quarta-feira, 15 de abril de 2009

A oração de um Fórmula 1


O box está fechado. Lá dentro, solitário, está um carro. Não qualquer um, mas um Fórmula 1. Pode ser Ferrari, Mclaren, William´s. O dia amanhece, de repente, a porta do Box se abre, surge o piloto. Neste momento o carro vibra e aguarda. Então, olhando para o piloto, em pensamentos acelerados, ora. Consegue imaginar qual é a oração do carro? Não? Ela é uma oração rápida como rápido tem que ser um Fórmula 1. Porém, apesar de toda sua rapidez, imprime profundidade e humildade naquilo que ora. É uma oração sintetizada em uma única palavra: "Guia-me!".

Não consigo imaginar o volume de tecnologia que contém um Fórmula 1, apenas leio, espantado, sobre os milhões de dólares que são investidos em cada carro. E mesmo assim, com um poderoso e complexo motor, a máquina revela toda sua dependência com uma palavra: "Guia-me!".

Talvez seja essa palavra que esteja faltando em muitas orações, para com humildade admitir nossa dependência de um piloto que nos guie. Sempre que assumimos a direção independente de nós mesmos, via de regra, derrapamos, batemos, capotamos. Você sabe, os pilotos da Fórmula 1 ora vão bem, ora vão mal, é sempre um risco a oração dos carros entregando-se nas mãos deles. Charles Chaplin, em seu sensacional filme "Tempos Modernos", alerta de forma esclarecedora: "Não sois máquinas, homens é que sois!" Chaplin estava certo e, justamente porque não somos máquinas e sim homens, não podemos entregar nossa vida nas mãos de qualquer piloto e pedir: "Guia-me!".

Carros são cheios de detalhes. Seres-humanos muito mais. O seu carro você leva numa concessionária para revisar ou consertar, confiando na competência dos profissionais. E você, como anda a sua revisão, manutenção e consertos necessários? Vou te ajudar a perceber um dos lugares onde você procura abastecimento, manutenção e renovação. Aqui! Isso mesmo! Você clicou e acessou este portal! Ao entrar aqui, no Guia-me, você encontrou notícias, informações e reflexões que ajudam a construir os seus questionamentos, responder algumas dúvidas, concordar e discordar de alguns pontos de vista, tomar decisões, mudar de atitude e também, embora você não goste, colocar grandes pontos de interrogações nos seus pensamentos. Tudo porque você clicou: " Guia-me!".

A vida, por acaso, não é assim? Experimente ousar e se abandonar nas mãos do piloto Jesus deixando somente Ele guiar. O que acontecerá? Maravilhas e mistérios! Maravilhas pelas transformações e vitórias. Mistérios pelos desertos e vales aparentemente sem explicação. "Aparentemente" porque, é claro, Jesus tem explicação, pois sabe perfeitamente para onde, para quê e porquê nos guia em direções que não entendemos. E mesmo a fase do mistério, em si, tem uma maravilha, afinal, com Ele no volante a chegada no destino certo e melhor está garantida, tudo porque com ousadia e humildade você pronunciou a oração: "Guia-me!".

Davi também fez esta profunda oração quando disse: ?Vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno" Salmo 139.24. A profundidade do salmista se revela no fato da consciência que ele tinha sobre o conhecimento de Deus a respeito dele: "Senhor, eu sei que tu me sondas". É desta profundidade que brota a humildade que admite o erro e clama: "Guia-me!".

Para finalizar, a sensação da Fórmula 1 deste início de ano, tem sido um carro branco com faixas verdes, da escuderia pouco conhecida, Brawn GP, onde corre o brasileiro Rubens Barrichello. Os especialistas atribuem o sucesso da escuderia não aos pilotos, mas a Ross Brawn, dono da equipe e projetista do carro. Por isso mesmo, a revista Veja edição 2107, na página 91, termina assim sua reportagem: "O que faz a diferença não é o detalhe técnico, e sim Ross Brawn, o supercérebro por trás da máquina". Exatamente como eu e você, máquinas humanas incomparáveis, projetadas pelo Deus incomparável, dono de um supercérebro absolutamente insondável e ao mesmo tempo acessível sempre que nos dirigimos a Ele com uma profunda e humilde oração que simplesmente pede: "Guia-me!".

Para acessar este texto você teve que acessar o portal Guia-me. Propositalmente, cada parágrafo deste texto terminou com a palavra guia-me. Faça valer os minutos que dedicou para ler este texto e olhe para estes parágrafos como as fases da sua vida, os dias, as horas, os minutos. Só seguimos a Jesus porque acreditamos que Ele está nos guiando rumo à eternidade. Portanto, a cada ciclo, a cada momento, inicie pedindo a correta direção, e ao término de cada etapa, lembre-se de continuar permitindo a direção da sua vida ao Piloto que jamais erra uma manobra sequer, sabe a velocidade da qual você é capaz de andar, sabe a hora perfeita para um pit-stop, domina e conhece todas as pistas e nada nem ninguém o surpreende. A Ele, o único, confie sempre esta rápida e eficaz oração: "Guia-me!".

Paz!

Edmilson Ferreira Mendes é teólogo. Atua profissionalmente há mais de 20 anos na área de Propaganda e Marketing. Voluntariamente, exerce o pastorado há mais de dez anos. Além de conferencista e preletor em vários eventos, também é escritor, autor de quatro livros: '"Adolescência Virtual", "Por que esta geração não acorda?", "Caminhos" e "Aliança".

PS:. Esse é um post retirado do portal evangélico, Guia-me; E realmente muito edificante. Cabe a nós fazer a então oração 'simples', mais de grande profundidade.
Guia-me Senhor !

Astros convertidos


Roqueiros, como o baterista do Iron Maiden, antes idolatrados por multidões de fãs, agora cultuam a Jesus Cristo.

A banda inglesa Iron Maiden, que estourou nos anos 80 com o estilo Heavy Metal de fazer rock, desembarca no Brasil na próxima quinta-feira, dia 12, para se apresentar pela turnê Somewhere Back In Time. O grupo, precursor do estilo e considerado um dos melhores do gênero, conta novamente com a sua formação original.

A popularidade entre os roqueiros se deu através de sua maneira única de soar em canções, letras e capas de discos. O nome “Iron Maiden” é inspirado em um instrumento de tortura medieval, o qual se acha representado no filme O Homem da Máscara de Ferro. Suas letras exploram temas que vão do ocultismo a lendas, filmes, histórias de assassinatos, o escuro e a simbologia do número 666. Além disso, as capas dos álbuns são singulares, pois exibem sempre o mascote da banda, Ed, um morto vivo, em cenas sugestivas aos temas de cada disco.

Diante dessa atmosfera “pesada”, seria possível pensar em algum espaço para manifestações cristãs? Olhos e ouvidos voltados para Deus? Sim! O baterista da banda, Nico McBrain, é um exemplo de músicos de rock bem sucedidos, com carreiras mundialmente consolidadas e que, ao longo de suas vidas, se converteram ao cristianismo. Chocante? Inesperado? Talvez nem tanto. Ele próprio afirma que quando alguém se torna cristão, não está livre do pecado, mas deve buscar ao máximo uma vida longe deste mal.

A pergunta mais comum feita ao baterista é: Como você pode tocar em um grupo que apresenta uma canção chamada Number of the Beast (Número da Besta)? Nico afirma que a canção é sobre uma história que se encontra no livro de Apocalipse. “Um dos maiores truques do Diabo é fazer você acreditar que ele não existe”, justifica o baterista.

Nico McBrain é um exemplo incrível de conversão de músicos que, pela própria natureza da profissão, lidam com uma série de fatores que muitas vezes os afastam de uma vida ao lado de Deus. Shows, fãs, turnês exaustivas e o universo das drogas e comportamentos promíscuos, muitas vezes associados ao estilo de vida no rock.

Muito conhecidos na história da música mundial e, especialmente do rock, são os casos de músicos que acabam deixando a vida precocemente de forma conturbada e perturbadora. O líder do grupo Nirvana, Kurt Cobain, no dia 5 de abril de 1994, atirou na própria boca e deixou o mundo com uma filha ainda criança. Sua carreira foi marcada por um sucesso meteórico, desgastes emocionais, depressão, drogas e, em particular, o vício pela heroína.

Mais conversões no rock - Felizmente, ainda é possível citar outros casos de músicos do rock que, como Nico McBrain, seguiram o caminho da salvação física e espiritual a partir do contato com os valores cristãos.

Brian Welch, ex-guitarrista do grupo Korn, é um outro bom exemplo de roqueiro convertido. No final de 2008, ele lançou o seu primeiro disco solo, Save Me From Myself. No álbum, o músico aborda questões particulares da sua vida como a luta para deixar as drogas, os motivos que o levaram a sair da banda e seu encontro com Deus.

No Brasil, temos a surpreendente história do músico Rodolfo Abrantes, ex-vocalista da banda de hard-core Raimundos. No auge de sua carreira, o roqueiro sentiu o vazio em que vivia e se converteu. “Estava sozinho, morando em São Paulo, com uma vida louca, trezentas namoradas por aí, drogas a valer, balada todos os dias, fãs de montão, disco de platina, dinheiro na conta, agenda lotada de shows, mas completamente infeliz”, relata o cantor.

Em 2006, já convertido, Rodolfo lançou seu primeiro disco voltado para Deus, Santidade ao Senhor. Além disso, ministra cultos na igreja Bola de Neve Church e viaja junto de sua mulher para pregar a Palavra. “Quer ter vitória? Anda no caminho do Senhor, obedeça, leia a Bíblia e siga seus conselhos. Hoje não bebo, não é porque não possa, é porque não quero. Quero ter comunhão com o Pai”, aconselha o músico.

A exótica e mística Baby do Brasil - ex-Baby Consuelo e ex-integrante do grupo Novos Baianos - também impactou a muitos com sua conversão nos anos 90, recebendo, inclusive, muitas críticas. A estas, a cantora responde em uma de suas músicas: “E não importa o que vão pensar de mim. Eu quero é Deus. Eu quero é Deus.”

Fonte: Cristianismo Hoje

Israelenses criam desenho animado de humor negro sobre palestinos


Um desenho animado com olhar irreverente e de humor negro sobre o conflito entre israelenses e palestinos está causando polêmica em Israel e no mundo árabe.

O desenho animado Ahmed and Salim, de autoria do artista gráfico Tom Trager e do editor de vídeo Or Paz, já tem seis episódios divulgados no site YouTube, de cerca de quatro minutos cada. A audiência já passou de 500 mil internautas.

“Ao contrário do que vocês podem pensar, não temos nada contra árabes, simplesmente não gostamos de gente em geral”, anunciam Trager e Paz em seu site.

“Em caso de perguntas, ameaças de morte ou comentários, entrem em contato conosco”, convidam os autores.

“Guitar Hero”

Os personagens principais de Ahmed and Salimsão dois jovens palestinos, filhos de um “arquiterrorista”, que, em vez de seguirem o caminho do pai, só se interessam por televisão e jogos de computador.

“Trata-se de uma série de situações cômicas sobre terroristas”, dizem os criadores do desenho. “Todas as semanas criamos um episódio, com o objetivo de divertir e ofender a todos.”

Em um dos episódios, o pai sequestra um menino judeu e o entrega a Ahmed e Salim, para que eles tomem conta do refém e o torturem.

O menino começa a chorar e diz que quer voltar para casa, “para sua família, seu quarto e seu jogo de Guitar Hero”.

Imediatamente os três meninos se tornam amigos e começam a brincar com o jogo eletrônico, e Ahmed e Salim se esquecem de cumprir as ordens do pai.

No final do jogo, o refém diz que tem que voltar para casa, e os meninos palestinos respondem: “Tá bom, nos vemos no Facebook”.

Quando o pai volta, ele fica furioso ao descobrir que os filhos deixaram o refém escapar.

“Barulho”

De acordo com os autores, o desenho animado “tem feito muito barulho na internet”.

“Muitas pessoas gostam, mas muitas odeiam, é mais ou menos meio a meio. As reações são sempre extremas, ou gostam muito e nos dão cinco estrelas ou não gostam e só dão uma.”

Os artistas ficaram surpresos principalmente com as reações no mundo árabe.

“O desenho despertou um grande interesse no mundo árabe”, dizem. “Recebemos muitas mensagens de pessoas que gostaram e vários artigos foram publicados analisando nosso trabalho e afirmando que não somos racistas.”

“Mas também há muitos jornalistas árabes que não gostaram e afirmaram que o desenho fortalece os estereótipos contra os muçulmanos.”

O objetivo de Trager e Paz é criar um seriado para televisão, mas até agora nenhum canal demonstrou interesse.

Fonte: G1

Igreja pede perdão por “pecado” cometido por presidente paraguaio

No dia em que o presidente do Paraguai, Fernando Lugo, reconheceu legalmente o filho de quase 2 anos que teve quando ainda era bispo, a Igreja Católica pediu perdão pelos “pecados” do chefe de Estado. E no campo político, Lugo ainda viu a oposição voltar a criticá-lo por ter escondido o fato de ser pai.

A Igreja Católica, por meio do Conselho Episcopal Permanente da Conferência Episcopal Paraguaia (CEP), pediu perdão pelos “pecados” de seus membros e que estes orem para que se mantenham “fiéis à missão sacerdotal”.

O encarregado de ir na última terça-feira (14) ao cartório registrar o menino Guillermo Armindo Carrillo como filho de Lugo foi o advogado deste, Marcos Fariña.

O advogado também disse que Lugo pedirá a restituição de parte de seu salário, que havia sido integralmente doado a obras sociais, para pagar a pensão do menino.

O salário do chefe de Estado paraguaio é de 15,98 milhões de guaranis (cerca de R$ 6,8 mil), quantia que, desde a posse, em 15 de agosto de 2008, Lugo entrega ao Instituto Nacional do Indígena (INDI).

Lugo virou bispo em 1994, mas deixou a missão em 2005, quando resolveu entrar na vida política ativamente. O Vaticano deu a suspensão da função para Lugo em janeiro de 2007.

Fonte: G1