sexta-feira, 31 de julho de 2009

Teologia do Esporte

O esporte é:

- Um Dom de Deus: Romanos 12:6. Todo talento é parte da criação de Deus que nos concedeu diferentes dons uns dos outros. Nós usamos nosso talento esportivo da mesma forma que usamos o talento musical ao cantar em um coral. Todos os talentos existem para ser usados para a glória de Deus. I Corintios 10:31

- Parte da criação de Deus: Gênises 1:25 e I Timótio 4:4. Como tal, o esporte é bom e deve ser praticado com alegria e prazer ( endorfina ). Não há passagem alguma na bíblia que proiba a prática de esportes ou provoque algum sentimento de culpa.

- Uma oportunidade para adoração: Romanos 12:1. Portanto, cada pequenina coisa, em cada segundo e em qualquer lugar, o que nós fazemos deve Ter como propósito a glorificação de Deus. Não devemos ser crentes “período parcial” apenas durante o culto dominical. Colossenses 3:23. Nós usamos nosso talento esportivo para o louvor de Deus e desfrutamos daquilo que Ele criou.

- Uma oportunidade para amarmos ao nosso próximo: Mateus 22:39. No esporte, não podemos jogar sozinhos, precisamos de companheiros e adversários. Deve existir alguém que nos impulsione a nos desenvolvermos para adorar a Deus com os talentos que Ele nos concedeu. Você agradeceria seu colega de equipe após o jogo, caso ele tivesse perdido um gol na final do campeonato? Há no esporte oportunidades de praticarmos o amor de Jesus.

- Um “campo de prova”: Romanos 12:14-21. O esporte nos fornece a oportunidade de provar a nossa fé. Podemos perdoar um adversário que comete uma falta grave? Podemos seguir as regras e obedescer aos ábitros? Certamente que sim, esporte é o local para aprendermos e sermos provados. Como administramos o estresse, a falha, dor, e o sucesso?

- Uma oportunidade para testemunhar: 2 Corintios 5:20. No campo esportivo, não crentes vêem os cristãos da mesma forma que eles são, eles serão atraídos pelas coisas que gostam e irão segui-las. Assim, nós podemos refletir o evangélio, nossa vida é uma fotografia de Jesus.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Kaka é ungido presbítero da igreja Renascer em Cristo


No último domingo, dia 19/07, o jogador Kaká, eleito o melhor do mundo no ano de 2007, foi ungido presbítero pela Igreja Renascer em Cristo. ”Essa é uma noite muito especial para mim, terminei o Curso de Presbítero e fiz a prova com o Apóstolo Estevam, que não foi fácil. É com grande alegria que hoje eu vou ser ungido presbítero”, disse o jogador da Seleção Brasileira.

O craque aproveitou para falar da grande bênção que foi a aquisição de seu passe pelo Real Madrid, umas das três maiores negociações já feitas no futebol mundial. “As pessoas perguntam se eu estou valendo tudo isso e eu realmente digo que não sei, mas sei que Jesus pagou um preço, muito maior por mim e por quem pagou este valor”, declarou Kaká, que também falou da honra de ter conquistado a Copa das Confederações e de ser o melhor jogador daquela competição.

Assista abaixo o vídeo:

Fonte: Igospel

Atacante brasileiro do Hull City atua também como pastor na Inglaterra


Segundo o jornal britânico “The Sun”, o atacante brasileiro Geovanni encontrou uma atividade extra durante suas férias: atuar como uma espécie de pastor em uma igreja de Manchester. O ex-jogador do Cruzeiro é titular do clube inglês Hull City.

Na Igreja “Comunhão da Nova Esperança”, Geovanni trabalha com jovens. Ele também ensina futebol a crianças, desde que chegou ao clube, há dois anos.

– Geovanni faz um grande trabalho com os garotos da região. Como o Kaká, ele é um brasileiro que mantém a fé e a humildade mesmo vivendo em situação bastante diferente. Ele quer fazer parte da comunidade e ajudar no desenvolvimento do bom comportamento da juventude – explicou o pastor Ezequias Santos, líder da Igreja.

Atualmente, Geovanni está em pré-temporada com o Hull City na Itália.

Fonte: Globo Esporte

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Orgulho de ser BRASILEIRO

A comemoração do Brasil pelo título da Copa das Confederações, na África do Sul, e o comportamento dos jogadores após a vitória sobre os Estados Unidos causaram polêmica na Europa. A queixa é de que a seleção estaria usando o futebol como palco para a religião. A Fifa confirmou à Agência Estado que mandou um alerta à CBF pedindo moderação na atitude dos jogadores mais religiosos, mas indicou que por enquanto não puniria os atletas, já que a manifestação ocorreu após o apito final.
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Ao final do jogo contra os EUA, os jogadores da seleção brasileira fizeram uma roda no centro do campo e oraram. A Associação Dinamarquesa de Futebol é uma das que não estão satisfeitas com a Fifa e quer posição mais firme. Pede punições para evitar que isso volte a ocorrer.

Com centenas de jogadores africanos, vários países europeus temem que a falta de uma punição por parte da Fifa abra caminho para extremismos religiosos e que o comportamento dos brasileiros seja repetido por muçulmanos que estão em vários clubes da Europa. Tanto a Fifa quanto os europeus concordam que não querem que o futebol se transforme em um palco para disputas religiosas, um tema sensível em várias partes do mundo. Mas, por enquanto, a Fifa não ousa punir o Brasil.

“A religião não tem lugar no futebol”, afirmou Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa. Para ele, a oração promovida pelos brasileiros em campo foi “exagerada”. “Misturar religião e esporte daquela maneira foi quase criar um evento religioso em si. Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora”, disse o dirigente ao jornal Politiken, da Dinamarca. À Agência Estado, a entidade confirmou que espera que a Fifa tome “providências” e que busca apoio de outras associações.

As regras da Fifa de fato impedem mensagens políticas ou religiosas em campo. A entidade prevê punições em casos de descumprimento. Por enquanto, a Fifa não tomou nenhuma decisão e insiste que a manifestação religiosa apenas ocorreu após a partida. Essa não é a primeira vez que o tema causa polêmica. Ao fim da Copa do Mundo de 2002, a comemoração do pentacampeonato brasileiro foi repleta de mensagens religiosas.

A Fifa mostrou seu desagrado na época. Mas disse que não teria como impedir a equipe que acabara de se sagrar campeã do mundo de comemorar à sua maneira. A entidade diz que está “monitorando” a situação. E confirma que “alertou a CBF sobre os procedimentos relevantes sobre o assunto”. A Fifa alega que, no caso da final da Copa das Confederações, o ato dos brasileiros de se reunir para orar ocorreu só após o apito final. E as leis apenas falam da situação em jogo.