segunda-feira, 2 de março de 2009

Arqueólogos descobrem artefatos do tempo de Ezequias

Foi descoberta por arqueólogos, em Israel, uma grande construção que remonta ao tempo do Primeiro e Segundo Templo, e ao reinado de Ezequias, Rei de Judá.

A Autoridade Israelita de Antiguidades tem procedido a trabalhos de escavação na aldeia de Umm Tuba, no Sul de Jerusalém. A organização disse ter encontrado um edifício com vários quartos dispostos à volta de um pátio. Os quartos continham muitos artefactos e cerâmica dos períodos do Primeiro e Segundo Templo.

Entre as peças encontradas estavam os selos de funcionários do governo, tais como Ahimelekh ben Amadyahu e Yehokhil ben Shahar, que tinham ambos elevada posição no governo do Rei Ezequias.

Ezequias foi o 13º rei de Judá. A sua vida é mencionada na Bíblia nos livros dos Reis, Crónicas e Isaías. Em Crónicas relata como Ezequias, juntamente com o Profeta Isaías, oraram a Deus para salvar o Reino dos invasores assírios.

Os arqueólogos também encontraram uma inscrição em Hebraico numa jarra, que data de 600 anos após os selos do Reino de Judá. Acredita-se que o edifício foi parcialmente destruído durante a conquista de Jerusalém pelos babilónios.

As novas descobertas, juntamente com outros achados anteriores ajudam a pintar um retrato da existência judaica em Jerusalém durante o período do Primeiro e Segundo Templos.

A Autoridade Palestiniana, que quer controlar o Monte do Templo e Jerusalém Oriental, alega que estes templos judeus nunca existiram.

O Monte do Templo é o local mais sagrado para os judeus. O Primeiro Templo foi ali construído no Século X a.C. pelo Rei Salomão, e abrigava a Arca da Aliança. No entanto, o templo foi destruído em 586 a.C. pelos babilónios.

O Segundo Templo foi construído em 515 a.C., todavia, também este foi destruído em 70 d.C., desta vez pelos romanos.

Fonte: Diário Cristão

Cristãos indígenas sofrem perseguição no Vietnã

VIETNÃ - Os cristãos de Degar Montagnard e outros convertidos em diversas áreas do Vietnã enfrentaram grande perseguição após a morte de um camponês cristão.

Siu Krot, 65, foi morto em sua fazenda, depois de recusar vender sua terra. As autoridades locais pressionam os cristãos indígenas a vender suas terras abaixo do preço de mercado. A lei vietnamita foi cuidadosamente preparada para matar os cristãos indígenas, mas proteger os vietnamitas nativos.

No caso de Krot, um grupo da polícia e alguns civis esperaram por ele e pediram para que vendesse sua fazenda para eles. Quando Krot se recusou, o sequestraram e o mataram, açoitando Krot na cabeça, testa, nariz e queixo, até ele morrer.

Alguns missionários sugerem que o incidente é parte de algo maior, que tem como alvo os cristãos das áreas rurais. Em algumas províncias, os convertidos são perseguidos não só pelo governo, como também por budistas.

Há alguns anos, mais de 300 pastores tribais foram presos, ou simplesmente desapareceram. Fontes afirmam que milhares de cristãos de Degar Montagnards estão em diversas prisões, a maior parte por realizar atividades cristãs ou tentar sair do país.

Muitas casas foram destruídas e incendiadas, e os cristãos foram presos e torturados.
Diversos pastores foram condenados de três a onze anos de prisão por “pregarem o evangelho”. Muitos deles estão doentes e alguns já faleceram na prisão.

Ainda é muito difícil para as igrejas tribais funcionarem. Para serem “legais”, precisam se registrar no governo e receber uma permissão oficial para atividades cristãs. Isso permite que o governo controle e monitore as igrejas.

Apesar das dificuldades, os missionários notaram uma “mudança repentina” nas atitudes das autoridades em relação aos cristãos.

“Nosso ministério aproveitou esse tempo de ‘liberdade’ para viajar até áreas remotas. Uma das experiências mais impactantes foi a possibilidade de falar em lugares onde antes era proibido cultuar ao Senhor”, afirmou um missionário.

Enquanto o Vietnã passa por algumas reformas, os grupos de ajuda humanitária dizem que as autoridades estão fartas de permitir a propagação do cristianismo.

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Portas Abertas

Ingleses afirmam ter gravado imagens de fantasma em bar

Um grupo de amigos afirma ter gravado imagens de um fantasma que assombraria um bar na cidade de Tunstall, no condado de Staffordshire, no norte da Inglaterra. As imagens, que podem ser vistas no site do jornal britânico “The Sun” (veja o vídeo), supostamente mostram o fantasma passeando dentro do pub.

“Só pode ser um fantasma. Não há outra explicação”, acredita Vince Bundy, 43 anos, que estava na mesa enquanto seu amigo, Andy Willett, gravava as imagens para testar a câmera de um aparelho celular. Só depois, ao abrirem o vídeo, é que os dois perceberam a suposta assombração.

De acordo com Bundy, um proprietário antigo do pub afirmou que o local seria “habitado” pela alma de um velho vaqueiro. “O filho do dono dizia que o caubói circulava por ali, procurando suas meias”, conta.

Fonte: G1

Aos 14 anos, mulher se torna divorciada mais jovem de Israel

Uma menina de 14 anos que acaba de se divorciar de seu marido, três anos mais velho que ela, tornou-se a divorciada mais jovem de Israel, depois que um tribunal rabínico considerou válido o casamento que realizaram entre amigos.

A Corte Rabínica de Jerusalém expediu o processo de divórcio após comprovar que a cerimônia matrimonial dos jovens foi na lei religiosa judaica, que dita a legislação marital em Israel. O marido fez os votos frente a alguns amigos, que serviram de testemunhas, e também entregou um anel à esposa.

Os jovens pertencem a famílias tradicionalistas judaicas da área de Jerusalém e, segundo o “Yedioth Ahronoth”, consumaram o casamento.

Quando os pais do menino souberam, insistiram em que obtivessem o divórcio religioso judaico, para que pudessem voltar a se casar no futuro.

A menina rejeitou inicialmente a ideia e insistiu em que queria viver com o jovem como sua esposa e que pensava em voltar a casar-se oficialmente com ele após atingida a maioridade legal. No entanto, destaca o jornal “Ha’aretz”, a menor voltou atrás após receber uma oferta dos pais do marido de 10 mil shekels (cerca de 2 mil euros).

Fonte: G1