação genuína do evangelho de Cristo sendo relevante sem perder a essência. Pensando assim nosso propósito é a exaltação de Cristo servindo a Deus e ao próximo.

2. Como sua igreja foi fundada? (descreva os fatos mais relevantes)

C. Minha igreja foi fundada em 1983. Ela é oriunda da Igreja Evangélica Assembléia de Deus de Tubarão Santa Catarina. Neste período um grupo pequeno de pessoas idôneas decidiram em deixar a igreja e começar um novo trabalho.

Esse grupo não iniciou uma igreja em virtude de sua saída, mas na caminhada de sua trajetória pessoas não crentes foram se agregando a eles e por fim iniciou um tímido trabalho de reunião e edificação mútua nascendo então a Igreja Evangélica Assembléia de Deus Independente.

Hoje esta igreja é uma fiel testemunha do evangelho aqui no sul de Santa Catarina. O sul é um desafio missionário e a igreja ADI, tem penetrado em várias camadas da sociedade com o evangelho integral.

3. Quais os princípios bíblicos mais importantes na plantação e crescimento de sua igreja? (em especial, a fundamentação bíblica que orienta seus métodos e modelos de crescimento)

C. Muitos métodos têm sido apresentados hoje no cenário brasileiro como cardápio de crescimento e plantação da igreja. Acredito ser ferramentas que ajudam a igreja, todavia quando focamos nossa igreja nesses métodos penso ser eles um fim em vez de um meio.

Nossa igreja não tem por assim dizer adotado um método contemporâneo como muitos têm feito. Neste sentido temos uma visão ortodoxa cúltica. Nosso crescimento vem da forte ênfase que damos à exposição bíblica fiel. Temos adotado a ênfase na comunhão e da felicidade cristã através da Bíblia.

Acreditamos piamente na exposição bíblica e no culto congregacional. Temos vários tipos de trabalho que chamamos de departamentos, porém nosso maior crescimento não vem dos grupos de células, ou outro expediente mais vem da forte ênfase do testemunho missiologal de cada membro, do culto congregacional e da exposição eloqüente da Bíblia.


5. Em relação ao processo de plantação de igrejas, qual ou quais modelos vocês têm utilizado? (igreja em células, G12, redes, igreja com propósitos, se você usa mais de um modelo, explique como você os combina) C.

Não temos usado nenhum desses modelos. Cada igreja tem o seu Dna a sua visão de cidade o seu Sitz In Leben. Temos adotado como carro chefe e fonte mantenedora o culto congregacional e a exposição bíblica.

Temos agora implantado na nossa igreja grupos de reuniões nas casas dos irmãos. Temos dado forte ênfase ao culto contemporâneo no sentido de alcançar os jovens universitários, que trabalham, estudam etc, numa linguagem não técnica de uma teologia fria, mais uma linguagem clara, direta, puritana sem jamais negociar os pilares da reforma e da sã doutrina. Cremos na hermenêutica da vida, da cidade e por isso colocamos a Bíblia em todas essas esferas.

6. Quais são as principais características/ênfases do (s) modelo (s) de plantação de igrejas que você utiliza?

C. Na nossa experiência como igreja aqui na região sul de Santa Catarina temos iniciado as congregações ou plantações de igreja a partir de uma base já estabelecida ou seja algum grupo de irmão que moram naquela localidade vivem aquela realidade e estão dispostos a levar a obra a diante. O fator “ irmão”, é importante para começarmos uma igreja.

A realidade sulista é diferente aqui plantar igrejas tem que ter uma base corrente, ou seja, um grupo. Essa é nossa realidade as igrejas que temos nasceu desse modelo. Não basta simplesmente abrir uma porta de igreja isso é algo básico a chave da realização é manter este trabalho. Pensando assim iniciamos sempre com uma base estabelecida dando lugar ao sacerdócio de todos os crentes.

7. Quais são os pontos positivos nesse modelo? O que está funcionando bem? C.

Este modelo adotado por nós e que estamos também abertos para outro tipo de modelo bíblico tem funcionado por que os irmãos daquela localidade têm desenvolvido seus ministérios com liberdade. Esse desenvolver ministério é sem dúvida a força leiga “ laos”, a força do povo que quer fazer a obra de Deus.

É verdade que nós pastores estamos na supervisão mais eles realizam o trabalho. Com este modelo temos abertos várias igrejas-congregações em bairros da nossa cidade e até mesmo em outras cidades. É certo que nem tudo é um mar de rosas existem espinhos na larga caminhada, porém é um premio satisfatório.

8. Quais são os aspectos negativos no modelo? O que não está funcionando muito bem?

C. Como em todo trabalho existe o lado belo e existe o lado sombrio. Talvez a maior
dificuldade neste sentido é um forte engajamento dos irmãos não da congregação mais da igreja sede que poderiam ajudar no aspecto cúltico, evangelistico etc.

A própria presença dos irmãos serve sem dúvida de incentivo e apoio para um grupo que está começando um trabalho novo. Outros aspectos que enfrentamos ainda é o fato de termos adotado que o culto de domingo deve ser realizado na sede. Nas congregações os cultos são semanais.

Porem sabemos que a cultura sulista é de domingo. Logo teremos que ter um programa neste sentido para as congregações. Outra dificuldade é começarmos algo no campo prático dos bairros com ação social. Por enquanto a igreja é somente igreja e não uma ajudadora no campo social. Creio que devemos pensar nisto, pois somos herdeiros de uma missão integral oriunda do CBE, Clade, Lausanne etc como também herdeiros de confessionalidades que refletem a Bíblia e seus desdobramentos.

9. Qual é o perfil ideal para um plantador de igrejas?

C. Um perfil para um plantador de igrejas primeiro deve ser bíblico. Aqui reside o verdadeiro perfil de qualquer ministério principalmente quando esse ministério está começando.

Creio também que um plantador de igreja deve conhecer a realidade cultural, regional do lugar aonde ele vai investir sua vida e o reino. Ele Também deve ser dotado de total abertura para Deus e sua multiforme.

Quando digo isso penso que ele não deve estar engessado com o sistema frio e gélido oriundo as vezes de um ritualismo e liturgia fria e descontextualizada.
Ele deve ser pessoa que ame a Deus, saiba enfrentar desafios, e reinventar o ministério a partir de seu contexto e não como um papagaio num redemoinho de imitação enlatada desfocal. Como disse Barth ele deve ter na mão a "Bíblia" e na outra o " Jornal"


10. Qual é o processo de escolha, treinamento e desenvolvimento do(s) plantador (es) de igrejas?

C. Em nossa igreja temos uma Seminário Teológico do Sul (www.seminarioteologicodosul.blogspot.com) onde capacitamos pessoas para os seus diversos ministérios. O processo de formatação de obreiros é feito a medida que compreendemos sua chamada, seu despojamento, seu dom. O Seminário a Capacitação serve para todas as igrejas como suporte ministerial e nao como referencia vocacional, quem chama para o ministério é Cristo usando a Igreja e mais ninguém, tudo que foge disso é simonia e política eclesial baixa.

É a partir deste adendo que surge a capacitação. Geralmente aqui em nossa igreja as pessoas que iniciaram trabalhos de igrejas novas já tinham uma experiência vivencial e bíblica.

Temos também a visão de enviar pessoas para ser capacitada através de curso e envio a seminários e faculdades teológicas. O desenvolvimento deste ministério é feito de uma caminhada aonde juntos, trocamos experiência, informações, comunhão etc.

11. Como são assistidos (pessoal e financeiramente) o(s) plantador(es) de igrejas em sua igreja local ou denominação?

C. Em nossa igreja compreendemos que digno é o obreiro do seu salário. Temos também muitas pessoas que são bi vocacional, ou seja, trabalham em serviços seculares e ajudam na igreja como obreiros.

O corpo ministerial da minha igreja chamado presbitério, órgão que dirige a vida institucional e espiritual da igreja neste sentido é um misto de investimentos.
Por exemplo, tem ministros que recebem uma ajuda salarial da igreja, outros são aposentados e trabalham pelo amor da obra outros sao ministros integrais.


12. Quais são suas preocupações e expectativas quanto à plantação de novas igrejas no Brasil nos próximos 10-20 anos? C.

Minhas preocupações quanto à plantação de novas igrejas surge justamente da liderança que iremos deixar. A pergunta é qual será o nosso legado junto a igreja brasileira?. Acredito que todos nós temos uma parcela nesta grande tarefa de capacitação de obreiros sejam seminários, faculdades teológicas, Institutos Bíblicos, Missões, Ministérios Para-Eclesiásticos etc.

Uma igreja sadia deve brotar do chão da Bíblia como disse Eugene Peterson e não de modismos e teologias herméticas. Devemos também selecionar e não discriminar os futuros plantadores de igrejas.

Muitas pessoas, muitos plantadores de igrejas já querem iniciar a igreja e em pouco tempo querem que ela cresça. Isso não é errado, todavia errada é a motivação e a essência que é formatado isso. Nossa tarefa é ser fiel a Deus no ministério que ele nos tem confiado já os resultados é um eixo divino. Crescimento não é sinonimo de fidelismo como também a falta dele nao é expressão de fidelidade. Isso é sim na minha opiniao o pião girador do eixo divino.

O que se vê por aí é uma idolatria a números mais do que conteúdo. A Forma eclesial tem sido mais ventilada do que a Essencia, O status humanos mais do que a de ser servo do Senhor. O pragmatismo ebuluente e superficial mais do que a santa espiritualidade e a profundidade cristã. Como disse Sproul temos que ter raízes. Pesquisas apontam que técnicas humanas, psicologizacão e sentimentalismo tem tomado lugar da santa e potente Palavra do Senhor nos púlpitos. O orgulho humano oriundo dos gregos e romanos com sua força e seus dotes intelectuais tem eclipsado a maior de todas as honras que é ser chamados Filhos de Deus.

Hoje longe do realismo bíblico voce tem mais poder e mais respeito se voce tiver títulos, poder eclesial, reciclagem teológicas etc. Isso tudo é um parafuso do Reino de Deus e nao o Reino. O que temos que nos Gloriar é no Rei deste reino como diz a Bíblia. Fora disso, tanto pastores como plantadores, como missiólogos, teólogos e obreiros estao caminhando numa estrada estranha, perniciosa, cheia de aranha e bichos pençonhetos como disse C.S. Lewis.

Acredito que vivemos uma época complexa e isso produz em todos que são servos sinceros preocupações, pois o nervo central do cristianismo é a Bíblia e se ela for tirado do centro para dar lugar ao emocionalismo ao letrismo etc, perderemos a essência de tudo que é santo e consequentemente sacrificaremos a verdade no altar do mundo pós-moderno e pós-cristão como salientou Stott, Nancy Percey e Charles Colson.

Há história tem mostrado para nós que uma geração cristã forte é quando ela compreende aquilo que Francis Schaeffer disse ela precisa de Reforma “ Bíblia”, de Renovação “ Vida cristã, vida espiritual”, e Revolução Construtiva “ alcance profundo da verdade para uma geração sem verdades cristãs.

Como pastores para essa geração temos que nos preocupar mais temos que ser otimistas e rever a história e perceber que nos momentos cruciais da história da igreja Deus que é Soberano trouxe respostas claras mostrando caminhos de excelência.

Isso ocorreu com os Pais da Igreja, nos Concílios nicenianos, calcedônio, atanasiano etc. Também na Reforma Protestante e todo o seu desdobramento, no movimento anabatista no pietismo, no puritanismo, entres os moravianos, no metodismo, nos clássicos avivamentos etc.

O mesmo Deus que trouxe luz em períodos escuros de trevas é o mesmo Deus da história, Senhor absoluto do Mundo cuja rédias de tudo está em suas mãos.

Penso na igreja brasileira com otimismo uma igreja amadurecida por Deus e pelos embates da caminhada mesmo sendo nova. Uma igreja com fome de Sola Scriptura, Sola Gratia, Sola Chistus, Sola Fide, Sola Deo Glória.

Penso numa igreja preocupada não somente com teologias mas preocupa com a sã ortodoxia que caminha em direção integral que olha o homem integral que olha o mundo de forma integral que tem seu olhar para os céus e seus pés aqui na terra.

Uma igreja preocupada com vidas mais do que com belos prédios, com templocentrismo. Uma igreja que deseja que o Reino venha e que ele cresça neste mundo. Uma igreja que se apressa a orar, adorar e exaltar a Deus, mas também uma igreja que se apresse a proclamar o Evangelho, que sabe abraçar o ferido, o descamisado, o abatido, o injustiçado dessa sociedade falida por um falso sistema aprisionador.

Creio numa igreja que seja profeta e denuncie em nome de Deus a barbárie humana que não fica embebedada pelo fascínio deste mundo nem negocia a sua identidade por um prato de lentilha de uma politicagem gélida, diabólica, imoral.

Creio numa igreja que irá usar os meios de comunicação não como manobra curralista denominacional ou plataforma de exaltar o humano numa pseuda forma de estrelismo, mas que usará tudo para glorificar somente a Deus exaltar a sua palavra e proclamar a justiça e o Reino Santo.

Creio sim numa igreja militante e triunfante que irá expressar de maneira integral Deus para o mundo. Creio sim numa igreja formada de pentecostais sérios, tradicionais sérios andando pelos campos do mundo pregando o evangelho de Cristo e vivendo a práxis do amor, da justiça da comunhão e da paz na linda hermenêutica da Bíblia e da vida e que juntos celebrem a ordoxia, a ortopraxia e a ortopatia.

Creio numa igreja bíblica, missionária e pastoral que está preocupada com a glória de Deus e o anuncio sincero de sua palavra. Creio sim que podemos caminhar juntos como povo de Deus pelos campos do mundo proclamando a fé cristã não no tabuleiro da graça barata como disse o teólogo alemão Dietrich Bonheffer, mas na graça maravilhosa como quer o reformador genebrino João Calvino pois essa graça nos faz caminhar como igreja de Deus aqui no Brasil, pois como disse Jesus Cristo “Sem mim não podeis fazer nada”.

Encerro com esse dito pietista de séculos passados; Innecessarii veritas (unitas), in non necessarii libertas, in omnibus carita. “ Nas coisas essenciais, veracidade ou unidade, nas coisas não essenciais, liberdade; em todas as coisas, amor.


Carlos Augusto Lopes,É um dos Pastores da ADI, secretário do conselho de pastores ( Conpet, Coordenador teológico do CAD-Brasil) estudou teologia no Semib e recebeu o grau de bacharel em teologia pela FTSA é docente do Seminário Teológico Betânia na areia da teologia poemênica e Mestre em Teologia pelo IBE, se formou como escritor pela editora Betânia (MG) tem realizado estudos e pesquisas em várias áreias no campo teológico e tem dedicado o seu tempo de maneira integral na exposição bíblica na educação teológica em artigos no pastoreio e em treinamentos para lideres. Reside em Tubarão SC.