segunda-feira, 23 de março de 2009

Zagueiro causa polêmica na Itália ao afirmar que homosexualismo é pecado


O zagueiro Nicola Legrottaglie, da Juventus, causou polêmica ao lançar sua autobiografia, entitulada “Fiz uma promessa”. Em um dos trechos controversos do livro, o jogador, evangélico, afirma que o homosexualismo é pecado.

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“Hoje se vê a homosexualidade como uma moda, uma maneira de ser ‘do contra’. Mas na bíblia está claro que tanto a masculina quanto a feminina são pecado. Mesmo assim, as reuniões que fazemos também estão abertas a eles”, declara o italiano.

Ao longo da obra, Legrottaglie revela ainda que acredita na importância da castidade e de preservar o corpo e aconselha os gays, “como heterosexual e cristão”, a lerem a bíblia. O zagueiro também provoca discussões ao escrever sobre outras religiões.

Ao comentar o fracasso de sua negociação com o Besiktas, da Turquia, ele declara: “Tinha consciência que o ambiente alí podia ser hostil à minha crença espiritual e me repetia: ‘Por que, senhor, quer me mandar aos muçulmanos? Deus estava trabalhando por mim”.

Legrottaglie já havia gerado comentários negativos ao dizer que Israel estava “Pagando as consequências de ter ofendido a Deus depois de ter sido o povo escolhido”. Na época, o atleta teve que se retratar pelas suas declarações.

Fonte: ESPN / Gospel Mais

André Valadão: confira capa, trailer e 6 faixas do novo álbum

Se você é daqueles que não conseguem esperar por uma novidade, o cantor André Valadão acaba de dar uma ‘forcinha’ para matar sua curiosidade sobre as músicas que irão compor o álbum Fé, que será lançado em breve pela Graça Music.

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O cantor disponibilizou 6 faixas de apresentação de seu novo trabalho, já mixadas. Assim, o internauta poderá ter uma boa noção do que o aguarda no lançamento do CD e DVD, este último previsto para o mês de abril.

Para ter acesso às canções, acesse www.myspace.com/andrevaladaoofficial.

Abaixo você confere o teaser trailer do DVD (clique no botão HQ para assistir em alta qualidade):

E aqui você confere a capa do novo álbum:

Fonte: Super Gospel

Governo da Bulgária acusado de violação de liberdade religiosa

O governo da Bulgária está explorando a possibilidade de apelar contra uma decisão tomada pelo tribunal de direitos humanos europeu (ECHR em inglês), após descobrir que o governo era responsável pela violação da liberdade religiosa de centenas de padres ortodoxos, bispos e trabalhadores.

De acordo com o ECHR, a violação do artigo 9 da convenção europeia de direitos humanos aconteceu quando o governo búlgaro tomou partido em uma disputa interna na igreja, e tentou forçar os sacerdotes dissidentes a reconhecer a autoridade do Patriarca Máximo, nomeado pelo Estado.

O ECHR deu três meses ao governo da Bulgária para realizar o pagamento de 8 mil euros mais impostos para recompensar os outros seis candidatos para o cargo, pela perda de dinheiro e pelo estrago nos prédios da igreja.

O tribunal também ordenou que o governo e os pleiteadores cheguem a um acordo, que poderia ser de milhões de euros, quanto a questão de 107 igrejas confiscadas, salários e benefícios não-pagos para clérigos que perderam seu trabalho como resultado dessas disputas. Se não chegarem a nenhuma conclusão até a data estabelecida, o acordo será determinado pelo tribunal.

Mais de cem padres da igreja ortodoxa foram retirados de suas igrejas há cinco anos, depois de se recusarem a reconhecer a autoridade do Patriarca Máximo, nomeado pelo regime comunista nos anos 70. Muitos deles têm passado dificuldades, e outros foram proibidos de arranjar outro emprego ou receber os benefícios do governo.

Após a queda do comunismo na Bulgária, a igreja ortodoxa se dividiu entre aqueles que reconheciam a autoridade do Patriarca Máximo e os que se negavam a aceitar.

Stuart Windsor, diretor nacional do CSW disse: “Apesar da decisão positiva do ECHR, parece que o governo da Bulgária não quer admitir suas violações à liberdade religiosa”.

Tradução: Deborah Stafussi
Fonte: Portas Abertas

Deputado contra casamento gay e aborto assume no lugar de Clodovil


SÃO PAULO - O rosa-choque do gabinete do deputado Clodovil Hernandes (PR-SP), que morreu de um acidente vascular cerebral e foi enterrado nesta quarta-feira em São Paulo, será substituído pelo vermelho-sangue do deputado que assumirá sua vaga na Câmara, o coronel Jairo Paes de Lira (PTC-SP). Aos 55 anos, o coronel da reserva da Polícia Militar, Paes de Lira, disse que é contra o casamento de homossexuais, é contra o aborto, defende a pena de morte e acha que todo o cidadão de bem deve ter uma arma em casa para se defender. Será uma mudança da água para o vinho na Câmara.

- Não posso aceitar a chacina de uma criança no ventre materno. A vida começa no momento da concepção - disse ao GLOBO, por telefone, o coronel Paes de Lira, ao explicar sua posição contra o aborto.

Ele deverá assumir a vaga de Clodovil Hernandes na Câmara, mas espera ser convocado, dentro de 48 horas, pela presidência da Casa, para assumir o cargo em Brasilia. Entre as coisas que o coronel Paes de Lira espera primeiro ser convocado para depois falar mais de forma ampla, é sobre o destino da decoração rosa do gabinete espelhado do deputado Clodovil.

- É claro que a decoração será mudada. Não tenho nada contra o rosa, mas esse não é meu estilo. Vou adotar uma deocração padrão adotada por outros deputados, mas é evidente que o deputado Clodovil levava uma vida totalmente antagônica à minha. Tenho uma história de vida, formada na Polícia Militar, diametralmente oposta à do Clodovil. Respeito as posições que o deputado adotava, pois todos são filhos de Deus, mas não posso concordar com elas. Sou casado há 30 anos com a mesma mulher, tenho três filhos e não aceito o aborto, o casamento gay. A constituição é clara quando diz que o casamento é a união entre um homem e uma mulher - disse o coronel, considerado de linha-dura.

Eleito com pouco mais de sete mil votos, quase todos obtidos junto a policiais militares e “daqueles cidadãos de bem que votaram no referendo de 2005 pelo direito de se armar”.

- Defendo que o referendo de 2005 seja aplicado na plenitude e que as pessoas de bem possam se armar para defender suas famílias no interior de suas casas - disse o coronel.

Para ele, a pena de morte é “um remédio social”, embora ele não esclareça em que circunstâncias a pena de morte poderia ser aplicada no Brasil.

Ele mesmo define seu perfil.

- Sou conservador, defendo a família, a pátria e a religião. Tenho um perfil duro e uma história dura na preservação da ordem pública - conforme ele defendia em seu site de campanha quando foi eleito pela legenda como primeiro suplente na esteira dos mais de 500 mil votos obtidos por Clodovil Hernandes em 2006 pelo PTC (atualmente o estilista estava no PR, mas a vaga de suplente é do PTC pelo qual ele se elegeu).

O coronel Paes de Lira fez curso superior na Academia do Barro Branco (que forma policiais militares de São Paulo), que já comandou e fez pós-graduação na Universidade Mackenzie, instituição que já foi considerada reduto da direita paulista.

Fonte: O Globo Online