terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Kaká pediu direção à Deus para decidir entre Manchester e Milan


Quase um mês depois de toda a polêmica negociação com o Manchester City, Kaká falou sobre os motivos que o levaram a recusar a maior oferta já feita por um jogador de futebol no mundo. Em entrevista ao programa Bem, Amigos!, do Sportv, gravado na semana passada mas veiculado nesta segunda-feira, o meia afirmou que a sua história na equipe italiana e a chance de voltar a conquistar grandes títulos pesaram a favor de sua decisão.

“Contou muito a minha história no clube, o que represento no Milan e o que eu já conquistei e ainda quero conquistar no Milan”, afirmou Kaká ao explicar a recusa da proposta de 273 milhões de euros. “Foi uma proposta financeira que era boa para todo mundo e a negociação ficou pública. Mas ficar foi a decisão certa.”

Segundo o meia do Milan e da seleção brasileira, a permissão que o clube deu ao jogador para negociar com o City foi o que quase causou a sua ida para o time de Robinho.

“Desde que cheguei aqui, todas as minhas decisões foram tomadas junto com o clube. Quando recusamos outras propostas, foi porque o clube não quis negociar. A partir do momento que o clube abre a possibilidade de vender o jogador, eu achei que era respeitável ir ouvir (o City), mantendo tudo o que já tinha feito com o Milan antes”, explicou.

“Outra coisa que pesou foi o fato de que, no Milan, o ciclo bom sempre volta. Hoje posso estar em um não muito bom, mas com certeza uma hora vai voltar”, disse.

Evangélico, Kaká não esqueceu da sua fé na hora de escolher entre Manchester e Milão. “Pedi realmente a direção de Deus. Foi um tempo de meditar e ficar orando”, afirmou.

Kaká ainda disse que confia na recuperação total de Ronaldinho Gaúcho, mas aposta que ele não será mais o mesmo de anos atrás, devido a seu amadurecimento. “O jogador muda. Ele tem uma genialidade fora do comum, mas agora está jogando mais cadenciado”, completou.

Fonte: Mercado da Bola

Roberto Brum garante que curou lesão na coxa com oração


Volante foi correndo de sua casa até o CT Rei Pelé para provar a si mesmo que estava pronto para jogar, uma semana antes do previsto

A volta do volante Roberto Brum do Santos, contra o Guarani, no último domingo, contrariou a previsão dos médicos. O jogador havia sofrido uma contratura muscular na coxa durante confronto contra o Palmeiras, no dia 8 de fevereiro. Ele voltaria em 15 dias, mas diminuiu em uma semana a estimativa dos médicos. Evangélico, o jogador garante que foi curado por intervenção divina.

O jogador conta que, na véspera do jogo, acordou desanimado, pensando que teria mais uma chata sessão de fisioterapia pela frente, enquanto seus companheiros se preparavam para a partida contra o Bugre. Então, Brum diz que resolveu fazer um teste. Ele mora a cerca de dois quilômetros do CT Rei Pelé e resolveu ir a pé até saber se estava curado da lesão. Diz que confiava que Deus não iria lhe conceder a graça de não sentir mais a lesão.

- Deixei a chave do carro de lado, coloquei uma bermuda e comecei a caminhar. Fui me sentindo bem e resolvi dar um trote. Quando cheguei em frente à Santa Casa (já na rua do CT), pensei: vou dar um pique. Cheguei bem na porta do hotel do Santos e freei com força. Não senti nada e já agradeci: 'obrigado, meu Senhor, estou curado' - contou, arrancando gargalhadas dos repórteres.

Brum diz foi procurar diretamente o fisioterapeuta do Peixe, Nilton Petrone, o Filé, avisando que iria jogar.

- Eu entrei no CT e falei que queria falar com o Filé. Parecia até o Marcelo Teixeira (presidente do clube). Ele disse que eu era louco, que nunca tinha visto um caso como o meu ser curado tão rápido. Mas eu provei que estava bem, que iria jogar e joguei - comenta.

Fonte: Globo Esporte