quarta-feira, 20 de maio de 2009

Não quero mais ser um crente de banco : Posicionamento frente ao paratismo cristão.

Por que vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são Chamados (I Cor.1.26)

1) Não quero mais ser um Crente de Banco, quero sim saber o que Deus tem para minha vida em prol do seu Reino aqui nesta cidade, Estado, Nação e Mundo.

2) Não quero mais ser um Crente de Banco , quero sim participar das atividades da igreja local e celebrar a comunhão dos santos.

3) Não quero mais ser um Crente de Banco quero sim ser discípulo de Jesus e levar a sério a vida cristã.

4) Não quero mais ser um Crente de Banco quero sim celebrar o Senhorio de Cristo na minha vida em todas as áreas. Ele não é somente o meu Salvador mas meu Senhor.

5) Não quero mais ser um Crente de Banco que vem na igreja somente em busca de benção, quero sim antes de mais nada ser um adorador e um abençoador e aí sim Deus vai me abençoar, pois está escrito “ sê tu uma benção”.

6) Não quero mais ser um Crente de Banco e reclamar de tudo que eu não gosto, quero sim ser um instrumento de Deus para ajudar vidas.

7) Não quero mais ser um Crente de Banco que entra e sai que entra e sai sem se preocupar com ninguém, quero sim ser participante na vida do meu irmão, se preocupar com ele e ser um ombro amigo em todos os momentos.

8) Não quero mais ser um Crente de Banco com cadeira cativa enquanto Deus tem tanta coisa para mim fazer em favor da sua obra.

9) Não quero mais ser um Crente de Banco, que não se comunica com ninguém, que não nutri a comunhão e amizade que somente chega no templo e após o culto vai embora

10) Não quero mais ser um Crente de Banco que vem somente no domingo sento no mesmo lugar achando que a vida cristã é somente isso e ainda sai reclamando de tudo.

11) Não quero mais ser um Crente de Banco que sabe os corinhos a vasta hinologia sacra o endereço da igreja mais não falo que Jesus Cristo é o único que pode salvar o homem.

12) Quero sim sentar no Banco e adorar a Deus em Espírito e em Verdade. Quero sim sentar no Banco e ser uma benção, Quero sim sentar no Banco e ser um ajudador.

13) Quero sim sentar no Banco e orar pelas lideranças e por esta obra. Quero sim sentar no banco e ser um contribuidor. Quero sim sentar no banco e usar a minha língua não para fofoca ou murmuração mais para a edificação da minha casa, da minha igreja e dos meus irmãos.

14) Quero sim ser um pacificador e um portador de boas novas. Quero sim sentar no Banco e ser Sal da terra e Luz para o mundo. Quero sim sentar no Banco e amar as pessoas.

15) Quero sim sentar no Banco mas viver uma vida de oração, testemunho, santificação e leitura da Bíblia. Quero sim sentar no Banco e orar pelo meu irmão, chorar com meu irmão e ser cheio do Espírito Santo junto com meu irmão para que Cristo seja honrado e Deus exaltado.

16) Quero sim ser um imitador de Cristo e fazer a vontade de Deus, quero sim reler a história da igreja e aprender com os servos do passado a excelencia da vida cristã. Quero sim andar pela a estrada não muito trilhada da humildade, simplicidade, singeleza de coração e da dependencia obstinada da graça de Deus na minha vida.

17) Quero sim ser amigo dos que não tem amigos, abraçar o pobre, o ferido, abrigar no meu coração os favelados desta vida fútil. Quero sim poetizar e celebrar a vida que é dádiva do Criador.

18) Quero sim dizer que tem coisas que eu não sei mas tem coisas que eu sei e assim juntos vamos exaltando ao Senhor. Não quero ser estrela, não quero notoriedade, não quero fama, não quero orgulho mofado, não quero aplausos humanos, não quero ser melhor que meu irmao, quero sim se Servo de Jesus Cristo e viver a vida cristã em sua integralidade. Quero sim proclamar o Reino de Deus e sua salvação de forma genuína, prática e doutrinal.

Pastor Carlos Augusto Lopes
Teólogo
www.carlosalopes.blogspot.com

O Poeta Olavio Bilac e o comerciante: A poesia que nos faz repensar.

O dono de um pequeno comércio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, certo dia abordou-o na rua e disse: Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que poderia redigir o anúncio para o jornal?

Olavo Bilac apanhou lápis e papel e escreveu:

Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortado por cristalinas e merejantes águas de um lindo ribeirão. A casa, banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes na varanda.”

Alguns meses depois, o poeta encontra-se com o comerciante e pergunta-lhe se já havia vendido o sítio.

Nem pensei mais nisso, disse o homem. Depois que li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha!

Às vezes, não percebemos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros. Devemos valorizar o que temos e que nos foi dado gratuitamente por Deus: os amigos, o emprego, o conhecimento que adquirimos, a saúde, o sorriso dos filhos e o afago do cônjuge. Estes sim, são verdadeiros tesouros.

Fonte : carlosalopes.blogspot.com